
O imperialismo-uísque
Por HOMERO SANTIAGO: Comentário sobre o livro de Georges Orwell, Dias na Birmânia

Por HOMERO SANTIAGO: Comentário sobre o livro de Georges Orwell, Dias na Birmânia

Por ANDREW KORYBKO: Putin viu-se confrontado com a opção de escalar ou de continuar sua política de paciência estratégica, e escolheu a primeira opção

Por PAULO SILVEIRA: No ano de 1978, Nicos Poulantzas, publica o que viria a ser seu último livro (L’État, le pouvoir, le socialisme)

Por LISZT VIEIRA: Não pode haver acordo nem anistia para os golpistas. Não pode haver liberdade para os inimigos da liberdade

Por LUIZ RENATO MARTINS: A noção de forma objetiva apresentou-se diretamente ligada ao juízo histórico reflexivo, integrando o conjunto de respostas críticas ao novo ciclo de modernização capitalista no Brasil

Por ARMANDO BOITO: A disputa entre lideranças do campo da extrema direita não deve ser vista meramente como disputa entre egos ou entre camarilhas políticas desprovidas de enraizamento social

Por JOSÉ LUÍS FIORI: Se houver um acordo de paz na Ucrânia, o mais provável é que ele seja ponto de partida de uma nova corrida armamentista dentro da própria Europa e entre os EUA e a Rússia

Por LUIZ MARQUES: Para interromper o hábito e a superstição inerentes ao servilismo, basta se rebelar em lugar de consentir

Por RENATO JANINE RIBEIRO: A realidade impõe desde já entender que o campo da esquerda, especialmente o PT, não tem alternativa a não ser o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para 2026

Por GILBERTO MARINGONI: É preciso recuperar a rebeldia da esquerda. Se alguém chegasse de Marte e fosse acompanhar um debate de TV, seria difícil dizer quem seria o candidato de esquerda, ou de oposição

Por JEAN MARC VON DER WEID: Quem acreditou numa vitória da esquerda nas eleições de 2024 estava vivendo no mundo das fadas e dos elfos

Por LEONARDO BOFF: O real perigo do mantra do futuro presidente dos EUA Donald Trump: “Faça a América Grande Novamente” (MEGA) ou o aforismo “America first” (“a América em primeiro lugar”), mas que pensado é: “Só a América”

Por WALNICE NOGUEIRA GALVÃO: As memoráveis estratégias de artistas para burlar a ditadura militar brasileira

Por FLÁVIO AGUIAR: A Alemanha está com um governo fraco, minoritário, e com uma economia à deriva, beirando o naufrágio

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A geoeconomia da globalização, com sua interdependência complexa e sensibilidade a crises e conflitos, efetivamente, cria barreiras para a expansão geopolítica das grandes potências econômicas

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: Imperialismo e empresa estatal no capitalismo dependente brasileiro

Por OSVALDO COGGIOLA: No período renascentista, os universais do pensamento se reformularam através de um caminho tortuoso dentro do processo histórico convulsivo que modelou o mundo moderno

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Por PAULO SILVEIRA: No ano de 1978, Nicos Poulantzas, publica o que viria a ser seu último livro (L’État, le pouvoir, le socialisme)

Por LISZT VIEIRA: Não pode haver acordo nem anistia para os golpistas. Não pode haver liberdade para os inimigos da liberdade

Por LUIZ RENATO MARTINS: A noção de forma objetiva apresentou-se diretamente ligada ao juízo histórico reflexivo, integrando o conjunto de respostas críticas ao novo ciclo de modernização capitalista no Brasil

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Por JOSÉ LUÍS FIORI: Se houver um acordo de paz na Ucrânia, o mais provável é que ele seja ponto de partida de uma nova corrida armamentista dentro da própria Europa e entre os EUA e a Rússia

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