
A campanha militar dos EUA
Por ANDREW KORYBKO: A campanha contra o Irã não é sobre Teerã, mas sobre Pequim: o petróleo iraniano é a moeda de troca para conter a China

Por ANDREW KORYBKO: A campanha contra o Irã não é sobre Teerã, mas sobre Pequim: o petróleo iraniano é a moeda de troca para conter a China

Por GILBERTO LOPES: Entre guerras evitáveis e hegemonias em declínio, o mundo avança sem escuta e flerta com riscos que podem se tornar irreversíveis

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A violência escolar é o produto previsível de um arranjo social que normaliza o intolerável

Por GILBERTO MARINGONI: O ataque ao Irã não busca conquistar, mas decapitar: mostrar força para esconder a fragilidade da hegemonia que se perde

Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A defesa da liberdade transforma-se em método de intervenção permanente, onde a violência aparece como gesto civilizatório

Por CAIO BUGIATO: O imperialismo permanece como estrutura ativa de dominação, agora exercido de forma aberta por um poder em declínio

Por KRISTIAN FEIGELSON & EBRAHIM SALIMIKOUCHI: A terra arrasada prometida pelos mulás pode ser o único legado de um regime que sacrificou o futuro pelo controle do presente

Por RICARDO ABRAMOVAY: Recomendar o aumento no consumo de produtos animais, em detrimento da diversificação das dietas com alimentos in natura ou minimamente processados, tem consequências desastrosas sobre os serviços ecossistêmicos, a começar pelo clima

Por DANIEL AARÃO REIS: A agressão como método revela a crise da ordem internacional e a fragilidade das respostas ao sul do continente

Por CRIXUS BABEUF & ULYSSES BATKO: A resistência ao ICE em Minnesota ensina que a defesa passiva não basta quando o inimigo não recua um milímetro

Por MARK KESSELMAN: O trumpismo opera pela dupla agenda de autopromoção pessoal e projeto MAGA, usando o controle de narrativas como arma central para redefinir a realidade americana

Por JIANG SHIXUE: A era da informação ampliou a análise, mas a imprevisibilidade do poder reduziu a capacidade de prever e recomendar

Por GABRIEL COHN: A inação diante de Cuba repete o erro fatal de Munique: apaziguar o agressor só adia a guerra e a torna mais devastadora — a história não perdoa os que se calam diante do fascismo renascente

Por NICOLÁS GONÇALVES: Quando a diversidade cabe no palco, mas não ameaça a estrutura, a celebração vira forma de controle

Por ARTHUR COELHO BEZERRA: Entre apagões elétricos e culturais, Bad Bunny transforma o palco do império em espaço de afirmação latino-americana

Por RAFAEL R. IORIS: A maneira de atuação da ICE poderá fazer com que o que tem sido até aqui um dos carros chefe do atual governo se converta na oportunidade que faltava para organizar uma resistência mais coordenada ao

Por Dédallo Neves: A colonização das concepções democráticas fala muito sobre o nosso cenário político, que só sabe viver na contradição fundamental “democracia versus barbárie”; há quantos anos? Será essa mesma a nossa contradição fundamental?

Por RONALD LEÓN NÚÑEZ: O SPD preferiu aliar-se aos generais e aos Freikorps a ver o poder nas mãos dos conselhos operários

Por GILBERTO MARINGONI: O bloqueio a Cuba não é apenas econômico, é uma tentativa de apagar a memória de um povo que aprendeu, desde criança, que a vergonha de 1901 não pode se repetir

Por EMILIANO JOSÉ: A Lava Jato não foi apenas lawfare, foi a ponta de lança de um projeto imperial para tomar o petróleo do pré-sal

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