
A cia. do terror
Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A naturalização midiática da ingerência estrangeira é o silencioso aval a um roteiro de terror já conhecido, que troca a soberania dos povos pelos interesses do império

Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A naturalização midiática da ingerência estrangeira é o silencioso aval a um roteiro de terror já conhecido, que troca a soberania dos povos pelos interesses do império

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: Por trás do discurso técnico que condena o investimento público, esconde-se uma ficção perigosa: a de que é possível gerar renda para todos sem que ninguém ouse gastar primeiro

Por BERTRAND ARNAUD: O controle da China sobre as terras raras não é um blefe temporário, mas o resultado de décadas de planejamento que transformou sua base produtiva em uma fortaleza geopolítica inexpugnável

Por YONÁ DOS SANTOS: A experiência das mulheres negras revela racionalidades económicas plurais, desafiando o mito do indivíduo calculista e expondo o caráter patriarcal e racista da ciência econômica tradicional

Por RODOLFO DAMIANO: A visibilidade é apenas o primeiro passo; a verdadeira prevenção exige políticas públicas baseadas em evidências e um olhar voltado para a vida, não para a morte

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: A biografia ímpar de Florestan forjou uma sociologia na fronteira entre o rigor acadêmico e a experiência visceral da pobreza, antecipando o debate contemporâneo sobre quem tem autoridade para narrar a opressão

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Enquanto a russofobia e a arrogância ocidental impedem o diálogo, surge a proposta ousada de o Brasil erguer no Rio de Janeiro a ágora global que o mundo necessita para enfrentar seus dilemas mais prementes

Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por RODRIGO GHIRINGHELLI DE AZEVEDO: O amadurecimento da esquerda exige superar as nostalgias autoritárias e assumir a democracia, em sua construção permanente e inacabada, como o campo estratégico irrenunciável

Por JORGE NÓVOA & ELEUTÉRIO F. S. PRADO: A busca por uma nova teoria do valor na atenção humana esbarra na própria natureza fetichista da mercadoria, que sempre mascara a verdadeira origem social do valor no trabalho abstrato

Por MICHAEL ROBERTS: A bolha da IA infla sobre uma base contraditória: seu próprio investimento sustenta o PIB que, por sua vez, justifica sua valorização, numa dança financeira que pode desmoronar com o primeiro sinal de desilusão

Por EVA LANDA: A armadilha do novo paradigma está em confundir a defesa legítima dos oprimidos com a criação de uma realidade persecutória, onde identidades fixas se tornam campos inimigos e a culpa original substitui o projeto comum de direitos

Por JOÃO P. PEREIRA: A abundância que gera escassez: a crise capitalista é um colapso de excesso, onde demasiado capital produz fome e desemprego, revelando a irracionalidade do sistema

Por LEONARDO BOFF: O colapso planetário nasce da decepção que virou depressão: as grandes narrativas morreram, e só o reencontro com nossa capacidade criativa pode reescrever o futuro

Por CHENG ENFU & YANG JUN:
A revolução permanente chinesa se afirma como antídoto dialético contra os becos sem saída: nem a rejeição da reforma nem a capitulação ao capitalismo, mas o autoaperfeiçoamento contínuo do sistema socialista

Por REGES SODRÉ: A estratégia da extrema direita transforma a desigualdade regional em arma política, convertendo a crise econômica em ódio tribal que beneficia as mesmas elites que exploram todo o território nacional

Por MILTON PINHEIRO & SOFIA MANZANO: Da resistência antinazista à luta anticolonial, a trajetória de Léon Landini encarnou a coerência revolucionária de quem combateu todas as formas de opressão sem jamais abandonar a simplicidade do militante

Por ALEXANDRE FAVARO LUCCHESI: A condecoração transforma um prêmio de paz em instrumento de guerra geopolítica, escancarando o cerco hipócrita que aprisiona uma nação rentista entre o autoritarismo interno e a dependência externa

Por MARCIO POCHMANN: O domínio parasitário das finanças, que esteriliza a economia real em benefício de uma minoria, cavou sepulturas para impérios e ameaça a própria soberania das nações periféricas

Por BERNHARD HORSTMANN: O Comitê do Nobel, temendo a ira de Donald Trump, entrega Prêmio da Paz a fantoche da mudança de regime

Por OSNAN SILVA DE SOUZA: A naturalização midiática da ingerência estrangeira é o silencioso aval a um roteiro de terror já conhecido, que troca a soberania dos povos pelos interesses do império

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: Por trás do discurso técnico que condena o investimento público, esconde-se uma ficção perigosa: a de que é possível gerar renda para todos sem que ninguém ouse gastar primeiro

Por BERTRAND ARNAUD: O controle da China sobre as terras raras não é um blefe temporário, mas o resultado de décadas de planejamento que transformou sua base produtiva em uma fortaleza geopolítica inexpugnável

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Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: A biografia ímpar de Florestan forjou uma sociologia na fronteira entre o rigor acadêmico e a experiência visceral da pobreza, antecipando o debate contemporâneo sobre quem tem autoridade para narrar a opressão

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.: Enquanto a russofobia e a arrogância ocidental impedem o diálogo, surge a proposta ousada de o Brasil erguer no Rio de Janeiro a ágora global que o mundo necessita para enfrentar seus dilemas mais prementes

Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por RODRIGO GHIRINGHELLI DE AZEVEDO: O amadurecimento da esquerda exige superar as nostalgias autoritárias e assumir a democracia, em sua construção permanente e inacabada, como o campo estratégico irrenunciável

Por JORGE NÓVOA & ELEUTÉRIO F. S. PRADO: A busca por uma nova teoria do valor na atenção humana esbarra na própria natureza fetichista da mercadoria, que sempre mascara a verdadeira origem social do valor no trabalho abstrato

Por MICHAEL ROBERTS: A bolha da IA infla sobre uma base contraditória: seu próprio investimento sustenta o PIB que, por sua vez, justifica sua valorização, numa dança financeira que pode desmoronar com o primeiro sinal de desilusão

Por EVA LANDA: A armadilha do novo paradigma está em confundir a defesa legítima dos oprimidos com a criação de uma realidade persecutória, onde identidades fixas se tornam campos inimigos e a culpa original substitui o projeto comum de direitos

Por JOÃO P. PEREIRA: A abundância que gera escassez: a crise capitalista é um colapso de excesso, onde demasiado capital produz fome e desemprego, revelando a irracionalidade do sistema

Por LEONARDO BOFF: O colapso planetário nasce da decepção que virou depressão: as grandes narrativas morreram, e só o reencontro com nossa capacidade criativa pode reescrever o futuro

Por CHENG ENFU & YANG JUN:
A revolução permanente chinesa se afirma como antídoto dialético contra os becos sem saída: nem a rejeição da reforma nem a capitulação ao capitalismo, mas o autoaperfeiçoamento contínuo do sistema socialista

Por REGES SODRÉ: A estratégia da extrema direita transforma a desigualdade regional em arma política, convertendo a crise econômica em ódio tribal que beneficia as mesmas elites que exploram todo o território nacional

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Por MARCIO POCHMANN: O domínio parasitário das finanças, que esteriliza a economia real em benefício de uma minoria, cavou sepulturas para impérios e ameaça a própria soberania das nações periféricas

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