
Vozes para tímpanos mortos
Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre livro recém-lançado de Mario Baggio

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre livro recém-lançado de Mario Baggio

Por LISZT VIEIRA: Após dois anos e oito meses da tentativa de golpe contra a democracia no Brasil e de cometer crimes em sequência, Jair Bolsonaro vem obtendo mais apoio político do que pouco depois de haver cometido esses crimes

Por MÁRCIO ALESSANDRO DE OLIVEIRA: O construtivismo prometeu libertação, mas entregou um paradoxo: professores acorrentados por sua própria pedagogia

Por BRUNO BONCOMPAGNO: O império nos vende espelhos; caberia a nós decidir se queremos refletir ou quebrá-los, no entanto somos filhos de uma colonização invisível: consumimos o mundo antes de aprender a habitá-lo

Por MARCELO SANCHES: A “nação brasileira” é eufemismo que se reflete em uma Constituição frágil, que titubeia ao aplicar a lei. No fundo, sabe como a máquina funciona: a chegada justa no labirinto constitucional depende do poder de compra do

Por FLÁVIO R. KOTHE: A criação artística não vem do nada, mas da ruptura com o já dito. O problema é que continuamos presos às mesmas metáforas – corpo e alma, forma e matéria – como se fossem respostas, e

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: Comentário sobre o filme de Nelson Carlo de los Santos Arias

Por JOSÉ DIRCEU: O Brasil enfrenta uma encruzilhada: ceder à pressão externa ou defender sua soberania. A escolha não é só política, mas existencial – definir se seremos nação ou colônia

Por SÉRGIO BRAGA: O bolsonarismo, mais do que uma força partidária, é um campo afetivo e simbólico, ou seja, ideológico – e sua eficácia se explica tanto por suas estratégias discursivas, pelo lado da oferta, como, pelo lado da demanda,

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A análise crítica das atrocidades contemporâneas revela um mundo onde a violência e a desigualdade são perpetuadas por interesses econômicos e políticos, destacando a necessidade urgente de uma reflexão ética e moral

Por LUIZ RENATO MARTINS: A passagem da abstração à Nova Figuração não foi mera ruptura, mas uma negação dialética que cristalizou o sistema visual brasileiro. Destaca-se o papel de Antonio Dias e Hélio Oiticica nesse processo, mostrando como a arte

Por LUCIANA MOLINA: Nelson Pereira dos Santos eleva o Cinema Novo com “Rio, Zona Norte”, filme que expõe as tensões entre cultura popular e indústria fonográfica. Com atuações brilhantes de Grande Otelo e Zé Keti, a obra resiste ao tempo

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Semelhanças e diferenças entre o nazismo e o fascismo, e como essas ideologias ressurgem no século XXI

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A perpetuação do complexo industrial-militar não apenas drena recursos vitais da sociedade, mas também perpetua um ciclo vicioso de violência e dominação, onde a paz é sacrificada no altar do lucro e do poder

Por DIEGO RABELO: A história julgará não apenas os atores diretos do conflito na Síria, mas também aqueles que, a distância, manipularam e influenciaram os eventos, deixando um legado de dor e fragmentação

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O dilema está posto: aceitar a universidade como ativo financeiro ou reconquistá-la como bem comum. Entre a precarização que disciplina e a insurgência que liberta, só uma escolha coletiva poderá reescrever seu futuro –

Por FRANCISCO TEIXEIRA: Considerações sobre o livro de Florestan Fernandes

Por EMILIO CAFASSI: Enquanto a política se dissolve em espetáculo e a crueldade vira virtude, resta uma pergunta: quando o palco desmoronará sob o peso de sua própria farsa? A Argentina já conhece o roteiro – só falta decidir se

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre livro recém-lançado de Mario Baggio

Por LISZT VIEIRA: Após dois anos e oito meses da tentativa de golpe contra a democracia no Brasil e de cometer crimes em sequência, Jair Bolsonaro vem obtendo mais apoio político do que pouco depois de haver cometido esses crimes

Por MÁRCIO ALESSANDRO DE OLIVEIRA: O construtivismo prometeu libertação, mas entregou um paradoxo: professores acorrentados por sua própria pedagogia

Por BRUNO BONCOMPAGNO: O império nos vende espelhos; caberia a nós decidir se queremos refletir ou quebrá-los, no entanto somos filhos de uma colonização invisível: consumimos o mundo antes de aprender a habitá-lo

Por MARCELO SANCHES: A “nação brasileira” é eufemismo que se reflete em uma Constituição frágil, que titubeia ao aplicar a lei. No fundo, sabe como a máquina funciona: a chegada justa no labirinto constitucional depende do poder de compra do

Por FLÁVIO R. KOTHE: A criação artística não vem do nada, mas da ruptura com o já dito. O problema é que continuamos presos às mesmas metáforas – corpo e alma, forma e matéria – como se fossem respostas, e

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Por SÉRGIO BRAGA: O bolsonarismo, mais do que uma força partidária, é um campo afetivo e simbólico, ou seja, ideológico – e sua eficácia se explica tanto por suas estratégias discursivas, pelo lado da oferta, como, pelo lado da demanda,

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A análise crítica das atrocidades contemporâneas revela um mundo onde a violência e a desigualdade são perpetuadas por interesses econômicos e políticos, destacando a necessidade urgente de uma reflexão ética e moral

Por LUIZ RENATO MARTINS: A passagem da abstração à Nova Figuração não foi mera ruptura, mas uma negação dialética que cristalizou o sistema visual brasileiro. Destaca-se o papel de Antonio Dias e Hélio Oiticica nesse processo, mostrando como a arte

Por LUCIANA MOLINA: Nelson Pereira dos Santos eleva o Cinema Novo com “Rio, Zona Norte”, filme que expõe as tensões entre cultura popular e indústria fonográfica. Com atuações brilhantes de Grande Otelo e Zé Keti, a obra resiste ao tempo

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Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A perpetuação do complexo industrial-militar não apenas drena recursos vitais da sociedade, mas também perpetua um ciclo vicioso de violência e dominação, onde a paz é sacrificada no altar do lucro e do poder

Por DIEGO RABELO: A história julgará não apenas os atores diretos do conflito na Síria, mas também aqueles que, a distância, manipularam e influenciaram os eventos, deixando um legado de dor e fragmentação

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O dilema está posto: aceitar a universidade como ativo financeiro ou reconquistá-la como bem comum. Entre a precarização que disciplina e a insurgência que liberta, só uma escolha coletiva poderá reescrever seu futuro –

Por FRANCISCO TEIXEIRA: Considerações sobre o livro de Florestan Fernandes

Por EMILIO CAFASSI: Enquanto a política se dissolve em espetáculo e a crueldade vira virtude, resta uma pergunta: quando o palco desmoronará sob o peso de sua própria farsa? A Argentina já conhece o roteiro – só falta decidir se