
Nota sobre as pesquisas em relações internacionais
Por JIANG SHIXUE: A era da informação ampliou a análise, mas a imprevisibilidade do poder reduziu a capacidade de prever e recomendar

Por JIANG SHIXUE: A era da informação ampliou a análise, mas a imprevisibilidade do poder reduziu a capacidade de prever e recomendar

Por VÁRIOS AUTORES: Sob o discurso da modernização, o PLP 152/2025 institucionaliza a precarização, nega o vínculo empregatício e legitima a subordinação algorítmica como novo padrão de exploração do trabalho

Por GUILHERME RODRIGUES: Com precisão conceitual e rara elegância intelectual, João Adolfo Hansen redefiniu nossa maneira de pensar a literatura e sua história

Por LAURO MATTEI: Cinco anos após sua expansão, o modelo cívico militar mostra-se um fracasso pedagógico e um risco social, marcado por autoritarismo, abusos e violação de direitos

Por VALMOR SCHIOCHET: O PLP 152/2025, ao criar a figura do “trabalhador plataformizado” sem subordinação, repete o erro histórico da pejotização: sob o manto da formalização, aprofunda a precarização e consolida a captura algorítmica do trabalho

Por NICOLÁS GONÇALVES: Quando a diversidade cabe no palco, mas não ameaça a estrutura, a celebração vira forma de controle

Por LEONARDO BOFF: Os povos originários guardam a memória viva de um futuro possível: viver sem dominar a Terra

Por VALERIO ARCARY: Entre a necessidade histórica e a vontade política, o marxismo só se realiza quando recusa tanto o fatalismo econômico quanto o voluntarismo cego

Por WAGNER MIQUÉIAS DAMASCENO: O escândalo Banco Master expõe o STF como casta que negocia sentenças enquanto prega ética, revelando a promiscuidade entre judiciário, política e mercado

Por ARTHUR COELHO BEZERRA: Entre apagões elétricos e culturais, Bad Bunny transforma o palco do império em espaço de afirmação latino-americana

Por GILBERTO BERCOVICI & MARTONIO MONT’ALVERNE BARRETO LIMA: A energia nuclear escapa ao cálculo econômico porque pertence ao campo da integridade territorial e do poder constituinte

Por TIAGO NOGARA: O cerco ao porto de Chancay revela menos uma disputa entre potências e mais a tentativa de impedir que a América Latina escolha seus próprios caminhos de desenvolvimento

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: Sob a aparência de métricas neutras, o sistema premia a conformidade e transforma o conhecimento em capital simbólico, gerando intelectuais performáticos

Por JOANA A. COUTINHO & YURI MARTINS-FONTES: Da formação aristocrática à universidade operacional, a história do ensino superior no Brasil revela sua distância estrutural das maiorias sociais e da produção autô-noma do conhecimento

Por LUIZ MARQUES: Da ilha imaginária de Morus ao colapso soviético, a utopia sobrevive como resistência iconoclasta à barbárie do presente

Por LUÍS FERNANDO VITAGLIANO: Entre o cinema, o carnaval e a radicalização política, a arte reafirma sua autonomia ao ironizar o poder e expor seus limites

Por HILDER ALBERCA VELASCO: Repensar o urbano na América Latina exige assumir o conflito como constitutivo e resgatar o planejamento como campo de disputa por justiça social

Por GABRIEL LUIZ CAMPOS DALPIAZ: Contra a fragmentação pós-moderna, a totalidade concreta emerge como categoria fundamental para pensar o desenvolvimento nacional e a superação do subdesenvolvimento

Por RENATO DAGNINO: O conceito de tecnociência denuncia o apartamento ciência-tecnologia como uma construção ideológica do capital e evidencia por que os que desejam uma sociedade “para além do capital” têm que participar de processos de adequação sociotécnica que reprojetem

Por JEAN PIERRE CHAUVIN: Se a folia se justifica pelo acesso “gratuito” de quem mora perto ou longe, ela também evidencia a tensão repetida ano a ano: o caráter relativamente inclusivo do carnaval reproduz, quando não reforça, as recorrentes formas

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