
O panóptico estadunidense
Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por RAFAEL SOUSA SIQUEIRA: A crítica decolonial, ao essencializar raça e território, acaba por negar as bases materiais do colonialismo, tornando-se uma importação acadêmica que silencia tradições locais de luta

Por JOSÉ CRISÓSTOMO DE SOUZA: Apresentação do autor ao livro recém-publicado

Por FLÁVIO ROCHA DE DEUS: O discurso de ódio não é debate, mas a expressão irracional de uma superioridade inventada: transforma pessoas em estereótipos abstratos para justificar a negação de sua humanidade e dignidade

Por THOMAS AMORIM: Comentário ao livro de Anna Kornbluh

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Posfácio do livro póstumo recém-lançado de Gérard Lebrun

Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços

Por VINÍCIUS DE OLIVEIRA PRUSCH: Comentário sobre o livro de Marco Maurizi

Por PAULO GHIRALDELLI: Quando o pensamento se torna dogma pelo aplauso dos seguidores, a maior loucura é acreditar que ainda se está filosofando

Por JOÃO P. PEREIRA: Da fotografia estática da lógica formal ao filme em movimento da dialética: uma síntese superior que captura o mundo no seu contexto, suas contradições dinâmicas e seu devir

Por HELTON ADVERSE: Comentário ao livro recém-lançado de Sérgio Cardoso

Por TERRY PINKARD: Prefácio ao livro recém-lançado de Emmanuel Nakamura

Por PAULO VITOR GROSSI: Considerações sobre técnicas mentais para a sobrevivência humana no século XXI

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O Brasil transforma a catástrofe em ritual administrativo, onde o Congresso encena uma comédia legislativa: o golpe vira regimento, a barbárie é constitucional e o colapso é um expediente burocrático

Por EMIR SADER: O lawfare e a judicialização da política, como golpe brando, sucedem as revoluções coloridas na guerra híbrida. Essa estratégia, exemplificada no Brasil a partir das manifestações de 2013 e na perseguição a Lula, visa criminalizar a esquerda

Por ADRIANA ESCOSTEGUY-MEDRONHO: As ideias de democracia radical e indeterminação política de Lefort inspiraram intelectuais brasileiros durante a ditadura e na formação do PT. Há tensão entre teoria e prática política na confluência do filósofo e o Brasil

Por ELISEU RAPHAEL VENTURI: A democracia não perece quando falha a forma, mas quando desiste de escutar o sujeito por trás do espelho embaçado do “povo”

Por JOHN KARLEY DE SOUSA AQUINO: A filosofia brasileira sofre de uma colonização cultural profunda que a transformou num “departamento francês de ultramar”, onde filósofos locais, com complexo de inferioridade, reproduzem ideias europeias como produtos acabados

Por ARI MARCELO SOLON & ALAN BRAGANÇA WINTHER: Os fundamentos da ciência da computação e da filosofia do direito mostram que a Inteligência Artificial é estruturalmente incapaz de realizar justiça, pois esta exige historicidade, interpretação contextual e uma “variável caótica”

Por GABRIEL SILVA: A violência racial tem endereço: os laboratórios, as universidades, as categorias científicas que tornam a morte de corpos negros aceitável

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