
A gênese estética do ódio
Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Entre o sagrado e o profano, entre a fixidez da tradição e a liberdade da invenção, o presépio afirma-se como artefato cultural complexo, cujo banimento reflete um secularismo intolerante

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: A teoria de Claude Lefort ilumina a ambivalência petista: o partido que emergiu da abertura democrática mostra-se, no caso da PEC do VAT, vacilante em abraçar demandas populares que surgem fora de seus canais tradicionais de representação

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por BRUNO MACHADO: O caso de López Obrador no México mostra um populismo de esquerda que, ao ocupar o terreno moral da direita, desarma seu discurso e cria espaço para reformas que um institucionalismo moderado não permitiria

Por LISZT VIEIRA: O temor de importar desmatamento e produtos com agrotóxicos proibidos une os camponeses franceses contra o acordo, visto como economicamente injusto e ambientalmente hipócrita

Por AARON BENANAV: O capitalismo, cujo dinamismo já elevou padrões de vida, esgota-se na estagnação oligopolista e na crise ambiental, demandando uma ordem econômica orientada por múltiplos fins, não apenas pelo lucro

Por JOÃO RODRIGO V. MARTINS: A submissão do trabalho artístico aos editais reproduz a lógica da gig economy: uma autonomia ilusória que mascara a precarização, a autodisciplina e a erosão dos laços solidários

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

Por PAULO GHIRALDELLI: Entre a extinção do leitor de Hegel e a profecia de Nietzsche sobre a imprensa, emerge a figura do videota: o homem da tela, cuja interação aloprada com o digital molda uma esfera pública fraturada e regida

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O mal-estar na ciência capturada não é falha individual, mas índice social: é a experiência da alienação dupla descrita por Lukács, onde o pesquisador perde tanto o produto de seu trabalho quanto o tempo

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: Mais do que o ápice de uma carreira, a cadeira no STF é uma encruzilhada de poder e desgaste, onde o prestígio da última palavra convive com a solidão decisória e a vida sob os holofotes

Por JOÃO P. PEREIRA: Da fotografia estática da lógica formal ao filme em movimento da dialética: uma síntese superior que captura o mundo no seu contexto, suas contradições dinâmicas e seu devir

Por VALERIO ARCARY: A mudança de Manuela para o PSol sinaliza um projeto que visa derrotar a extrema-direita e construir uma alternativa de esquerda para além da conciliação de classes do governo Lula

Por LUCYANE DE MORAES: O pronunciamento contra o SBT News exemplifica a substituição do logos pela doxa, onde a retórica emocional e inconsistente busca persuadir sem qualquer compromisso com a verdade ou a racionalidade

Por FRAN DE OLIVEIRA ALAVINA: A adultização representa a invasão neoliberal e a compressão do tempo sobre a infância, transformando crianças em miniaturas adultas, de coaches financeiros a pastores mirins, esvaziando o mundo simbólico infantil

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Profissional da invisibilidade, o revisor atua nos bastidores do texto, polindo ideias, eliminando ruídos e garantindo que cada palavra cumpra sua missão. Sua excelência se mede pela ausência de falhas e pela naturalidade com que a

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Entre o sagrado e o profano, entre a fixidez da tradição e a liberdade da invenção, o presépio afirma-se como artefato cultural complexo, cujo banimento reflete um secularismo intolerante

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A “História”, em crise existencial, relata a um psicanalista seu sentimento de desvalorização e ataque por reformas educacionais e discursos utilitaristas, refletindo alegoricamente o desmonte das humanidades no Brasil

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: A teoria de Claude Lefort ilumina a ambivalência petista: o partido que emergiu da abertura democrática mostra-se, no caso da PEC do VAT, vacilante em abraçar demandas populares que surgem fora de seus canais tradicionais de representação

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Por FRAN DE OLIVEIRA ALAVINA: A adultização representa a invasão neoliberal e a compressão do tempo sobre a infância, transformando crianças em miniaturas adultas, de coaches financeiros a pastores mirins, esvaziando o mundo simbólico infantil