
Kilombo Aldeya
Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional

Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional

Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional