
O leviatã de Gaza
Por EMILIO CAFASSI: O que se vende como paz é a gestão tecnocrática de um cemitério, onde a soberania é trocada por segurança e a dignidade, por um plano de obras públicas

Por EMILIO CAFASSI: O que se vende como paz é a gestão tecnocrática de um cemitério, onde a soberania é trocada por segurança e a dignidade, por um plano de obras públicas

Por ROBERTO LEHER: O plano que deveria salvar a educação pública amarra-a à lógica do mercado, transformando um direito universal em negócio e o fundo público em subsídio para o capital financeiro

Por ANA CAROLINA TRINDADE GUILHEN & MARINA SANTIAGO: Enquanto os lucros recordes do petróleo fluírem para acionistas e um sistema tributário opaco, a transição justa permanecerá uma retórica vazia, refém do mesmo interesse que causou a crise

Por ROGÉRIO RUFINO DE OLIVEIRA: Onde a versão original de Vale Tudo trabalhava tipos sociais com maestria, o remake tipifica um Brasil pasteurizado, onde todos são reduzidos a meros consumidores de gatilhos

Por EMILIANO JOSÉ: A soberania ressurge não como isolamento, mas como a coragem de erguer a voz no concerto das nações, dialogando sem subserviência e priorizando o próprio povo em um mundo de hegemonias agressivas

Por LUIZ MARQUES: O verdadeiro “vale tudo” não é o gesto anárquico, mas a lógica sistêmica que mercantiliza até a rebeldia, convertendo a luta de classes em drama individual e o SUS em pano de fundo para vender xampu

Por SLAVOJ ŽIŽEK: A verdadeira aceleração necessária não é em direção ao abismo, mas uma ruptura ética que interrompa nossa passividade diante dos múltiplos apocalipses que coexistem com a banalidade cotidiana

Por GIOVANNI ALVES: A contradição final do capital revela-se quando o progresso técnico, que deveria emancipar, gera uma potência destrutiva que transforma a alternativa histórica em um dilema brutal: socialismo ou barbárie

Por GARCIA NEVES QUITARI: O recurso às mentiras como arma política encontra seu limite na ressonância global de vozes que defendem uma nova ordem multilateral

Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

Por YANIS VAROUFAKIS: A liberdade no século XXI exigirá desmantelar o tecnofeudalismo, um sistema que converteu o progresso tecnológico em um mecanismo de controle sem precedentes sobre a vida e o pensamento

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O valor não reside na atenção, mas a atenção tornou-se o mecanismo pelo qual o capital captura o tempo de vida, prolongando o roubo da existência até o último suspiro de consciência

Por WAGNER PIRES DA SILVA: O verdadeiro perigo não reside na inteligência da máquina, mas na abdicação humana de pensar, legando à tecnologia a chave de nosso próprio aprisionamento

Por DIEGO RABELO: A contradição é flagrante: clubes que vestem as cores do progressismo são financiados por regimes que asfixiam as liberdades que essas mesmas cores representam

Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A naturalização midiática da ingerência estrangeira é o silencioso aval a um roteiro de terror já conhecido, que troca a soberania dos povos pelos interesses do império

Por ALDA CRISTINA SILVA COSTA: Considerações sobre o livro de Fábio Horácio-Castro

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: Por trás do discurso técnico que condena o investimento público, esconde-se uma ficção perigosa: a de que é possível gerar renda para todos sem que ninguém ouse gastar primeiro

Por BERTRAND ARNAUD: O controle da China sobre as terras raras não é um blefe temporário, mas o resultado de décadas de planejamento que transformou sua base produtiva em uma fortaleza geopolítica inexpugnável

Por EMILIO CAFASSI: O que se vende como paz é a gestão tecnocrática de um cemitério, onde a soberania é trocada por segurança e a dignidade, por um plano de obras públicas

Por ROBERTO LEHER: O plano que deveria salvar a educação pública amarra-a à lógica do mercado, transformando um direito universal em negócio e o fundo público em subsídio para o capital financeiro

Por ANA CAROLINA TRINDADE GUILHEN & MARINA SANTIAGO: Enquanto os lucros recordes do petróleo fluírem para acionistas e um sistema tributário opaco, a transição justa permanecerá uma retórica vazia, refém do mesmo interesse que causou a crise

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Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

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