
The nerd Reich
Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: O Nerd Reich não ocupa territórios com tanques, mas invade cérebros com dados e vende a liberdade que diz proteger

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: O Nerd Reich não ocupa territórios com tanques, mas invade cérebros com dados e vende a liberdade que diz proteger

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A invasão dos EUA à Venezuela revela que o petróleo ainda é o verdadeiro motor da Doutrina Monroe no século XXI

Por JALDES MENESES: Encontramo-nos diante de novas causalidades e de um fenômeno politicamente distinto, embora familiar em seu ethos: um “novo fascismo”. Esta categoria merece aprofundamento

Por GIANCARLO SUMMA: A política “America First” de Trump desmonta o multilateralismo, convertendo a ONU em instrumento descartável e agravando crises humanitárias globais

Por GABRIEL TELES: O relógio do juízo final marca 85 segundos, mas o colapso já é o ar que respiramos — uma emergência normalizada

Por RENATO DAGNINO: Motiva este texto a reabertura do excelente programa Diálogo AMSUR, liderado por Antônio Granado, em 2 de fevereiro, intitulada “O Brasil e a Nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA”

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por MARK KESSELMAN: A deriva presidencial culmina no despotismo: Trump integra o que deveria ser separado, transformando o Partido e o Estado em extensões de seu projeto pessoal de poder absoluto

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: A única resposta à barbárie imperial — seja em Gaza, Caracas ou Minneapolis — é uma política feita com o povo, não em seu nome, e alianças redefinidas pela generosidade e não pelo cálculo de poder

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

Por TARSO GENRO: Da aridez de Juan Rulfo ao cinismo da extrema direita mundial, Tarso Genro denuncia a transição da cena pública para uma era de tirania privada, em que a gestão do caos e a aniquilação de povos desafiam

Por LUIZ GONZAGA BELLUZZO & MANFRED BACK: O Nerd Reich não ocupa territórios com tanques, mas invade cérebros com dados e vende a liberdade que diz proteger

Por FRANCISCO DOMINGUEZ: A invasão dos EUA à Venezuela revela que o petróleo ainda é o verdadeiro motor da Doutrina Monroe no século XXI

Por JALDES MENESES: Encontramo-nos diante de novas causalidades e de um fenômeno politicamente distinto, embora familiar em seu ethos: um “novo fascismo”. Esta categoria merece aprofundamento

Por GIANCARLO SUMMA: A política “America First” de Trump desmonta o multilateralismo, convertendo a ONU em instrumento descartável e agravando crises humanitárias globais

Por GABRIEL TELES: O relógio do juízo final marca 85 segundos, mas o colapso já é o ar que respiramos — uma emergência normalizada

Por RENATO DAGNINO: Motiva este texto a reabertura do excelente programa Diálogo AMSUR, liderado por Antônio Granado, em 2 de fevereiro, intitulada “O Brasil e a Nova Doutrina de Segurança Nacional dos EUA”

Por LORDE ROBERT SKIDELSKY: O próprio Keynes teria ficado deprimido, mas não surpreso com a facilidade com que o fervor da guerra pode ser alimentado para racionalizar políticas keynesianas que, de outra forma, seriam descartadas

Por EMILIANO JOSÉ: O ataque genocida a Cuba é o novo capítulo da guerra imperial contra a soberania: uma tentativa de estrangular, pela fome e pelo desespero, a última trincheira socialista da América

Por GIANCARLO SUMMA: A falência não é apenas financeira, mas política: a ONU vê esvaziada sua legitimidade por aqueles que um dia a conceberam como instrumento de seu poder

Por IURI CAVLAK: A história da Guiana é a crônica de como um governo legítimo e progressista foi desmontado peça a peça pela combinação de sabotagem econômica, manipulação étnica e violência patrocinada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A riqueza latino-americana é historicamente capturada como futuro alheio: nossa abundância material alimenta a soberania tecnológica e temporal das potências

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por MARK KESSELMAN: A deriva presidencial culmina no despotismo: Trump integra o que deveria ser separado, transformando o Partido e o Estado em extensões de seu projeto pessoal de poder absoluto

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: Sob a nova doutrina “Donroe”, os EUA trocam a retórica democrática pela força bruta, sequestrando governantes para confiscar petróleo e reafirmar seu hemisfério exclusivo

Por EMILIANO JOSÉ: O relatório da USAID é explícito: trata-se de expandir mercados para os EUA. Na Amazônia, isso significa converter biodiversidade em negócio e comunidades nativas em consumidores do império

Por CLAUDIO SERGIO INGERFLOM: A única resposta à barbárie imperial — seja em Gaza, Caracas ou Minneapolis — é uma política feita com o povo, não em seu nome, e alianças redefinidas pela generosidade e não pelo cálculo de poder

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por LISZT VIEIRA: Trump não precisa de tanques nas ruas; basta que as instituições se curvem, que a força seja usada sem legitimidade e que o mundo se acostume a um império em crise agônica

Por JIANG SHIXUE: O ataque estadunidense é um tiro no pé hegemônico: mina a frágil “Zona de Paz” latino-americana e acelera a busca por novos parceiros, como a China, que propõe cooperação sem canhões

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