
Venezuela – como sair do pântano
Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A agressão à Venezuela não é um episódio isolado, mas o ensaio de um novo colonialismo — sem máscaras, sem mediações, onde o petróleo dita a lei e a força bruta substitui a ordem

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por ANA C. CARVALHAES & LUÍS BONILLA-MOLINA: Cabe perguntar à guisa de recordação: qual é a linha que marca a diferença entre a direita e a esquerda — discurso ou ação?

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: Toda análise sobre a grave conjuntura venezuelana que ignore a condição histórica do país está condenada à superficialidade e à repetição vulgar, especialmente hipócrita quando feita em nome da democracia

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A intervenção estadunidense consuma a transformação da Venezuela em protetorado colonial, sepultando o projeto bolivariano sob uma transição que institucionaliza a pilhagem e a submissão

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A agressão à Venezuela não é um episódio isolado, mas o ensaio de um novo colonialismo — sem máscaras, sem mediações, onde o petróleo dita a lei e a força bruta substitui a ordem

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Por ANA C. CARVALHAES & LUÍS BONILLA-MOLINA: Cabe perguntar à guisa de recordação: qual é a linha que marca a diferença entre a direita e a esquerda — discurso ou ação?

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: Toda análise sobre a grave conjuntura venezuelana que ignore a condição histórica do país está condenada à superficialidade e à repetição vulgar, especialmente hipócrita quando feita em nome da democracia