
A hora da redução da jornada no Brasil
Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por MAURICIO METRI: Os recentes ataques à Rússia, Irã e Venezuela revelam a geoestratégia trumpista de realinhamento: isolar a China, recompor relações com Moscou e assegurar o domínio hemisférico

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por MARCELO KNORICH ZUFFO: Enquanto o Brasil vende quartzo a preço de areia, importa chips a preço de joias, perpetuando um déficit comercial que é, antes de tudo, um déficit de projeto nacional e de vontade industrial

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, outrora ferramenta crítica da dependência latino-americana, ressignifica-se como racionalidade operacional que naturaliza a coexistência entre excelência e precariedade

Por FERNANDO HORTA: A obsessão de Trump pela Groenlândia revela apenas a ponta norte de sua doutrina; seu prolongamento geodésico aponta diretamente para o Nordeste brasileiro, reconvertendo a região em alvo estratégico da defesa imperial

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade

Por CIDINHA SANTOS: A defesa da soberania na América Latina é uma luta feminista e anti-imperialista, pois a invasão estrangeira intensifica o patriarcado colonial e a violência sobre os corpos e a autonomia das mulheres

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Considerações sobre o uso da inteligência artificial por matérias esportivas no Brasil para prever o desempenho dos times de futebol

Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais

Por MANUEL DOMINGOS NETO: A defesa nacional brasileira permanece refém de uma mentalidade colonial, dependente de tecnologia estrangeira e desvinculada de um projeto soberano que una coesão social, desenvolvimento autônomo e comando político

Por MÁRCIO JOSÉ MENDONÇA: O conflito no Irã exemplifica a nova cartilha bélica: uma fusão de pressão interna, narrativas manipuladas e ações indiretas que buscam desestabilizar sem um confronto militar convencional

Por LEOJORGE PANEGALLI: A indústria cultural gerencia o cansaço do Eu e a fantasia do herói, mas seu sucesso também expõe uma fome subjetiva por narrativas de resistência coletiva e justiça, traindo um impulso revolucionário adormecido

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A atual reativação da Doutrina Monroe evidencia que o imperialismo estadunidense não é uma fase superada, mas uma lógica estrutural que persiste, adaptando-se para manter seu domínio em um mundo multipolar em gestação

Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um “fora” – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o “dentro” do sistema

Por MATHEUS PEETERS ROCHA: Os Emirados Árabes Unidos instrumentalizam o separatismo do sul iemenita para criar uma colônia pós-moderna, garantindo controle estratégico sobre o Estreito de Bab el-Mandeb sem o ônus de uma soberania formal

Por CARLOS ÁGUEDO PAIVA: A âncora cambial, pedra angular do controle inflacionário pós-Real, atua como um mecanismo de desindustrialização seletiva, poupando o agronegócio competitivo e esmagando a indústria de transformação

Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A responsabilidade intelectual exige lucidez crítica sobre todos os lados do poder, recusando a manipulação seletiva da verdade em nome de supostas causas superiores

Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por MAURICIO METRI: Os recentes ataques à Rússia, Irã e Venezuela revelam a geoestratégia trumpista de realinhamento: isolar a China, recompor relações com Moscou e assegurar o domínio hemisférico

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por MARCELO KNORICH ZUFFO: Enquanto o Brasil vende quartzo a preço de areia, importa chips a preço de joias, perpetuando um déficit comercial que é, antes de tudo, um déficit de projeto nacional e de vontade industrial

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, outrora ferramenta crítica da dependência latino-americana, ressignifica-se como racionalidade operacional que naturaliza a coexistência entre excelência e precariedade

Por FERNANDO HORTA: A obsessão de Trump pela Groenlândia revela apenas a ponta norte de sua doutrina; seu prolongamento geodésico aponta diretamente para o Nordeste brasileiro, reconvertendo a região em alvo estratégico da defesa imperial

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade

Por CIDINHA SANTOS: A defesa da soberania na América Latina é uma luta feminista e anti-imperialista, pois a invasão estrangeira intensifica o patriarcado colonial e a violência sobre os corpos e a autonomia das mulheres

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Considerações sobre o uso da inteligência artificial por matérias esportivas no Brasil para prever o desempenho dos times de futebol

Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais

Por MANUEL DOMINGOS NETO: A defesa nacional brasileira permanece refém de uma mentalidade colonial, dependente de tecnologia estrangeira e desvinculada de um projeto soberano que una coesão social, desenvolvimento autônomo e comando político

Por MÁRCIO JOSÉ MENDONÇA: O conflito no Irã exemplifica a nova cartilha bélica: uma fusão de pressão interna, narrativas manipuladas e ações indiretas que buscam desestabilizar sem um confronto militar convencional

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