
Liberdade como simulacro
Por LUIZ MARQUES: A liberdade proclamada pela ultradireita é um simulacro: serve para mascarar a defesa do deus-mercado e a perpetuação de hierarquias sociais brutais

Por LUIZ MARQUES: A liberdade proclamada pela ultradireita é um simulacro: serve para mascarar a defesa do deus-mercado e a perpetuação de hierarquias sociais brutais

Por ARTHUR MOURA: A arte progressista cumpre uma dupla função: ergue-se contra a barbárie fascista, mas ao mesmo tempo constrói a muralha simbólica que protege os alicerces da ordem capitalista

Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por ARTHUR OSCAR GUIMARÃES: Uma elite bucaneira, mediadora subordinada do capital internacional, cerra fileiras contra a redistribuição de riqueza e a autonomia nacional

Por EMIR SADER: A polarização não é uma distorção discursiva, mas a expressão política de uma sociedade cindida em classes, onde a desigualdade estrutural se reflete até nas conquistas culturais

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

Por SANDRA BITENCOURT: Entre o boicote ideológico a um anúncio de chinelos e a fragilidade ética do jornalismo de denúncia, o cenário comunicacional revela como o manejo de antagonismos e a ausência de métodos rigorosos ameaçam a democracia

Por FLÁVIO AGUIAR: Enquanto o governo consolida vitórias diplomáticas e econômicas, as oposições enfrentam um cenário de fragmentação, marcado por tentativas frustradas de pautar a segurança pública e a política externa

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A análise da fragmentação social brasileira revela um país de identidades múltiplas, onde o voto deixa de ser meramente ideológico para se tornar um reflexo de valores religiosos, econômicos e geracionais em constante disputa

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Combater a estupidez exige mais que informação; requer uma reorganização política do tempo social, pois um sujeito exausto e hiperconectado não pensa — apenas reage, compartilha e obedece

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

Por JEAN MARC VON DER WEID: Entre o realismo político e a perda de identidade, o governo se enreda em acordos orçamentários que fortalecem o fisiologismo do Congresso e podem comprometer a renovação de sua base parlamentar em 2026

Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

Por JEAN MARC VON DER WEID: O caso da Dosimetria evidencia a lógica do acordão, com o STF, Congresso e Executivo barganhando interesses para anistiar golpistas, transformando o axioma de Jucá na regra que rege as instituições

Por PAULO GHIRALDELLI: Feminicídio e LGBTfobia não se explicam apenas por “machismo” ou “misoginia”: é preciso compreender como a ideia de normalidade e a metafísica médica alimentam a agressão

Por CAIO VASCONCELLOS: Estetização da política e melodrama: A performance política de Michelle como contraponto emocional e religioso ao estilo agressivo de Jair Bolsonaro

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão moderna desaba sob o peso de sua própria farsa, e o espelho quebrado reflete uma sociedade em ruínas

Por JALDES MENESES: Quando a cabeça da hidra cai, seu corpo se reorganiza em formas mais sutis e perigosas. A verdadeira batalha pelo regime político está apenas começando

Por LUIZ MARQUES: A liberdade proclamada pela ultradireita é um simulacro: serve para mascarar a defesa do deus-mercado e a perpetuação de hierarquias sociais brutais

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Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

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Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

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Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Combater a estupidez exige mais que informação; requer uma reorganização política do tempo social, pois um sujeito exausto e hiperconectado não pensa — apenas reage, compartilha e obedece

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

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Por RODRIGO LUCAS PEREIRA: Uma estética forjada nos quartos de classe média — entre cortes secos e xingamentos criativos — ensinou uma geração a odiar primeiro a cultura, depois a política, e, por fim, a democracia

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