
A função social da arte progressista
Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Sua trajetória é o retrato de um talento ofuscado pela conjuntura: o político preparado que a era da simplificação brutal condenou ao papel de mártir tático

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

Por JIANG SHIXUE: Em um cenário de competição global, o Uruguai ilustra como um país pequeno pode ampliar sua margem de manobra através de uma parceria estratégica e não alinhada com terceiros

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JORGE FELIX: A geopolítica do envelhecimento expõe a fragilidade do poder: ao escolher a austeridade contra os idosos, Macron desestabilizou a França e enfraqueceu a Europa

Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: Uma revolução que deposita no Estado e numa elite técnica a missão de redirecionar a ciência, sem confrontar a forma-valor, é um fetichismo despolitizante que anula a luta de classes

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por J. J. PASSOS: Uma postura que substitui a fé na ruptura pela análise concreta, preservando o pensamento crítico em tempos de identidades rígidas e respostas instantâneas

Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por RODRIGO ARDISSOM DE SOUZA & DOUGLAS CARVALHO RIBEIRO:
A soberania sobre o subsolo é ilusória sem autonomia tecnológica: o Brasil repete, nas terras raras, a sina histórica de fornecedor subalterno na cadeia global de valor

Por RONALD LEÓN NÚÑEZ: O SPD escolheu o pacto com os generais em vez do poder dos conselhos, sacrificando a revolução socialista no altar da ordem burguesa

Por DANI RUDÁ: Na fratura entre a instituição que administra a miséria e o serviço que ouve a dor, o cuidado é o vínculo que se sustenta sem promessas vazias

Por JEAN MARC VON DER WEID: A esquerda, paralisada pelo seu telhado de vidro, defende instituições suspeitas e perde a chance histórica de desmascarar a corrupção que consagra o poder do dinheiro

Por MARK KESSELMAN: A deriva presidencial culmina no despotismo: Trump integra o que deveria ser separado, transformando o Partido e o Estado em extensões de seu projeto pessoal de poder absoluto

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por ARTHUR OSCAR GUIMARÃES: Uma elite bucaneira, mediadora subordinada do capital internacional, cerra fileiras contra a redistribuição de riqueza e a autonomia nacional

Por RENATO DAGNINO: A universidade não será o lugar que questiona a IA enquanto for refém da elite científica que, em nome da neutralidade, há muito capitulou ao capitalismo cognitivo

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A ciência brasileira, volumosa mas periférica, precisa romper com a dependência das agendas do Norte e vincular-se às urgências sociais e territoriais do país

Por EVERTON FARGONI: A recusa da Sorbonne aos rankings é um ato de insubordinação: nega a redução do conhecimento a métricas e reafirma a universidade como espaço de crítica, não de produtividade alienada

Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Sua trajetória é o retrato de um talento ofuscado pela conjuntura: o político preparado que a era da simplificação brutal condenou ao papel de mártir tático

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O mesmo juro composto que enriquece exponencialmente os ricos apenas alivia superficialmente os pobres, cristalizando a desigualdade em vez de reduzi-la

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Por LUÍS SÉRGIO CANÁRIO: Uma revolução que deposita no Estado e numa elite técnica a missão de redirecionar a ciência, sem confrontar a forma-valor, é um fetichismo despolitizante que anula a luta de classes

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

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Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por RODRIGO ARDISSOM DE SOUZA & DOUGLAS CARVALHO RIBEIRO:
A soberania sobre o subsolo é ilusória sem autonomia tecnológica: o Brasil repete, nas terras raras, a sina histórica de fornecedor subalterno na cadeia global de valor

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Por MARK KESSELMAN: A deriva presidencial culmina no despotismo: Trump integra o que deveria ser separado, transformando o Partido e o Estado em extensões de seu projeto pessoal de poder absoluto

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

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