
O senso de decência
Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Sempre acho divertida a melancolia romântica daqueles que dizem que “adoram papel”. Revelam o quanto ainda estão saudosistas dos papiros e das alergias provocadas pelos ácaros que proliferam nos papéis envelhecidos.

Por OTAVIO ALMEIDA FILHO: A identidade baiana forjada no mito da alegria é desvelada como uma fina camada de verniz sobre uma profunda crise civilizatória. O barulho dos trios e a fervorosa economia da fé não conseguem calar o silêncio

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Como é possível que a Europa se curve de forma tão humilhante perante os EUA e que no Brasil ainda trinta e cinco por cento da população aplauda, vote e mande PIX para esse tumor maligno

Por OTAVIO ALMEIDA FILHO: Perguntar o que fazer continua impondo sua atualidade e essa pergunta é a mesma que muitos, ainda hoje, continuam fazendo. Que fazer? Como mudar esse animal canalha, mentiroso, perverso, doente que chega aos mais altos cargos

Por OTÁVIO A. FILHO: Entre Platão e as fake news, a verdade se esconde sob véus tecidos por séculos. Maya – palavra hindu que fala das ilusões – nos ensina: a ilusão é parte do jogo, e desconfiar é o

Por OTAVIO A. FILHO: O destino não está no algoritmo de Zuckerberg, mas no código aberto da inventividade baiana que teima em transformar o “cortejo de horrores” em poesia concreta

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Diante das ameaças nucleares, crises sociais e do progresso tecnológico desenfreado, o mundo segue em descenso civilizatório, corroído pelo cinismo e pela perda geral do senso de decência

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Sempre acho divertida a melancolia romântica daqueles que dizem que “adoram papel”. Revelam o quanto ainda estão saudosistas dos papiros e das alergias provocadas pelos ácaros que proliferam nos papéis envelhecidos.

Por OTAVIO ALMEIDA FILHO: A identidade baiana forjada no mito da alegria é desvelada como uma fina camada de verniz sobre uma profunda crise civilizatória. O barulho dos trios e a fervorosa economia da fé não conseguem calar o silêncio

Por OTÁVIO ALMEIDA FILHO: Como é possível que a Europa se curve de forma tão humilhante perante os EUA e que no Brasil ainda trinta e cinco por cento da população aplauda, vote e mande PIX para esse tumor maligno

Por OTAVIO ALMEIDA FILHO: Perguntar o que fazer continua impondo sua atualidade e essa pergunta é a mesma que muitos, ainda hoje, continuam fazendo. Que fazer? Como mudar esse animal canalha, mentiroso, perverso, doente que chega aos mais altos cargos

Por OTÁVIO A. FILHO: Entre Platão e as fake news, a verdade se esconde sob véus tecidos por séculos. Maya – palavra hindu que fala das ilusões – nos ensina: a ilusão é parte do jogo, e desconfiar é o

Por OTAVIO A. FILHO: O destino não está no algoritmo de Zuckerberg, mas no código aberto da inventividade baiana que teima em transformar o “cortejo de horrores” em poesia concreta