
Agências norte-americanas e ascensão do neoliberalismo – parte 4
Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em “Cabras da Peste” e a reconstrução sensível da memória cultural em “Luiz Gonzaga: Légua Tirana”

Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro

Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por JULIO DA SILVEIRA MOREIRA: Confundir a Doutrina Monroe de 1823 com a ação de Trump é um anacronismo político: a primeira visava afastar potências europeias; a segunda impõe, pela força, uma hegemonia regional

Por JOÃO SANTIAGO: Uma rebelião alimentada pela inflação e pelo desespero desafia o regime dos aiatolás em escala inédita, sob o olhar cínico de potências estrangeiras e a sombra de um vazio de poder

Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A financeirização periférica não é um grau menor da central, mas um regime distinto: onde o centro exporta risco e valoriza patrimônios, a periferia paga juros altos e internaliza a disciplina rentista

Por MANFRED BACK: Formar economistas não pode ser produzir salsichas ideológicas; é ensinar a pensar, a questionar e, acima de tudo, a tolerar a incerteza que habita o coração de qualquer ciência que se preze

Por IVONALDO NERES LEITE: O tempo não é só o número do movimento, mas a narrativa que tecemos com nossos acontecimentos, e a utopia concreta que construímos no agora, rumo ao mundo vindouro

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Posfácio do livro póstumo recém-lançado de Gérard Lebrun

Por REMY J. FONTANA: Apresentação de um dos autores do livro recém-lançado

Por PAUL KRUGMAN: A guerra por petróleo na Venezuela é uma ficção: as reservas são superestimadas, os custos proibitivos e os únicos lucros reais são os de aliados políticos de Trump, não do contribuinte americano

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A dominação contemporânea opera pela aceleração e interrupção do pensamento. Superar a dependência exige desbloquear o tempo histórico e recuperar o ritmo da crítica

Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Dois filmes, duas estratégias: a paródia descontraída dos estereótipos nordestinos em “Cabras da Peste” e a reconstrução sensível da memória cultural em “Luiz Gonzaga: Légua Tirana”

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Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por JULIO DA SILVEIRA MOREIRA: Confundir a Doutrina Monroe de 1823 com a ação de Trump é um anacronismo político: a primeira visava afastar potências europeias; a segunda impõe, pela força, uma hegemonia regional

Por JOÃO SANTIAGO: Uma rebelião alimentada pela inflação e pelo desespero desafia o regime dos aiatolás em escala inédita, sob o olhar cínico de potências estrangeiras e a sombra de um vazio de poder

Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A financeirização periférica não é um grau menor da central, mas um regime distinto: onde o centro exporta risco e valoriza patrimônios, a periferia paga juros altos e internaliza a disciplina rentista

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Por IVONALDO NERES LEITE: O tempo não é só o número do movimento, mas a narrativa que tecemos com nossos acontecimentos, e a utopia concreta que construímos no agora, rumo ao mundo vindouro

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

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