
Sobre as avaliações quadrienais da CAPES
Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por JULIO DA SILVEIRA MOREIRA: Confundir a Doutrina Monroe de 1823 com a ação de Trump é um anacronismo político: a primeira visava afastar potências europeias; a segunda impõe, pela força, uma hegemonia regional

Por JOÃO SANTIAGO: Uma rebelião alimentada pela inflação e pelo desespero desafia o regime dos aiatolás em escala inédita, sob o olhar cínico de potências estrangeiras e a sombra de um vazio de poder

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A financeirização periférica não é um grau menor da central, mas um regime distinto: onde o centro exporta risco e valoriza patrimônios, a periferia paga juros altos e internaliza a disciplina rentista

Por MANFRED BACK: Formar economistas não pode ser produzir salsichas ideológicas; é ensinar a pensar, a questionar e, acima de tudo, a tolerar a incerteza que habita o coração de qualquer ciência que se preze

Por IVONALDO NERES LEITE: O tempo não é só o número do movimento, mas a narrativa que tecemos com nossos acontecimentos, e a utopia concreta que construímos no agora, rumo ao mundo vindouro

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

Por PAUL KRUGMAN: A guerra por petróleo na Venezuela é uma ficção: as reservas são superestimadas, os custos proibitivos e os únicos lucros reais são os de aliados políticos de Trump, não do contribuinte americano

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A dominação contemporânea opera pela aceleração e interrupção do pensamento. Superar a dependência exige desbloquear o tempo histórico e recuperar o ritmo da crítica

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por SÉRGIO GADINI: A taxa Selic nas nuvens é menos uma ferramenta técnica e mais um instrumento de poder, que garante lucros extraordinários ao sistema financeiro, custeados pelo Tesouro Nacional e pela população

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO, ANDRÉ LUIZ PASSOS SANTOS, NATHAN CAIXETA & MURILO TAMBASCO: Em 2026, o Brasil navega entre desemprego baixo e desaceleração, enquanto o mundo enfrenta estagnação avançada e bolhas de risco nos EUA

Por CÉSAR MORTARI BARREIRA: A nova ordem mundial é a anarquia brutal dos que comandam sem precisar de justificativas

Por ELTON CORBANEZI: Mais que um intelectual, Bruni foi um artesão do pensamento: sua lentidão deliberada era um gesto político contra a desumanidade do capital e uma prova de que ainda é possível ruminar ideias em tempos áridos

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A agressão à Venezuela não é um episódio isolado, mas o ensaio de um novo colonialismo — sem máscaras, sem mediações, onde o petróleo dita a lei e a força bruta substitui a ordem

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por LUIZ MARQUES: A condição humana é uma dialética inextricável entre o bem e o mal, uma dualidade que a política e a moral tentam, em vão, simplificar em narrativas unidimensionais

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por JULIO DA SILVEIRA MOREIRA: Confundir a Doutrina Monroe de 1823 com a ação de Trump é um anacronismo político: a primeira visava afastar potências europeias; a segunda impõe, pela força, uma hegemonia regional

Por JOÃO SANTIAGO: Uma rebelião alimentada pela inflação e pelo desespero desafia o regime dos aiatolás em escala inédita, sob o olhar cínico de potências estrangeiras e a sombra de um vazio de poder

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A financeirização periférica não é um grau menor da central, mas um regime distinto: onde o centro exporta risco e valoriza patrimônios, a periferia paga juros altos e internaliza a disciplina rentista

Por MANFRED BACK: Formar economistas não pode ser produzir salsichas ideológicas; é ensinar a pensar, a questionar e, acima de tudo, a tolerar a incerteza que habita o coração de qualquer ciência que se preze

Por IVONALDO NERES LEITE: O tempo não é só o número do movimento, mas a narrativa que tecemos com nossos acontecimentos, e a utopia concreta que construímos no agora, rumo ao mundo vindouro

Por RODRIGO NAGEM DE ARAGÃO: Marx viu em Kepler um espírito revolucionário: aquele que desvela a essência por trás da aparência, gesto que ele próprio repetiu ao expor as leis do capital

Por PAUL KRUGMAN: A guerra por petróleo na Venezuela é uma ficção: as reservas são superestimadas, os custos proibitivos e os únicos lucros reais são os de aliados políticos de Trump, não do contribuinte americano

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A dominação contemporânea opera pela aceleração e interrupção do pensamento. Superar a dependência exige desbloquear o tempo histórico e recuperar o ritmo da crítica

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por SÉRGIO GADINI: A taxa Selic nas nuvens é menos uma ferramenta técnica e mais um instrumento de poder, que garante lucros extraordinários ao sistema financeiro, custeados pelo Tesouro Nacional e pela população

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO, ANDRÉ LUIZ PASSOS SANTOS, NATHAN CAIXETA & MURILO TAMBASCO: Em 2026, o Brasil navega entre desemprego baixo e desaceleração, enquanto o mundo enfrenta estagnação avançada e bolhas de risco nos EUA

Por CÉSAR MORTARI BARREIRA: A nova ordem mundial é a anarquia brutal dos que comandam sem precisar de justificativas

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Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A agressão à Venezuela não é um episódio isolado, mas o ensaio de um novo colonialismo — sem máscaras, sem mediações, onde o petróleo dita a lei e a força bruta substitui a ordem