
A racionalidade equívoca
Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Posfácio do livro póstumo recém-lançado de Gérard Lebrun

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Posfácio do livro póstumo recém-lançado de Gérard Lebrun

Por REMY J. FONTANA: Apresentação de um dos autores do livro recém-lançado

Por PAUL KRUGMAN: A guerra por petróleo na Venezuela é uma ficção: as reservas são superestimadas, os custos proibitivos e os únicos lucros reais são os de aliados políticos de Trump, não do contribuinte americano

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A dominação contemporânea opera pela aceleração e interrupção do pensamento. Superar a dependência exige desbloquear o tempo histórico e recuperar o ritmo da crítica

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por SÉRGIO GADINI: A taxa Selic nas nuvens é menos uma ferramenta técnica e mais um instrumento de poder, que garante lucros extraordinários ao sistema financeiro, custeados pelo Tesouro Nacional e pela população

Por CLAUDIO KATZ: Entre o sequestro de Maduro e o desejo pelo petróleo, Trump resgata o colonialismo explícito e desafia a soberania regional, transformando a Venezuela no marco zero de um novo e perigoso domínio imperial

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO, ANDRÉ LUIZ PASSOS SANTOS, NATHAN CAIXETA & MURILO TAMBASCO: Em 2026, o Brasil navega entre desemprego baixo e desaceleração, enquanto o mundo enfrenta estagnação avançada e bolhas de risco nos EUA

Por CÉSAR MORTARI BARREIRA: A nova ordem mundial é a anarquia brutal dos que comandam sem precisar de justificativas

Por ELTON CORBANEZI: Mais que um intelectual, Bruni foi um artesão do pensamento: sua lentidão deliberada era um gesto político contra a desumanidade do capital e uma prova de que ainda é possível ruminar ideias em tempos áridos

Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível

Por EUGÊNIO BUCCI: A humilhação espetacular não é mero efeito colateral, mas o núcleo da nova política externa: onde a força se encena para anular a soberania alheia, transformando a realidade em um palco de dominação sem roteiro

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: A agressão à Venezuela não é um episódio isolado, mas o ensaio de um novo colonialismo — sem máscaras, sem mediações, onde o petróleo dita a lei e a força bruta substitui a ordem

Por EMIR SADER: A academia, ao engolir o intelectual público, trocou a praça pelo campus e a língua comum pelo jargão — e, com isso, silenciou-se uma voz essencial para o debate democrático

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Enquanto parte da elite se contenta com o papel de vassalo, o risco existencial do Brasil revela-se não na geografia, mas na vacuidade de nossa vontade coletiva de nos defender

Por FABIO LUIS BARBOSA DOS SANTOS: O ataque à Venezuela expõe o colapso do liberalismo no abraço à direita radical, revelando um novo imperialismo que substitui a política pelo “embaçamento” entre mentira e força

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

Por LUIZ EDUARDO SIMÕES DE SOUZA: Comentário sobre o livro de Milton Blay

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