
O arranjo do desarranjo
Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: Em meio ao caos monetário, o fantasma de Keynes ressurge – não mais em Bancor, mas em bytes. O mBridge pode ser a ponte digital que faltava para atravessar as águas turbulentas do

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: Em meio ao caos monetário, o fantasma de Keynes ressurge – não mais em Bancor, mas em bytes. O mBridge pode ser a ponte digital que faltava para atravessar as águas turbulentas do

Por GABRIEL SANTOS: Em um mundo em transformação, o Brasil deve escolher entre submeter-se ao imperialismo decadente ou buscar um caminho de soberania e desenvolvimento sustentável

Por THOMAS PIKETTY: Assim como o padrão-ouro e o colonialismo ruíram sob o peso de suas próprias contradições, o excepcionalismo do dólar também chegará ao fim. A questão não é se, mas como: será por meio de uma transição coordenada

Por FARHAD IBRAGIMOV: Uma cúpula dos BRICS para apavorar o Ocidente

Por PAULO CAPEL NARVAI: Nem a Universidade Harvard, nem a Universidade de Queensland, nem nenhum “top medical journal”, chancelam as aventuras sanitárias terraplanistas implementadas, sob o comando de Donald Trump, pelo governo dos EUA

Por DMITRI TRENIN: Esta será uma guerra longa, e os EUA, com ou sem Donald Trump, continuarão sendo adversários de Moscou. Para os russos, o que está em jogo nesta luta não é o estatuto da Ucrânia, mas a existência

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JÚNIOR: A carta destemperada de Trump é um sintoma da decadência que ele mesmo nega. Enquanto isso, os BRICS avançam na construção de instituições paralelas – não por revanchismo, mas pela simples constatação de que um

Por VALERIO ARCARY: A resposta do Brasil à ofensiva de Trump deve ser firme e pública, conscientizando o povo sobre os perigos crescentes no cenário internacional

Por TARSO GENRO: Enquanto o Agente Laranja do passado ainda envenena rios e memórias, o novo fascismo alastra-se como um câncer político, corroendo democracias. Mas na resistência de Lula, ecoa Drummond: mesmo na esquina sombria do tempo, há quem insista

Por CAIO BUGIATO & GEREMIAS CARVALHO: Breve análise da última cúpula da OTAN

Por TIAGO NOGARA: As ameaças de Trump refletem não apenas a estratégia da política externa dos EUA, mas também o impacto das iniciativas BRICS em âmbito internacional

Por EMMANUEL TODD: O que emerge nos EUA e na Europa não é um populismo monolítico, mas um arquipélago de revoltas nacionais — cada uma moldada por traumas próprios e ilusões coletivas. Se o século XX foi a era das

Por TADEU VALADARES: A transição hegemônica entre Estados Unidos e China não é mera conjuntura geopolítica, mas o capítulo mais recente de um capitalismo histórico de 800 anos que chegou ao seu estágio bifronte: produtivo versus financeiro-bélico

Por MAGDA FURTADO: A trégua entre Israel e Irã é marcada por tensões históricas e geopolíticas, com implicações profundas para a estabilidade regional e consequências humanitárias devastadoras

Por VALERIO ARCARY: A guerra contra o Irã revela a ilusão da invencibilidade: mesmo nações poderosas aprendem, tarde demais, que a soberania não se destrói com bombas, mas se fortalece na resistência de um povo. A história julgará não apenas

Por IVAN DA COSTA MARQUES, LUCAS BUOSI, FABRÍCIO NEVES & CAROLINE PEREIRA: A verdadeira soberania digital exigirá não apenas infraestrutura, mas também a capacidade de negociar em um tabuleiro global onde tecnologia e poder são indivisíveis

Por MARIANA LINS COSTA: Elon Musk é o bilionário da anomalia que redefine a disputa entre EUA e China

Por GILBERTO LOPES: O discurso da “ameaça russa” justifica tanques e mísseis, mas silencia sobre os riscos de uma escalada sem volta. No jogo da guerra, a Alemanha aposta alto – e o mundo segura o fôlego

Por ZENO SOARES CROCETTI: O novo imperialismo e a disputa pela soberania latino-americana

Por DIEGO RABELO: O ataque ao Irã é um recado contra a multipolaridade, contra os povos do Sul Global e, principalmente, contra o projeto de soberania energética e geopolítica dos BRICS

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: Em meio ao caos monetário, o fantasma de Keynes ressurge – não mais em Bancor, mas em bytes. O mBridge pode ser a ponte digital que faltava para atravessar as águas turbulentas do

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Por THOMAS PIKETTY: Assim como o padrão-ouro e o colonialismo ruíram sob o peso de suas próprias contradições, o excepcionalismo do dólar também chegará ao fim. A questão não é se, mas como: será por meio de uma transição coordenada

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Por PAULO CAPEL NARVAI: Nem a Universidade Harvard, nem a Universidade de Queensland, nem nenhum “top medical journal”, chancelam as aventuras sanitárias terraplanistas implementadas, sob o comando de Donald Trump, pelo governo dos EUA

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Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JÚNIOR: A carta destemperada de Trump é um sintoma da decadência que ele mesmo nega. Enquanto isso, os BRICS avançam na construção de instituições paralelas – não por revanchismo, mas pela simples constatação de que um

Por VALERIO ARCARY: A resposta do Brasil à ofensiva de Trump deve ser firme e pública, conscientizando o povo sobre os perigos crescentes no cenário internacional

Por TARSO GENRO: Enquanto o Agente Laranja do passado ainda envenena rios e memórias, o novo fascismo alastra-se como um câncer político, corroendo democracias. Mas na resistência de Lula, ecoa Drummond: mesmo na esquina sombria do tempo, há quem insista

Por CAIO BUGIATO & GEREMIAS CARVALHO: Breve análise da última cúpula da OTAN

Por TIAGO NOGARA: As ameaças de Trump refletem não apenas a estratégia da política externa dos EUA, mas também o impacto das iniciativas BRICS em âmbito internacional

Por EMMANUEL TODD: O que emerge nos EUA e na Europa não é um populismo monolítico, mas um arquipélago de revoltas nacionais — cada uma moldada por traumas próprios e ilusões coletivas. Se o século XX foi a era das

Por TADEU VALADARES: A transição hegemônica entre Estados Unidos e China não é mera conjuntura geopolítica, mas o capítulo mais recente de um capitalismo histórico de 800 anos que chegou ao seu estágio bifronte: produtivo versus financeiro-bélico

Por MAGDA FURTADO: A trégua entre Israel e Irã é marcada por tensões históricas e geopolíticas, com implicações profundas para a estabilidade regional e consequências humanitárias devastadoras

Por VALERIO ARCARY: A guerra contra o Irã revela a ilusão da invencibilidade: mesmo nações poderosas aprendem, tarde demais, que a soberania não se destrói com bombas, mas se fortalece na resistência de um povo. A história julgará não apenas

Por IVAN DA COSTA MARQUES, LUCAS BUOSI, FABRÍCIO NEVES & CAROLINE PEREIRA: A verdadeira soberania digital exigirá não apenas infraestrutura, mas também a capacidade de negociar em um tabuleiro global onde tecnologia e poder são indivisíveis

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Por GILBERTO LOPES: O discurso da “ameaça russa” justifica tanques e mísseis, mas silencia sobre os riscos de uma escalada sem volta. No jogo da guerra, a Alemanha aposta alto – e o mundo segura o fôlego

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Por DIEGO RABELO: O ataque ao Irã é um recado contra a multipolaridade, contra os povos do Sul Global e, principalmente, contra o projeto de soberania energética e geopolítica dos BRICS