
Tudo começa e termina em Gaza
Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

Por DIEGO RABELO: A contradição é flagrante: clubes que vestem as cores do progressismo são financiados por regimes que asfixiam as liberdades que essas mesmas cores representam

Por PEDRO LIMA VASCONCELLOS: Introdução do autor ao livro recém-lançado

Por LUCYANE DE MORAES: Diante do espetáculo da barbárie, o ato radical de escutar tornou-se o primeiro passo para desmontar a arquitetura do extermínio e sua racionalidade perversa

Por GIDEON LEVY: Quando 62% da população nega a existência de inocentes em Gaza, a desumanização deixa de ser projeto extremista para se tornar consenso nacional sustentado por uma máquina de negação midiática

Por RAMZY BAROUD: O padrão histórico da “paz” na Palestina se repete: cada massacre é seguido por uma farsa diplomática que transforma a resistência em obstáculo à paz, enquanto a limpeza étnica avança sob os aplausos da comunidade internacional

Por CARLOS EDUARDO ARAÚJO: Quando Dante confessava a impotência da linguagem diante dos corpos mutilados, não imaginava que seu inferno poético se tornaria o realismo brutal de Gaza, onde a espada demoníaca se transformou em bombas de precisão

Por EMILIANO JOSÉ: A “proposta de paz” que exclui a principal força política palestina e celebra a vitória do massacre consolida uma paz de cemitério, onde o vencedor dita os termos sob a ameaça de abrir ainda mais as portas

Por MAGNO DE CARVALHO: A travessia é uma metáfora em movimento: contra a tempestade, a avaria e a ameaça de drones, navega a convicção inabalável de que furar um bloqueio físico é, antes de tudo, romper o cerco da indiferença

Por MARCIA GOBBI: No laboratório de horrores de Gaza, ainda há espaço para a infância, ou esta foi substituída pela espera constante da morte, transformando-nos de espectadores distantes em cúmplices responsáveis por cada vida negada?

Por GABRIEL COHN: A criação de um Estado palestino, embora necessária, é vista como uma solução trágica. Ela perpetua a lógica do Estado nacional, uma instituição problemática que aprisiona povos e gera conflitos, em vez de buscar alternativas supranacionais mais

Por EMILIO CAFASSI: Mais do que um conflito territorial, a tragédia de Gaza expõe a inversão grotesca do projeto iluminista, onde um Estado teocrático e expansionista esvazia de sentido as promessas universais de razão, direito e fraternidade

Por MAX BLUMENTHAL & ANYA PARAMPIL: A tentativa de Charlie Kirk de desafiar o lobby pró-Israel custou-lhe o financiamento, gerou ameaças de seus ex-aliados e, por fim, pode ter custado sua vida. Sua história expõe o preço da dissidência dentro

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Diante do matadouro em Gaza, a solidariedade internacional emerge como último bastião de humanidade. Enquanto os governos ocidentais compactuam com o genocídio, a coragem da flotilha e da nova geração anti-imperialista carrega a esperança de

Por OSVALDO COGGIOLA E OUTROS: Uma crítica à posição da associação dos docentes da USP sobre o genocídio em Gaza

Por CHRIS HEDGES: A história é uma ameaça mortal para Israel. Ela expõe a imposição violenta de uma colônia europeia no mundo árabe. Revela a campanha implacável para des-arabizar um país árabe

Por LAYMERT GARCIA DOS SANTOS: Não há tecnologia neutra no Estado de exceção: o Technion opera como laboratório do extermínio, transformando conhecimento em arma – e a Unicamp não pode ser cúmplice dessa perversão fáustica da ciência

Por EMILIANO JOSÉ: A imprensa brasileira embarcou nos novos esforços de golpe, agora, associados, a extrema-direita política, o empresariado monopolista, o capital financeiro e ela própria. Trata o quinta-coluna presente nos EUA com pompa e circunstância.

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A análise crítica das atrocidades contemporâneas revela um mundo onde a violência e a desigualdade são perpetuadas por interesses econômicos e políticos, destacando a necessidade urgente de uma reflexão ética e moral

Por TARSO GENRO: Assistimos à naturalização do inaceitável: a transformação de um genocídio em mero episódio geopolítico, revelando que a razão já deu lugar aos monstros que produziu

Por DIEGO RABELO: A contradição é flagrante: clubes que vestem as cores do progressismo são financiados por regimes que asfixiam as liberdades que essas mesmas cores representam

Por PEDRO LIMA VASCONCELLOS: Introdução do autor ao livro recém-lançado

Por LUCYANE DE MORAES: Diante do espetáculo da barbárie, o ato radical de escutar tornou-se o primeiro passo para desmontar a arquitetura do extermínio e sua racionalidade perversa

Por GIDEON LEVY: Quando 62% da população nega a existência de inocentes em Gaza, a desumanização deixa de ser projeto extremista para se tornar consenso nacional sustentado por uma máquina de negação midiática

Por RAMZY BAROUD: O padrão histórico da “paz” na Palestina se repete: cada massacre é seguido por uma farsa diplomática que transforma a resistência em obstáculo à paz, enquanto a limpeza étnica avança sob os aplausos da comunidade internacional

Por CARLOS EDUARDO ARAÚJO: Quando Dante confessava a impotência da linguagem diante dos corpos mutilados, não imaginava que seu inferno poético se tornaria o realismo brutal de Gaza, onde a espada demoníaca se transformou em bombas de precisão

Por EMILIANO JOSÉ: A “proposta de paz” que exclui a principal força política palestina e celebra a vitória do massacre consolida uma paz de cemitério, onde o vencedor dita os termos sob a ameaça de abrir ainda mais as portas

Por MAGNO DE CARVALHO: A travessia é uma metáfora em movimento: contra a tempestade, a avaria e a ameaça de drones, navega a convicção inabalável de que furar um bloqueio físico é, antes de tudo, romper o cerco da indiferença

Por MARCIA GOBBI: No laboratório de horrores de Gaza, ainda há espaço para a infância, ou esta foi substituída pela espera constante da morte, transformando-nos de espectadores distantes em cúmplices responsáveis por cada vida negada?

Por GABRIEL COHN: A criação de um Estado palestino, embora necessária, é vista como uma solução trágica. Ela perpetua a lógica do Estado nacional, uma instituição problemática que aprisiona povos e gera conflitos, em vez de buscar alternativas supranacionais mais

Por EMILIO CAFASSI: Mais do que um conflito territorial, a tragédia de Gaza expõe a inversão grotesca do projeto iluminista, onde um Estado teocrático e expansionista esvazia de sentido as promessas universais de razão, direito e fraternidade

Por MAX BLUMENTHAL & ANYA PARAMPIL: A tentativa de Charlie Kirk de desafiar o lobby pró-Israel custou-lhe o financiamento, gerou ameaças de seus ex-aliados e, por fim, pode ter custado sua vida. Sua história expõe o preço da dissidência dentro

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Diante do matadouro em Gaza, a solidariedade internacional emerge como último bastião de humanidade. Enquanto os governos ocidentais compactuam com o genocídio, a coragem da flotilha e da nova geração anti-imperialista carrega a esperança de

Por OSVALDO COGGIOLA E OUTROS: Uma crítica à posição da associação dos docentes da USP sobre o genocídio em Gaza

Por CHRIS HEDGES: A história é uma ameaça mortal para Israel. Ela expõe a imposição violenta de uma colônia europeia no mundo árabe. Revela a campanha implacável para des-arabizar um país árabe

Por LAYMERT GARCIA DOS SANTOS: Não há tecnologia neutra no Estado de exceção: o Technion opera como laboratório do extermínio, transformando conhecimento em arma – e a Unicamp não pode ser cúmplice dessa perversão fáustica da ciência

Por EMILIANO JOSÉ: A imprensa brasileira embarcou nos novos esforços de golpe, agora, associados, a extrema-direita política, o empresariado monopolista, o capital financeiro e ela própria. Trata o quinta-coluna presente nos EUA com pompa e circunstância.

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A análise crítica das atrocidades contemporâneas revela um mundo onde a violência e a desigualdade são perpetuadas por interesses econômicos e políticos, destacando a necessidade urgente de uma reflexão ética e moral