
O cão morde a noite
Por LETÍCIA ROCHA: Considerações sobre o livro de Emiliano José

Por JORGE NÓVOA & ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Ao misturar a esfera da circulação com a da produção, a tese do valor-atenção comete um erro categorial: transforma o efeito (a atenção do consumidor) em causa (fonte de valor). Ignora-se, assim,

Por FABRINA FURTADO & GABRIEL GOMES STRAUTMAN: A financeirização da natureza, apresentada como solução inovadora, consolida na verdade um paradoxo perverso: subordina a sobrevivência do planeta à lógica do retorno financeiro

Por CRISTIANO ADDARIO DE ABREU: A estratégia da defesa de Bolsonaro, ao equiparar cenários radicalmente opostos, vai além da retórica forense e espelha um sintoma social perigoso: a infantilização do discurso público, onde a responsabilidade sobre os atos é constantemente

Por GABRIEL SANTOS: A consciência negra no Brasil é um movimento que busca romper com a subalternidade imposta pelo racismo, promovendo a valorização da cultura e da identidade afrodescendente como forma de resistência e transformação social

Por VALERIO ARCARY: Existe uma liberdade do ponto de vista dos trabalhadores que tem a ver com o direito à vida: sem uma derrota histórica não é possível elevar a taxa de exploração, indefinidamente. O projeto neofascista mundial liderado por

Por MATHEUS DRUMOND: A exportação da arte brasileira, sob a égide de uma “natureza” estereotipada, revela menos uma conquista cultural e mais uma submissão a um mercado global voraz

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: A jornada pelos vinhedos revela que o vinho é, antes de tudo, uma narrativa engarrafada. Cada taça conta uma epopeia de terroir, humanidade e tradição, transformando o simples beber em uma celebração da história e da

Por DIEGO RABELO: Diante do obscurantismo, a mobilização digital por ciência revela um eleitorado ávido por evidências. Transformar esse capital cultural em poder político é o passo urgente para resgatar o debate público das trevas e recolocá-lo nos trilhos da

Por SAMUEL KILSZTAJN: A China atual, potência erguida pelo capital e controlada por um partido único, apresenta o paradoxo definitivo: será o “comunismo” mercantilista a última etapa do capitalismo, capaz de, ao levá-lo ao extremo, finalmente superá-lo?

Por KATIA SANTOS & ANTONIO A. NETO: As reflexões finais de Renouvier ecoam no presente, lembrando-nos de que a busca pela justiça e a lucidez crítica são antídotos perenes contra o dogmatismo, a ilusão do progresso técnico como salvação e

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: A russofobia atual é menos um resquício da Guerra Fria e mais o sintoma de uma estratégia expansionista da Otan, que traiu promessas e cercou a Rússia, usando a Ucrânia como peão em seu jogo

Por IVAN SEIXAS: Comentário sobre o livro recém-lançado de Cleide Pereira

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O Brasil é peculiar: a agricultura tem peso superior à média dos grandes países, e a indústria de transformação perdeu e depois recuperou participação, não chegando a reforçar apenas uma especialização primário-exportadora.

Por JOÃO GABRIEL GASPAR BALLESTERO: O debate sobre censura a artistas revela menos sobre os casos em si e mais sobre a crise ideológica de uma esquerda que, ao adotar lógicas punitivas, esvazia sua potência revolucionária e se espelha no

Por JULIANA ANTUNES: Entre o progresso e a ruína: a dualidade do PT na construção democrática brasileira

Por JÚLIO FISHERMAN: O desafio final não é apenas descansar mais, mas resgatar o tempo e o sentido da atividade humana, interrompendo a espiral de moer a vida para multiplicar capital

Por MARCIO POCHMANN: A maior presença no comércio externo brasileiro nos países do Oriente e Sul Global encontra-se diretamente conectada à emergência dinâmica da estrutura produtiva mais localizada no interior do país, o que já parece apontar para a marcha

Por RITA VON HUNTY: Prefácio à edição brasileira, recém-lançada, do livro de Anna Kornbluh.

Por MICHAEL ROBERTS: A suposta independência dos bancos centrais, longe de ser um pilar da democracia, revela-se um mecanismo neoliberal para blindar a política monetária do controle popular, privilegiando a estabilidade do capital fictício sobre o bem-estar social

Por JORGE NÓVOA & ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Ao misturar a esfera da circulação com a da produção, a tese do valor-atenção comete um erro categorial: transforma o efeito (a atenção do consumidor) em causa (fonte de valor). Ignora-se, assim,

Por FABRINA FURTADO & GABRIEL GOMES STRAUTMAN: A financeirização da natureza, apresentada como solução inovadora, consolida na verdade um paradoxo perverso: subordina a sobrevivência do planeta à lógica do retorno financeiro

Por CRISTIANO ADDARIO DE ABREU: A estratégia da defesa de Bolsonaro, ao equiparar cenários radicalmente opostos, vai além da retórica forense e espelha um sintoma social perigoso: a infantilização do discurso público, onde a responsabilidade sobre os atos é constantemente

Por GABRIEL SANTOS: A consciência negra no Brasil é um movimento que busca romper com a subalternidade imposta pelo racismo, promovendo a valorização da cultura e da identidade afrodescendente como forma de resistência e transformação social

Por VALERIO ARCARY: Existe uma liberdade do ponto de vista dos trabalhadores que tem a ver com o direito à vida: sem uma derrota histórica não é possível elevar a taxa de exploração, indefinidamente. O projeto neofascista mundial liderado por

Por MATHEUS DRUMOND: A exportação da arte brasileira, sob a égide de uma “natureza” estereotipada, revela menos uma conquista cultural e mais uma submissão a um mercado global voraz

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: A jornada pelos vinhedos revela que o vinho é, antes de tudo, uma narrativa engarrafada. Cada taça conta uma epopeia de terroir, humanidade e tradição, transformando o simples beber em uma celebração da história e da

Por DIEGO RABELO: Diante do obscurantismo, a mobilização digital por ciência revela um eleitorado ávido por evidências. Transformar esse capital cultural em poder político é o passo urgente para resgatar o debate público das trevas e recolocá-lo nos trilhos da

Por SAMUEL KILSZTAJN: A China atual, potência erguida pelo capital e controlada por um partido único, apresenta o paradoxo definitivo: será o “comunismo” mercantilista a última etapa do capitalismo, capaz de, ao levá-lo ao extremo, finalmente superá-lo?

Por KATIA SANTOS & ANTONIO A. NETO: As reflexões finais de Renouvier ecoam no presente, lembrando-nos de que a busca pela justiça e a lucidez crítica são antídotos perenes contra o dogmatismo, a ilusão do progresso técnico como salvação e

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: A russofobia atual é menos um resquício da Guerra Fria e mais o sintoma de uma estratégia expansionista da Otan, que traiu promessas e cercou a Rússia, usando a Ucrânia como peão em seu jogo

Por IVAN SEIXAS: Comentário sobre o livro recém-lançado de Cleide Pereira

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O Brasil é peculiar: a agricultura tem peso superior à média dos grandes países, e a indústria de transformação perdeu e depois recuperou participação, não chegando a reforçar apenas uma especialização primário-exportadora.

Por JOÃO GABRIEL GASPAR BALLESTERO: O debate sobre censura a artistas revela menos sobre os casos em si e mais sobre a crise ideológica de uma esquerda que, ao adotar lógicas punitivas, esvazia sua potência revolucionária e se espelha no

Por JULIANA ANTUNES: Entre o progresso e a ruína: a dualidade do PT na construção democrática brasileira

Por JÚLIO FISHERMAN: O desafio final não é apenas descansar mais, mas resgatar o tempo e o sentido da atividade humana, interrompendo a espiral de moer a vida para multiplicar capital

Por MARCIO POCHMANN: A maior presença no comércio externo brasileiro nos países do Oriente e Sul Global encontra-se diretamente conectada à emergência dinâmica da estrutura produtiva mais localizada no interior do país, o que já parece apontar para a marcha

Por RITA VON HUNTY: Prefácio à edição brasileira, recém-lançada, do livro de Anna Kornbluh.

Por MICHAEL ROBERTS: A suposta independência dos bancos centrais, longe de ser um pilar da democracia, revela-se um mecanismo neoliberal para blindar a política monetária do controle popular, privilegiando a estabilidade do capital fictício sobre o bem-estar social