
Esperança sem otimismo
Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por ERIVELTO DA ROCHA CARVALHO: Comentário sobre a novela de Yuri Herrera

Por SANDRA BITENCOURT: Entre o boicote ideológico a um anúncio de chinelos e a fragilidade ética do jornalismo de denúncia, o cenário comunicacional revela como o manejo de antagonismos e a ausência de métodos rigorosos ameaçam a democracia

Por JAYATI GHOSH: Apesar da oposição do Congresso, Luiz Inácio Lula da Silva lançou uma política industrial ambiciosa voltada para aumentar a capacidade de energia renovável e expandir as capacidades de defesa doméstica

Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional

Por EDUARDO ELY MENDES RIBEIRO: A psicanálise é política não por adotar causas, mas por revelar como o sujeito se constitui nas malhas do social — e como a cura exige reconhecer a incompletude como condição humana

Por FRANCISCO TEIXEIRA: O debate entre a valorização cultural de Gilberto Freyre e o materialismo de Caio Prado Júnior revela o abismo epistemológico que molda as interpretações sobre a contribuição negra e a herança escravista no Brasil

Por LUCIANA MOLINA: Enquanto a biblioteca representa o paraíso para a literatura, a realidade das escolas públicas brasileiras revela um cenário de exclusão, onde instituições sem bibliotecários e livros lacrados aprofundam o abismo cultural

Por PENILDON SILVA FILHO: O Orçamento de 2026 expõe a paralisia entre o ideário minimalista e a urgência de um projeto soberano, evidenciando como a drenagem de recursos para juros e emendas parlamentares sufoca o papel indutor do Estado

Por NICOLÁS GONÇALVES: A análise da desigualdade contemporânea expõe como o capital compra frações de existência e segurança, aprofundando o abismo entre aqueles que possuem o privilégio do ócio qualificado e os que vendem sua energia vital pela sobrevivência

Por GABRIEL SANTOS: A concessão do título de Doutor Honoris Causa a Emicida celebra a música como um projeto social e reafirma o papel do hip-hop na construção de uma intelectualidade orgânica voltada ao enfrentamento do racismo

Por RONALDO TADEU DE SOUZA: O centenário de Frantz Fanon consolida um robusto campo de estudos no Brasil, transformando a efeméride em um acontecimento que reconecta a espectralidade do pensamento revolucionário às urgências da luta racial contemporânea

Por FLÁVIO AGUIAR: Enquanto o governo consolida vitórias diplomáticas e econômicas, as oposições enfrentam um cenário de fragmentação, marcado por tentativas frustradas de pautar a segurança pública e a política externa

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO:
Comentário sobre o livro de Ana Maria Bahiana

Por LEONARDO BOFF: Diante do avanço do Antropoceno e da degradação climática, a humanidade defronta-se com o risco real de extinção, exigindo uma transição urgente da agressividade predatória para uma ética de cuidado e cooperação

Por ARTHUR OSCAR GUIMARÃES: O exame da Nova Indústria Brasil revela o desafio de converter a recuperação cíclica em competitividade sistêmica, alertando para os riscos de um crescimento que não transborda para os setores menos dinâmicos e para a geração

Por GUSTAVO FELIPE OLESKO: Sob a máscara da fragmentação e da fluidez pós-moderna, o capital opera uma totalização invisível que unifica o tempo e o espaço, convertendo a subjetividade e o lazer em novas fronteiras de exploração e valorização

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: O conceito de ultraimperialismo descreve a hegemonia norte-americana como um sistema que transcende o controle econômico para colonizar o inconsciente, manipulando o desejo e fragmentando a resistência social

Por LUIZ EDUARDO MOTTA: Posfácio do livro recém-lançado de Ricardo Ramos Shiota

Por LUIZ MARQUES: Ao confrontar o otimismo compulsivo norte-americano com a melancolia da formação brasileira, a análise propõe a esperança como uma práxis política capaz de honrar o passado e projetar a emancipação social

Por ERIVELTO DA ROCHA CARVALHO: Comentário sobre a novela de Yuri Herrera

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