
Preto, pobre e vagabundo
Por SAMUEL KILSZTAJN: Com as políticas de ações afirmativas, as universidades brasileiras começaram a assumir a cara do país

Por SAMUEL KILSZTAJN: Com as políticas de ações afirmativas, as universidades brasileiras começaram a assumir a cara do país

Por RENAKE DAVID: Do “cataclismo antropológico” à era dos algoritmos: uma análise sobre como a ditadura do consumo e a homogeneização cultural degradam a subjetividade humana e pavimentam o caminho para novas formas de opressão

Por LUIZ BERNARDO PERICÁS: Uma trajetória de constante reinvenção, da marginalidade ao internacionalismo, cujo pensamento evoluiu do nacionalismo negro para uma luta global contra a opressão, unindo raça, classe e anticolonialismo

Por JEAN MARC VON DER WEID: Entre o realismo político e a perda de identidade, o governo se enreda em acordos orçamentários que fortalecem o fisiologismo do Congresso e podem comprometer a renovação de sua base parlamentar em 2026

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por RICARDO ABRAMOVAY: A abundância alimentar é uma ilusão tóxica: nossa mesa está intoxicada por químicos perversos e sustentada por uma monocultura global que troca saúde por lucro e resiliência por fragilidade

Por FRANCISCO DE OLIVEIRA BARROS JÚNIOR: A canção que desvela a tristeza por trás das luzes natalinas serve de contraponto à festa mercantilizada, lembrando que a felicidade não é um brinquedo ao alcance de todos

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Entre o sagrado e o profano, entre a fixidez da tradição e a liberdade da invenção, o presépio afirma-se como artefato cultural complexo, cujo banimento reflete um secularismo intolerante

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A história do crédito no Brasil é a da lenta substituição dos sistemas sociais pré-capitalistas — do fiado, da agiotagem e do coronelismo — por um mercado financeiro nacional, um processo completado apenas com a

Por GUSTAVO FALCON: Comentário sobre o livro de Emiliano José

Por LUIS FERNANDO NOVOA GARZON: Comentário sobre o documentário dirigido por Basel Adra & Yuval Abraham

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: A teoria de Claude Lefort ilumina a ambivalência petista: o partido que emergiu da abertura democrática mostra-se, no caso da PEC do VAT, vacilante em abraçar demandas populares que surgem fora de seus canais tradicionais de representação

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por BRUNO MACHADO: O caso de López Obrador no México mostra um populismo de esquerda que, ao ocupar o terreno moral da direita, desarma seu discurso e cria espaço para reformas que um institucionalismo moderado não permitiria

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