
A desumanidade dos escravocratas
Por LEONARDO BOFF: A escravidão brasileira não foi branda, mas um projeto de desumanização metódica, onde a crueldade era pedagógica e a fé cristã serviu para legitimar o horror

Por LEONARDO BOFF: A escravidão brasileira não foi branda, mas um projeto de desumanização metódica, onde a crueldade era pedagógica e a fé cristã serviu para legitimar o horror

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por EMIR SADER: Entre os avanços democráticos e as heranças do colonialismo, o Brasil enfrenta o desafio de superar o ciclo neoliberal para definir sua soberania no século XXI

Por LÁZARO VASCONCELOS OLIVEIRA: O corpo negro queer é a figura do ‘outro absoluto’: expulso da economia libidinal do mundo, ele encarna a castração ontológica que estrutura a morte social

Por YONÁ DOS SANTOS: A interseccionalidade desvela como o cruzamento estrutural de opressões naturaliza a violência fatal contra corpos racializados e periféricos, transformando mortes como a de Tainara em expressão de uma ordem social genocida

Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional

Por FRANCISCO TEIXEIRA: O debate entre a valorização cultural de Gilberto Freyre e o materialismo de Caio Prado Júnior revela o abismo epistemológico que molda as interpretações sobre a contribuição negra e a herança escravista no Brasil

Por GABRIEL SANTOS: A concessão do título de Doutor Honoris Causa a Emicida celebra a música como um projeto social e reafirma o papel do hip-hop na construção de uma intelectualidade orgânica voltada ao enfrentamento do racismo

Por RONALDO TADEU DE SOUZA: O centenário de Frantz Fanon consolida um robusto campo de estudos no Brasil, transformando a efeméride em um acontecimento que reconecta a espectralidade do pensamento revolucionário às urgências da luta racial contemporânea

Por LUIZ EDUARDO MOTTA: Posfácio do livro recém-lançado de Ricardo Ramos Shiota

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por SAMUEL KILSZTAJN: Com as políticas de ações afirmativas, as universidades brasileiras começaram a assumir a cara do país

Por LUIZ BERNARDO PERICÁS: Uma trajetória de constante reinvenção, da marginalidade ao internacionalismo, cujo pensamento evoluiu do nacionalismo negro para uma luta global contra a opressão, unindo raça, classe e anticolonialismo

Por MÁRIO MAESTRI: Um pequeno clássico esquecido da historiografia marxista brasileira

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: O poder não é dado, é conquistado. E quando mulheres negras se erguem, toda a comunidade se fortalece

Por FERNANDO LIONEL QUIROGA & ULISSES TERTO NETO: A escola torna-se, por excelência, o espaço da ideologia. É por meio dela que se produz o dissenso. É na escola que se reproduz o pensamento maniqueísta e binário: ela treina e

Por GABRIEL SILVA: A violência racial tem endereço: os laboratórios, as universidades, as categorias científicas que tornam a morte de corpos negros aceitável

Por JUAN MICHEL MONTEZUMA: Do debate conceitual aos dados da violência: a trajetória de uma ideia que desmonta o mito da democracia racial e revela um projeto de extermínio

Por HELENA PONTES DOS SANTOS: O mesmo Estado que mata nas favelas é o que legitima nos tribunais a precarização – duas faces de um genocídio que transforma corpos negros em combustível do capital

Por YONÁ DOS SANTOS: A pergunta que tenta ironizar a consciência negra revela, sem querer, o próprio medo: o de que um novo olhar sobre a história possa finalmente desmontar a narrativa que há séculos sustenta privilégios

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