
O comunismo como festa
Por FELIPE MELONIO: O comunismo como festa não é metáfora, mas a afirmação de que a vida em comum só vale quando transborda os enquadramentos do poder

Por FELIPE MELONIO: O comunismo como festa não é metáfora, mas a afirmação de que a vida em comum só vale quando transborda os enquadramentos do poder

Por ELIAS JABBOUR: O desenvolvimento de um Estado de Direito de novo tipo busca harmonizar o crescimento econômico com marcos jurídicos que assegurem a primazia do interesse público sobre a lógica dos privilégios privados

Por RONALD LEÓN NÚÑEZ: O SPD preferiu aliar-se aos generais e aos Freikorps a ver o poder nas mãos dos conselhos operários

Por EMIR SADER: A análise deste primeiro quarto de século revela uma mudança fundamental na correlação de forças internacionais e uma crise de subjetividade que ameaça converter sujeitos de direitos em meros membros da esfera mercantil

Por AARON BENANAV: Em um mundo de recursos finitos, a verdadeira inovação não está em encontrar uma métrica universal, mas em construir procedimentos que permitam à sociedade descobrir, na prática e por meio do conflito democrático, o que verdadeiramente valoriza

Por AARON BENANAV: O capitalismo, cujo dinamismo já elevou padrões de vida, esgota-se na estagnação oligopolista e na crise ambiental, demandando uma ordem econômica orientada por múltiplos fins, não apenas pelo lucro

Por MICHEL GOULART DA SILVA: A crítica trotskista ao levante de 1935 centrou-se na rejeição da frente policlassista da ANL, vista como um desvio stalinista que substituiu a liderança operária pelo prestismo tenentista, resultando em derrota e desmoralização da esquerda

Por ALEXANDRE LINARES: A militância de Asad Haider estava no gesto que entrelaça a dor do corpo racializado com a análise implacável das estruturas

Por JOSÉ MAURÍCIO DOMINGUES: Comentário sobre o livro A ascensão da extrema direita e o freio de emergência

Por VENÍCIO A. DE LIMA: O “horror metafísico” do envelhecimento: por que a busca espiritual na velhice não é fuga, mas uma forma superior de militância

Por Everaldo de Oliveira Andrade: Novembro de 1935, uma quartelada sem classe e sem massas: o PCB aderiu ao voluntarismo insurrecional e à lógica conspirativa e distante da classe trabalhadora e da realidade social brasileira

Por MARCELO RIDENTI: Sobre a entrevista com Fernando Henrique Cardoso, em que relembra sua relação na juventude com o Partido Comunista

Por ANTÓNIO CARMO VICENTE & ANTÓNIO LOUÇÃ: O 25 de Novembro em Portugal não foi um golpe falhado da esquerda, mas a culminação de uma engenhosa estratégia da direita para provocar a ação militar que lhes deu a vitória

Por JEAN TIBLE: O sorriso de Clara Charf era a crônica de um século de lutas, a marca de quem sustentou, na memória e na ação, os alicerces de um Brasil insurgente e mais digno

Por PAULO SILVEIRA: O preço da Revolução é pago na carne de seus filhos, que carregam ao mesmo tempo o orgulho da solidariedade e as cicatrizes da inflexibilidade

Por EMIR SADER: A história não é uma rota previsível, mas um rio de contradições onde até o mais sólido pode se dissolver, abrindo espaço para o novo e o inesperado

Por TIAGO MACIEL: Prefácio do livro recém-lançado, organizado por Alexandre Linares

Por MICHEL GOULART DA SILVA: A fundação do PCB emergiu de um caldo ideológico plural, onde o exemplo soviético catalisou diferentes tradições de luta na primeira tentativa de uma análise bolchevique da realidade nacional

Por CHENG ENFU & YANG JUN:
Apenas eliminando definitivamente a regulação do mercado e estabelecendo um mecanismo de regulação planejada que inclua toda a sociedade, poderemos evitar as crises econômicas e os vários tipos de disparidades e desequilíbrios causados

Por CHENG ENFU & YANG JUN:
A revolução permanente chinesa se afirma como antídoto dialético contra os becos sem saída: nem a rejeição da reforma nem a capitulação ao capitalismo, mas o autoaperfeiçoamento contínuo do sistema socialista

Por FELIPE MELONIO: O comunismo como festa não é metáfora, mas a afirmação de que a vida em comum só vale quando transborda os enquadramentos do poder

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Por MICHEL GOULART DA SILVA: A crítica trotskista ao levante de 1935 centrou-se na rejeição da frente policlassista da ANL, vista como um desvio stalinista que substituiu a liderança operária pelo prestismo tenentista, resultando em derrota e desmoralização da esquerda

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Por JOSÉ MAURÍCIO DOMINGUES: Comentário sobre o livro A ascensão da extrema direita e o freio de emergência

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Por Everaldo de Oliveira Andrade: Novembro de 1935, uma quartelada sem classe e sem massas: o PCB aderiu ao voluntarismo insurrecional e à lógica conspirativa e distante da classe trabalhadora e da realidade social brasileira

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Por EMIR SADER: A história não é uma rota previsível, mas um rio de contradições onde até o mais sólido pode se dissolver, abrindo espaço para o novo e o inesperado

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A revolução permanente chinesa se afirma como antídoto dialético contra os becos sem saída: nem a rejeição da reforma nem a capitulação ao capitalismo, mas o autoaperfeiçoamento contínuo do sistema socialista