
A geopolítica em 2026
Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por JEAN MARC VON DER WEID: A ação de Trump na Venezuela não é movida apenas pelo petróleo, mas pela reafirmação do controle geopolítico no “quintal” americano e pelo bloqueio da influência chinesa, usando uma combinação de força bruta e

Por FERNANDO HORTA: A obsessão de Trump pela Groenlândia revela apenas a ponta norte de sua doutrina; seu prolongamento geodésico aponta diretamente para o Nordeste brasileiro, reconvertendo a região em alvo estratégico da defesa imperial

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade

Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana

Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A atual reativação da Doutrina Monroe evidencia que o imperialismo estadunidense não é uma fase superada, mas uma lógica estrutural que persiste, adaptando-se para manter seu domínio em um mundo multipolar em gestação

Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política

Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto

Por PAUL KRUGMAN: A guerra por petróleo na Venezuela é uma ficção: as reservas são superestimadas, os custos proibitivos e os únicos lucros reais são os de aliados políticos de Trump, não do contribuinte americano

Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial

Por CÉSAR MORTARI BARREIRA: A nova ordem mundial é a anarquia brutal dos que comandam sem precisar de justificativas

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A agressão à Venezuela não é um episódio isolado, mas o ensaio de um novo colonialismo — sem máscaras, sem mediações, onde o petróleo dita a lei e a força bruta substitui a ordem

Por EMIR SADER: A academia, ao engolir o intelectual público, trocou a praça pelo campus e a língua comum pelo jargão — e, com isso, silenciou-se uma voz essencial para o debate democrático

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Enquanto parte da elite se contenta com o papel de vassalo, o risco existencial do Brasil revela-se não na geografia, mas na vacuidade de nossa vontade coletiva de nos defender

Por DMITRY TRENIN: O cenário de 2026 aponta para uma confrontação prolongada e fragmentada

Por JEAN MARC VON DER WEID: A ação de Trump na Venezuela não é movida apenas pelo petróleo, mas pela reafirmação do controle geopolítico no “quintal” americano e pelo bloqueio da influência chinesa, usando uma combinação de força bruta e

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Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A agressão estadunidense, que incluiu o rapto de Maduro e a imposição de um bloqueio naval, revela a disposição de Washington em usar a força bruta para recolonizar a América Latina, enfrentando uma resistência popular e institucional

Por HENRY BOISROLIN: A resposta à barbárie imperialista deve ser a mesma dos escravizados do Haiti e de Zumbi: organização, coragem e a convicção de que a submissão nunca trará liberdade

Por JOSÉ LUÍS FIORI: O direito à guerra das grandes potências, herança westfaliana, acelera a corrida ao abismo e consolida um império do caos sob a hegemonia norte-americana

Por LISZT VIEIRA: A escalada militar trumpista, marcada pela invasão da Venezuela e ameaças unilaterais, transforma a soberania nacional em concessão da potência hegemônica e espalha a gasolina para um incêndio global

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: A atual reativação da Doutrina Monroe evidencia que o imperialismo estadunidense não é uma fase superada, mas uma lógica estrutural que persiste, adaptando-se para manter seu domínio em um mundo multipolar em gestação

Por VALERIO ARCARY: A esquerda deve posicionar-se diante de dilemas históricos escolhendo o campo que enfraquece o imperialismo, sem jamais confundir aliança militar com submissão política

Por EMILIANO JOSÉ: A história se repete: a mesma engrenagem que financiou a direita antes de 1964 atua hoje, transformando ajuda em arma política e diplomacia em terrorismo de Estado

Por MAURIZIO LAZZARATO: O rearmamento europeu não é um projeto de defesa, mas um mecanismo financeiro desesperado: a criação de uma nova bolha de capitais para salvar um sistema que só conhece a reprodução através da guerra e da destruição

Por PAULO GHIRALDELLI: Trump não é um novo imperialista, mas o sintoma de uma potência às cegas: onde o capital financeiro desterrou as elites e a política virou um espetáculo vazio de projeto

Por PAUL KRUGMAN: A guerra por petróleo na Venezuela é uma ficção: as reservas são superestimadas, os custos proibitivos e os únicos lucros reais são os de aliados políticos de Trump, não do contribuinte americano

Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial

Por CÉSAR MORTARI BARREIRA: A nova ordem mundial é a anarquia brutal dos que comandam sem precisar de justificativas

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

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Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Enquanto parte da elite se contenta com o papel de vassalo, o risco existencial do Brasil revela-se não na geografia, mas na vacuidade de nossa vontade coletiva de nos defender