
E se a política não existisse?
Por CÍCERO JOSINALDO DA SILVA OLIVEIRA: A política, com todas as suas imperfeições, ainda se mostra como o melhor caminho para a convivência humana, evitando que a força bruta e o caos prevaleçam

Por CÍCERO JOSINALDO DA SILVA OLIVEIRA: A política, com todas as suas imperfeições, ainda se mostra como o melhor caminho para a convivência humana, evitando que a força bruta e o caos prevaleçam

Por LEONARDO BOFF: O futuro não será unipolar: a América Latina pode liderar a transição para um mundo multipolar, baseado na harmonia, não na dominação. Brasil, com sua biodiversidade e sincretismo, tem a missão histórica de mostrar que outra globalização

Por EMILIANO JOSÉ: Comentário sobre o livro recém-lançado de Bernardino C. Horne

Por MÁRCIO MORETTO RIBEIRO: O STF age com cautela ao julgar Bolsonaro, mas o sistema penal trata pobres e negros como culpados antes mesmo do julgamento. A disparidade escancara uma justiça de dois pesos: para uns, direitos; para outros, violência

Por JOÃO P. PEREIRA: O despotismo esclarecido burguês faz parecer com que o Estado e as demais relações de poder tenham um duplo caráter, burguês e operário, capitalista e socialista. Mas é de todo falso

Por PAULO VITOR GROSSI: Uma análise profunda dos sintomas e tratamentos da Síndrome de Burnout, destacando os desafios do mundo digital e a necessidade de reconectar-se com a realidade

Por ALEXANDRE ARAGÃO DE ALBUQUERQUE: Estado de direito versus autoritarismo, campo democrático versus direita fascista, miliciana e entreguista. Nesta tensão, o processo civilizatório brasileiro continua seu percurso

Por ARMANDO BOITO: O bolsonarismo não é mero capricho do clã: é um movimento neofascista que prioriza seu projeto autoritário sobre os interesses econômicos da burguesia. Enquanto empresários pedem negociação com os EUA, sua base exige submissão a Trump —

Por ANDRÉ RICARDO DIAS PINTO: Comentário sobre o filme dirigido por Kiyoshi Kurosawa, em exibição nos cinemas

Por LUIZ MARQUES: Enquanto o nacionalismo latino-americano celebra liberdade e natureza, o europeu e norte-americano alimentam monarquias e caça a “inimigos internos”. No Brasil, a extrema direita sequestra símbolos pátrios para mascarar sua vassalagem colonial — transformando o verde-amarelo em

Por RENATO DAGNINO: O texto alerta: a Economia Solidária não florescerá apenas com mais do mesmo (capacitação, crédito, subsídios), pois essas ferramentas, herdadas do fomento empresarial, reforçam a competição, não a cooperação. O caminho está na revolução da compra pública

Por SAMUEL KILSZTAJN: Quantas vezes pode um homem virar a cabeça e fazer de conta que, tão-somente, não está vendo nada?

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Documentário de Bob Fernandes desvela que através de uma rede de institutos e fundações, os EUA exportaram ideologias neoliberais para o Brasil, utilizando estratégias de hegemonia cultural e guerra ideológica, reestruturando o cenário político do país

Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: O fascismo substitui a ordem econômica individualista e concorrencial por uma ordem corporativa e cooperativa integral: ao invés de uma ditadura do proletariado, o fascismo cria uma ditadura explícita do capital em que o comando

Por DANIELE DE PAULA: Comentário sobre o livro recém-lançado de Mariana Joffily & Maud Chirio.

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O MAGA é um grito de pânico de um império em decadência, tentando congelar o tempo e restaurar um mundo não mais existente. O complexo industrial americano hoje não compete com os carros elétricos chineses,

Por SÉRGIO BRAGA: Gaza é um conflito cuja assimetria militar é acompanhada de uma assimetria epistemológica e midiática, uma guerra marcada pela intensificação de tecnologias militares e por uma mutação mais profunda: a automação da letalidade

Por MARTA INEZ MEDEIROS MARQUES & VALÉRIA DE MARCOS: Homenagem ao professor de geografia da Usp, recém-falecido.

Por IVONALDO NERES LEITE: O (re)nascimento do judaísmo não sionista ocorre reatualizando o legado libertário judaico consubstanciado por uma mística da redenção e da utopia, onde o desejo de mudar o mundo assumiu, não poucas vezes, o caráter de romantismo

Por RONALD ROCHA: Negar o proletariado é jogar areia nos olhos da história. Seu fim é proclamado justamente quando mais se multiplica – agora invisibilizado por aplicativos, terceirizações e falsa autonomia. A burguesia celebra sua suposta morte porque teme sua

Por CÍCERO JOSINALDO DA SILVA OLIVEIRA: A política, com todas as suas imperfeições, ainda se mostra como o melhor caminho para a convivência humana, evitando que a força bruta e o caos prevaleçam

Por LEONARDO BOFF: O futuro não será unipolar: a América Latina pode liderar a transição para um mundo multipolar, baseado na harmonia, não na dominação. Brasil, com sua biodiversidade e sincretismo, tem a missão histórica de mostrar que outra globalização

Por EMILIANO JOSÉ: Comentário sobre o livro recém-lançado de Bernardino C. Horne

Por MÁRCIO MORETTO RIBEIRO: O STF age com cautela ao julgar Bolsonaro, mas o sistema penal trata pobres e negros como culpados antes mesmo do julgamento. A disparidade escancara uma justiça de dois pesos: para uns, direitos; para outros, violência

Por JOÃO P. PEREIRA: O despotismo esclarecido burguês faz parecer com que o Estado e as demais relações de poder tenham um duplo caráter, burguês e operário, capitalista e socialista. Mas é de todo falso

Por PAULO VITOR GROSSI: Uma análise profunda dos sintomas e tratamentos da Síndrome de Burnout, destacando os desafios do mundo digital e a necessidade de reconectar-se com a realidade

Por ALEXANDRE ARAGÃO DE ALBUQUERQUE: Estado de direito versus autoritarismo, campo democrático versus direita fascista, miliciana e entreguista. Nesta tensão, o processo civilizatório brasileiro continua seu percurso

Por ARMANDO BOITO: O bolsonarismo não é mero capricho do clã: é um movimento neofascista que prioriza seu projeto autoritário sobre os interesses econômicos da burguesia. Enquanto empresários pedem negociação com os EUA, sua base exige submissão a Trump —

Por ANDRÉ RICARDO DIAS PINTO: Comentário sobre o filme dirigido por Kiyoshi Kurosawa, em exibição nos cinemas

Por LUIZ MARQUES: Enquanto o nacionalismo latino-americano celebra liberdade e natureza, o europeu e norte-americano alimentam monarquias e caça a “inimigos internos”. No Brasil, a extrema direita sequestra símbolos pátrios para mascarar sua vassalagem colonial — transformando o verde-amarelo em

Por RENATO DAGNINO: O texto alerta: a Economia Solidária não florescerá apenas com mais do mesmo (capacitação, crédito, subsídios), pois essas ferramentas, herdadas do fomento empresarial, reforçam a competição, não a cooperação. O caminho está na revolução da compra pública

Por SAMUEL KILSZTAJN: Quantas vezes pode um homem virar a cabeça e fazer de conta que, tão-somente, não está vendo nada?

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Documentário de Bob Fernandes desvela que através de uma rede de institutos e fundações, os EUA exportaram ideologias neoliberais para o Brasil, utilizando estratégias de hegemonia cultural e guerra ideológica, reestruturando o cenário político do país

Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: O fascismo substitui a ordem econômica individualista e concorrencial por uma ordem corporativa e cooperativa integral: ao invés de uma ditadura do proletariado, o fascismo cria uma ditadura explícita do capital em que o comando

Por DANIELE DE PAULA: Comentário sobre o livro recém-lançado de Mariana Joffily & Maud Chirio.

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O MAGA é um grito de pânico de um império em decadência, tentando congelar o tempo e restaurar um mundo não mais existente. O complexo industrial americano hoje não compete com os carros elétricos chineses,

Por SÉRGIO BRAGA: Gaza é um conflito cuja assimetria militar é acompanhada de uma assimetria epistemológica e midiática, uma guerra marcada pela intensificação de tecnologias militares e por uma mutação mais profunda: a automação da letalidade

Por MARTA INEZ MEDEIROS MARQUES & VALÉRIA DE MARCOS: Homenagem ao professor de geografia da Usp, recém-falecido.

Por IVONALDO NERES LEITE: O (re)nascimento do judaísmo não sionista ocorre reatualizando o legado libertário judaico consubstanciado por uma mística da redenção e da utopia, onde o desejo de mudar o mundo assumiu, não poucas vezes, o caráter de romantismo

Por RONALD ROCHA: Negar o proletariado é jogar areia nos olhos da história. Seu fim é proclamado justamente quando mais se multiplica – agora invisibilizado por aplicativos, terceirizações e falsa autonomia. A burguesia celebra sua suposta morte porque teme sua