
Uma crônica da infâmia em 2026
Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por DYLAN RILEY: Arendt erra ao diagnosticar a atomização como causa do totalitarismo; a análise ganha rigor com Gramsci, para quem a crise é disputa de hegemonia na sociedade civil organizada

Por CELSO PINTO DE MELO: O marco temporal é a tentativa de transformar um passado de esbulho em vantagem jurídica, negando a história viva dos povos que precedem o próprio Estado

Por LUIZ MARQUES: A liberdade proclamada pela ultradireita é um simulacro: serve para mascarar a defesa do deus-mercado e a perpetuação de hierarquias sociais brutais

Por GASPAR PAZ: Considerações sobre a peça teatral, em cartaz na cidade do Rio de Janeiro

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A disciplina História resiste à sua própria liquidação por um projeto neoliberal que troca pensamento crítico por empreendedorismo e apagamento do passado

Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por FRANCISCO TEIXEIRA: Caio Prado desmonta o etapismo da esquerda ao mostrar que o atraso não é resíduo feudal, mas peça funcional do capitalismo dependente

Por JANYNE SATTLER: Prefácio do livro de Matheus Colares do Nascimento

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Sua trajetória é o retrato de um talento ofuscado pela conjuntura: o político preparado que a era da simplificação brutal condenou ao papel de mártir tático

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por FILIPE DE FREITAS GONÇALVES: Camões canta um império que é mercado, e sua epopeia desaba sob o peso da verdade: heróis são piratas, e a glória, sequestro

Por JORGE FELIX: A geopolítica do envelhecimento expõe a fragilidade do poder: ao escolher a austeridade contra os idosos, Macron desestabilizou a França e enfraqueceu a Europa

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: Uma revolução que deposita no Estado e numa elite técnica a missão de redirecionar a ciência, sem confrontar a forma-valor, é um fetichismo despolitizante que anula a luta de classes

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por THIAGO GAMA: A ironia contida no ato de entregar a maior honraria da paz a um senhor da guerra que acaba de violar as fronteiras de seu próprio país é tão densa que desafia a própria razão

Por DYLAN RILEY: Arendt erra ao diagnosticar a atomização como causa do totalitarismo; a análise ganha rigor com Gramsci, para quem a crise é disputa de hegemonia na sociedade civil organizada

Por CELSO PINTO DE MELO: O marco temporal é a tentativa de transformar um passado de esbulho em vantagem jurídica, negando a história viva dos povos que precedem o próprio Estado

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Por GASPAR PAZ: Considerações sobre a peça teatral, em cartaz na cidade do Rio de Janeiro

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