
A natureza que não é
Por EUGÊNIO BUCCI: O que chamamos de natureza é, com frequência, apenas o reflexo distorcido de nossa própria ideologia, um espelho que devolve a imagem do capital

Por EUGÊNIO BUCCI: O que chamamos de natureza é, com frequência, apenas o reflexo distorcido de nossa própria ideologia, um espelho que devolve a imagem do capital

Por LEONARDO BOFF: O colapso planetário nasce da decepção que virou depressão: as grandes narrativas morreram, e só o reencontro com nossa capacidade criativa pode reescrever o futuro

Por LISZT VIEIRA: O maior risco para a cúpula do clima na Amazônia não é o fracasso declarado, mas transformar-se em um evento elitista e sem avanços, onde o simbolismo da floresta seja ofuscado pela ironia da exclusão e da

Por DIEGO EYMARD: Enquanto o governo mineiro age como sócio do latifúndio e do crime organizado, a Serra arde e a população paga com sua saúde e recursos. A tragédia reiterada exige mais que brigadistas; exige um novo projeto de

Por LEONARDO BOFF: A vida não é um acidente, mas a expressão máxima de um universo que se auto-organiza, onde o caos se metaboliza em ordem e a Terra se revela um superorganismo sagrado que nos inclui e nos transcende

Por PRISCILLA GLITZ MAYRINK & HENRI ACSELRAD: O discurso da “segurança climática” é uma arma estratégica. Sob o pretexto da proteção ambiental, potências hegemônicas e complexos industriais militares justificam intervenções globais, controle de recursos e a militarização de territórios

Por JEAN MARC VON DER WEID: A verdadeira barreira não é plantar sem veneno, mas colher em um sistema que só compra padrão. A agroecologia desafia a monocultura do pensamento mercadológico, propondo diversidade onde o mercado impõe uniformidade

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: A falha dos mercados de carbono não é acidental, mas estrutural. Eles subordinam a emergência climática à lógica do lucro, postergando a mudança real. Superar a crise exigirá substituir a fé cega no preço pela

Por JULIANA NEVES BARROS & MAÍRA SILVA: O silenciamento racial no debate climático é parte estratégica de um sistema global de poder que opera por meio de uma extração criativa, onde os danos infligidos às comunidades racializadas produzem os lugares

Por MONICA LOYOLA STIVAL: O verdadeiro palco da COP é o conflito entre Norte e Sul, corporações e populações. Transformar o evento em mera vitrine de “valores comuns” esvazia seu potencial como arena para confrontar os reais responsáveis pela crise

Por WENDELL FICHER TEIXEIRA ASSIS & EDWIN ALBERTO MUÑOZ GAVIRIA: A reação anti-ESG é ao mesmo tempo astuta e reacionária: astuta por capitalizar as falhas de um sistema de autorregulação para destruí-lo; reacionária por buscar um retorno a um tempo

Por LEONARDO BOFF: O maior desafio contemporâneo é superar a consciência nacionalista do Tratado de Westfália e ascender à consciência planetária. Só ao nos entendermos como parte integrante e cuidadora da Terra, nossa única Pátria, poderemos enfrentar os desafios globais

Por FABRINA FURTADO & GABRIEL GOMES STRAUTMAN: A financeirização da natureza, apresentada como solução inovadora, consolida na verdade um paradoxo perverso: subordina a sobrevivência do planeta à lógica do retorno financeiro

Por CAROLINE BOLETTA DE OLIVEIRA AGUIAR: O debate sobre as mudanças do clima tem sido mobilizado por corporações que, apontadas como responsáveis pelo problema, apresentam-se como portadoras das soluções

Por HENRI ACSELRAD: A politização genuína da crise climática exige romper com as narrativas despolitizantes que a reduzem a um problema técnico

Por LEONARDO BOFF: A humanidade enfrenta uma encruzilhada existencial, obrigada a escolher entre a perpetuação de um paradigma de acumulação anti-vida, que nos conduz à tragédia, e a adoção urgente de uma ética global baseada no cuidado, na fraternidade universal

Por EMILIANO JOSÉ: Em vez de risos e brincadeiras, a infância foi marcada por privações e sofrimentos, transformando sonhos inocentes em pesadelos constantes e roubando a pureza dos primeiros anos de vida

Por NICOLÁS GONÇALVES: Enquanto a Terra sofre, os bilionários buscam refúgio nas estrelas, transformando a exploração espacial em um novo capítulo do colonialismo

Por PENILDON SILVA FILHO: O Brasil vive seu último boom demográfico, uma janela de oportunidade irrepetível. Investir maciçamente da creche à pós-graduação, excluindo tais gastos do teto fiscal, é a condição para transformar a potência ambiental em desenvolvimento soberano e

Por PAUL KRUGMAN: Globalização e tecnologia foram bodes expiatórios convenientes, mas os dados gritam a verdade: a desigualdade é filha do desequilíbrio de poder. Dos sindicatos esvaziados aos lobbies bilionários, a economia reflete uma guerra de classes silenciosa — e,

Por EUGÊNIO BUCCI: O que chamamos de natureza é, com frequência, apenas o reflexo distorcido de nossa própria ideologia, um espelho que devolve a imagem do capital

Por LEONARDO BOFF: O colapso planetário nasce da decepção que virou depressão: as grandes narrativas morreram, e só o reencontro com nossa capacidade criativa pode reescrever o futuro

Por LISZT VIEIRA: O maior risco para a cúpula do clima na Amazônia não é o fracasso declarado, mas transformar-se em um evento elitista e sem avanços, onde o simbolismo da floresta seja ofuscado pela ironia da exclusão e da

Por DIEGO EYMARD: Enquanto o governo mineiro age como sócio do latifúndio e do crime organizado, a Serra arde e a população paga com sua saúde e recursos. A tragédia reiterada exige mais que brigadistas; exige um novo projeto de

Por LEONARDO BOFF: A vida não é um acidente, mas a expressão máxima de um universo que se auto-organiza, onde o caos se metaboliza em ordem e a Terra se revela um superorganismo sagrado que nos inclui e nos transcende

Por PRISCILLA GLITZ MAYRINK & HENRI ACSELRAD: O discurso da “segurança climática” é uma arma estratégica. Sob o pretexto da proteção ambiental, potências hegemônicas e complexos industriais militares justificam intervenções globais, controle de recursos e a militarização de territórios

Por JEAN MARC VON DER WEID: A verdadeira barreira não é plantar sem veneno, mas colher em um sistema que só compra padrão. A agroecologia desafia a monocultura do pensamento mercadológico, propondo diversidade onde o mercado impõe uniformidade

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: A falha dos mercados de carbono não é acidental, mas estrutural. Eles subordinam a emergência climática à lógica do lucro, postergando a mudança real. Superar a crise exigirá substituir a fé cega no preço pela

Por JULIANA NEVES BARROS & MAÍRA SILVA: O silenciamento racial no debate climático é parte estratégica de um sistema global de poder que opera por meio de uma extração criativa, onde os danos infligidos às comunidades racializadas produzem os lugares

Por MONICA LOYOLA STIVAL: O verdadeiro palco da COP é o conflito entre Norte e Sul, corporações e populações. Transformar o evento em mera vitrine de “valores comuns” esvazia seu potencial como arena para confrontar os reais responsáveis pela crise

Por WENDELL FICHER TEIXEIRA ASSIS & EDWIN ALBERTO MUÑOZ GAVIRIA: A reação anti-ESG é ao mesmo tempo astuta e reacionária: astuta por capitalizar as falhas de um sistema de autorregulação para destruí-lo; reacionária por buscar um retorno a um tempo

Por LEONARDO BOFF: O maior desafio contemporâneo é superar a consciência nacionalista do Tratado de Westfália e ascender à consciência planetária. Só ao nos entendermos como parte integrante e cuidadora da Terra, nossa única Pátria, poderemos enfrentar os desafios globais

Por FABRINA FURTADO & GABRIEL GOMES STRAUTMAN: A financeirização da natureza, apresentada como solução inovadora, consolida na verdade um paradoxo perverso: subordina a sobrevivência do planeta à lógica do retorno financeiro

Por CAROLINE BOLETTA DE OLIVEIRA AGUIAR: O debate sobre as mudanças do clima tem sido mobilizado por corporações que, apontadas como responsáveis pelo problema, apresentam-se como portadoras das soluções

Por HENRI ACSELRAD: A politização genuína da crise climática exige romper com as narrativas despolitizantes que a reduzem a um problema técnico

Por LEONARDO BOFF: A humanidade enfrenta uma encruzilhada existencial, obrigada a escolher entre a perpetuação de um paradigma de acumulação anti-vida, que nos conduz à tragédia, e a adoção urgente de uma ética global baseada no cuidado, na fraternidade universal

Por EMILIANO JOSÉ: Em vez de risos e brincadeiras, a infância foi marcada por privações e sofrimentos, transformando sonhos inocentes em pesadelos constantes e roubando a pureza dos primeiros anos de vida

Por NICOLÁS GONÇALVES: Enquanto a Terra sofre, os bilionários buscam refúgio nas estrelas, transformando a exploração espacial em um novo capítulo do colonialismo

Por PENILDON SILVA FILHO: O Brasil vive seu último boom demográfico, uma janela de oportunidade irrepetível. Investir maciçamente da creche à pós-graduação, excluindo tais gastos do teto fiscal, é a condição para transformar a potência ambiental em desenvolvimento soberano e

Por PAUL KRUGMAN: Globalização e tecnologia foram bodes expiatórios convenientes, mas os dados gritam a verdade: a desigualdade é filha do desequilíbrio de poder. Dos sindicatos esvaziados aos lobbies bilionários, a economia reflete uma guerra de classes silenciosa — e,