
O teto de vidro da decolonialidade
Por RAFAEL SOUSA SIQUEIRA: A crítica decolonial, ao essencializar raça e território, acaba por negar as bases materiais do colonialismo, tornando-se uma importação acadêmica que silencia tradições locais de luta

Por RAFAEL SOUSA SIQUEIRA: A crítica decolonial, ao essencializar raça e território, acaba por negar as bases materiais do colonialismo, tornando-se uma importação acadêmica que silencia tradições locais de luta

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: A única resposta à barbárie imperial — seja em Gaza, Caracas ou Minneapolis — é uma política feita com o povo, não em seu nome, e alianças redefinidas pela generosidade e não pelo cálculo de poder

Por MICHEL GOULART DA SILVA: Para Rosa, a transformação social exige ruptura, não reforma gradual; o poder só se conquista pela ação revolucionária, não pela ocupação de instituições burguesas

Por MARCELO SANCHES: A relevância de Padre Júlio está em recolocar a fé no chão concreto da vida, denunciando o cristianismo que serve ao poder e legitima a desigualdade

Por CARLOS A. P. VASQUES: Longe de uma ruptura, 1808 cristalizou as estruturas de um Estado sem povo, onde a formalidade institucional sempre serviu para mascarar a continuidade do poder estamental

Por LUIZ MARQUES: Da fabricação do “capital humano” à militarização das Big Techs, o projeto neoliberal desemboca em uma “democracia cara dura” que só o internacionalismo das ruas pode enfrentar

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por RICARDO L. C. AMORIM: O novo capitalismo não retorna ao passado bárbaro; ele o supera com uma exploração mais sofisticada, onde a submissão é voluntária e a riqueza se concentra sem necessidade de grilhões visíveis

Por JOÃO FRANCISCO CASSINO & RICARDO BIMBO: A tecnociência solidária propõe uma revolução epistemológica: substituir a métrica das patentes pelos comuns do conhecimento, alinhando ciência às urgências sociais e não ao mercado

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A invasão estadunidense violou a soberania venezuelana, mas também escancarou a crise de um governo que há muito traiu sua base e reprime a própria esquerda

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por SAMUEL KILSZTAJN: Da memória indígena exterminada ao progresso que desumaniza, Manaus encarna o ciclo perene da colonização — onde cada riqueza semeia nova ruína

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, nascida como crítica estrutural à modernidade dependente, ressignifica-se hoje como racionalidade administrativa que governa a escassez e estabiliza a desigualdade

Por DYLAN RILEY: Ao contrastar o pragmatismo americano com a tradição intelectual italiana, Dylan Riley explora como a “cultura política” atua como o elo vital entre os fatos sociais e a transformação ideológica

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Ao desconstruir o mito do “falar errado”, a ciência da linguagem revela que o preconceito linguístico é uma extensão da discriminação social dirigida a grupos historicamente marginalizados

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Diante da paralisia temporal e do rentismo do Ocidente, o modelo chinês de planejamento soberano surge como alternativa para resgatar a capacidade estatal de projetar e construir o futuro

Por EMIR SADER: Entre os avanços democráticos e as heranças do colonialismo, o Brasil enfrenta o desafio de superar o ciclo neoliberal para definir sua soberania no século XXI

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: O abandono do discurso democrático revela a transição para um modelo “neowestfaliano”: um cenário de impérios tecnológicos e colonização de Estados fracos sob a batuta do caos

Por PAULO VITOR GROSSI: A vida cotidiana tornou-se um palco permanente onde a encenação do eu, estimulada pelas redes sociais, suplanta a autenticidade, transformando a existência em uma performance editável e ansiosa

Por RAFAEL SOUSA SIQUEIRA: A crítica decolonial, ao essencializar raça e território, acaba por negar as bases materiais do colonialismo, tornando-se uma importação acadêmica que silencia tradições locais de luta

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Por MARCELO SANCHES: A relevância de Padre Júlio está em recolocar a fé no chão concreto da vida, denunciando o cristianismo que serve ao poder e legitima a desigualdade

Por CARLOS A. P. VASQUES: Longe de uma ruptura, 1808 cristalizou as estruturas de um Estado sem povo, onde a formalidade institucional sempre serviu para mascarar a continuidade do poder estamental

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Por RICARDO L. C. AMORIM: O novo capitalismo não retorna ao passado bárbaro; ele o supera com uma exploração mais sofisticada, onde a submissão é voluntária e a riqueza se concentra sem necessidade de grilhões visíveis

Por JOÃO FRANCISCO CASSINO & RICARDO BIMBO: A tecnociência solidária propõe uma revolução epistemológica: substituir a métrica das patentes pelos comuns do conhecimento, alinhando ciência às urgências sociais e não ao mercado

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

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Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, nascida como crítica estrutural à modernidade dependente, ressignifica-se hoje como racionalidade administrativa que governa a escassez e estabiliza a desigualdade

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