
História no divã – parte 2
Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A disciplina História resiste à sua própria liquidação por um projeto neoliberal que troca pensamento crítico por empreendedorismo e apagamento do passado

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A disciplina História resiste à sua própria liquidação por um projeto neoliberal que troca pensamento crítico por empreendedorismo e apagamento do passado

Por RENATO DAGNINO: A universidade não será o lugar que questiona a IA enquanto for refém da elite científica que, em nome da neutralidade, há muito capitulou ao capitalismo cognitivo

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A ciência brasileira, volumosa mas periférica, precisa romper com a dependência das agendas do Norte e vincular-se às urgências sociais e territoriais do país

Por EVERTON FARGONI: A recusa da Sorbonne aos rankings é um ato de insubordinação: nega a redução do conhecimento a métricas e reafirma a universidade como espaço de crítica, não de produtividade alienada

Por PAULO CAPEL NARVAI: É mais prático e eficaz fechar cursos e colocar um fim na farra da venda de diplomas disfarçada de formação. Mas não é nada fácil fazer isso, pois quem consegue enfrentar congressistas venais?

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Ao desconstruir o mito do “falar errado”, a ciência da linguagem revela que o preconceito linguístico é uma extensão da discriminação social dirigida a grupos historicamente marginalizados

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Mais que uma professora, Salete da Silva Alberti foi um destino pedagógico: sua vida encarnou aquele raro magistério que habita a eternidade do encontro, onde o tempo não passa, renasce

Por DANICHI HAUSEN MIZOGUCHI: A celebração das notas da CAPES diante do estrangulamento orçamentário revela a contradição obscena de uma universidade que internalizou o produtivismo neoliberal como nova liturgia acadêmica

Por PAULINO MOTTER: Sua vida foi uma pedagogia em ato: do trabalho de base no ABC à cátedra na USP, Luiz Roberto Alves encarnou o intelectual orgânico que nunca separou o pensamento crítico da luta concretamente pela justiça social

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, outrora ferramenta crítica da dependência latino-americana, ressignifica-se como racionalidade operacional que naturaliza a coexistência entre excelência e precariedade

Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um “fora” – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o “dentro” do sistema

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por MANFRED BACK: Formar economistas não pode ser produzir salsichas ideológicas; é ensinar a pensar, a questionar e, acima de tudo, a tolerar a incerteza que habita o coração de qualquer ciência que se preze

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Posfácio do livro póstumo recém-lançado de Gérard Lebrun

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A dominação contemporânea opera pela aceleração e interrupção do pensamento. Superar a dependência exige desbloquear o tempo histórico e recuperar o ritmo da crítica

Por ELTON CORBANEZI: Mais que um intelectual, Bruni foi um artesão do pensamento: sua lentidão deliberada era um gesto político contra a desumanidade do capital e uma prova de que ainda é possível ruminar ideias em tempos áridos

Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ, ARLEI OLAVO EVARISTO, ESTER DIAS DA SILVA BATISTA, LUCAS GONÇALVES DA GAMA & IZABELA VICTÓRIA PEREIRA: A plataformização da vida em dados, controlada pelas Big Techs, pasteuriza o trabalho vivo, esvazia a educação crítica e naturaliza

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Diante da dependência cognitiva que nos faz produzir muito e compreender pouco, a lucidez é o último reduto de uma universidade que ainda ousa pensar

Por EMILIANO JOSÉ: A disputa entre o investimento público estruturante e a orgia das emendas evidencia uma crise de prioridades, na qual o corte de direitos sociais financia uma engrenagem política distante das reais necessidades da população

Por LUCIANA MOLINA: Enquanto a biblioteca representa o paraíso para a literatura, a realidade das escolas públicas brasileiras revela um cenário de exclusão, onde instituições sem bibliotecários e livros lacrados aprofundam o abismo cultural

Por ANTONIO SIMPLICIO DE ALMEIDA NETO: A disciplina História resiste à sua própria liquidação por um projeto neoliberal que troca pensamento crítico por empreendedorismo e apagamento do passado

Por RENATO DAGNINO: A universidade não será o lugar que questiona a IA enquanto for refém da elite científica que, em nome da neutralidade, há muito capitulou ao capitalismo cognitivo

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A ciência brasileira, volumosa mas periférica, precisa romper com a dependência das agendas do Norte e vincular-se às urgências sociais e territoriais do país

Por EVERTON FARGONI: A recusa da Sorbonne aos rankings é um ato de insubordinação: nega a redução do conhecimento a métricas e reafirma a universidade como espaço de crítica, não de produtividade alienada

Por PAULO CAPEL NARVAI: É mais prático e eficaz fechar cursos e colocar um fim na farra da venda de diplomas disfarçada de formação. Mas não é nada fácil fazer isso, pois quem consegue enfrentar congressistas venais?

Por ANDRÉ R. FERNANDES: Ao desconstruir o mito do “falar errado”, a ciência da linguagem revela que o preconceito linguístico é uma extensão da discriminação social dirigida a grupos historicamente marginalizados

Por ADALBERTO DA SILVA RETTO JR.: Mais que uma professora, Salete da Silva Alberti foi um destino pedagógico: sua vida encarnou aquele raro magistério que habita a eternidade do encontro, onde o tempo não passa, renasce

Por DANICHI HAUSEN MIZOGUCHI: A celebração das notas da CAPES diante do estrangulamento orçamentário revela a contradição obscena de uma universidade que internalizou o produtivismo neoliberal como nova liturgia acadêmica

Por PAULINO MOTTER: Sua vida foi uma pedagogia em ato: do trabalho de base no ABC à cátedra na USP, Luiz Roberto Alves encarnou o intelectual orgânico que nunca separou o pensamento crítico da luta concretamente pela justiça social

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dualista, outrora ferramenta crítica da dependência latino-americana, ressignifica-se como racionalidade operacional que naturaliza a coexistência entre excelência e precariedade

Por PRABHAT PATNAIK: A disciplina do trabalho no capitalismo depende da existência de um “fora” – o exército de reserva – que aterroriza os incluídos, um mecanismo estrutural ignorado pela economia convencional, que só enxerga o “dentro” do sistema

Por THIAGO CANETTIERI: Ao buscar mensurar o imensurável, o sistema CAPES reproduz uma engrenagem de sofrimento e competição que ignora a verdadeira natureza do trabalho intelectual e pedagógico

Por MANFRED BACK: Formar economistas não pode ser produzir salsichas ideológicas; é ensinar a pensar, a questionar e, acima de tudo, a tolerar a incerteza que habita o coração de qualquer ciência que se preze

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Posfácio do livro póstumo recém-lançado de Gérard Lebrun

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A dominação contemporânea opera pela aceleração e interrupção do pensamento. Superar a dependência exige desbloquear o tempo histórico e recuperar o ritmo da crítica

Por ELTON CORBANEZI: Mais que um intelectual, Bruni foi um artesão do pensamento: sua lentidão deliberada era um gesto político contra a desumanidade do capital e uma prova de que ainda é possível ruminar ideias em tempos áridos

Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ, ARLEI OLAVO EVARISTO, ESTER DIAS DA SILVA BATISTA, LUCAS GONÇALVES DA GAMA & IZABELA VICTÓRIA PEREIRA: A plataformização da vida em dados, controlada pelas Big Techs, pasteuriza o trabalho vivo, esvazia a educação crítica e naturaliza

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Diante da dependência cognitiva que nos faz produzir muito e compreender pouco, a lucidez é o último reduto de uma universidade que ainda ousa pensar

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