EUA

Desembaçando a Venezuela

Por FABIO LUIS BARBOSA DOS SANTOS: O ataque à Venezuela expõe o colapso do liberalismo no abraço à direita radical, revelando um novo imperialismo que substitui a política pelo “embaçamento” entre mentira e força

As bravatas de Donald Trump

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

EUA – “a força faz o direito”

Por BERNHARD HORSTMANN: A “Cidade na Colina” apagou sua própria luz: ao abandonar até a justificação hipócrita, os EUA trocaram seu mito civilizatório por uma ganância sem freios, interna e externamente

O ditador (preferido) da rede Globo

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Venezuela – A causa do problema nunca será a solução

Por VÁRIOS AUTORES: O silêncio diante da violência nunca é neutralidade; é cumplicidade. A história, quando se pronuncia, raramente perdoa aqueles que desviaram o olhar – e desta vez, o olhar deve estar fixo na defesa de que a América

No capitalismo mafioso Nicolás Maduro veste Nike

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Donald Trump e o capitalismo predatório

Por LISZT VIEIRA: A ação na Venezuela expõe a transição do capitalismo liberal para o predatório, onde a força bruta suplanta o direito internacional para confiscar recursos estratégicos

Guerra contra a Venezuela

Por VALERIO ARCARY: A agressão dos EUA à Venezuela, sob a doutrina Monroe+Trump, marca um giro neocolonial no continente, onde a extração de um presidente soberano revela a disposição imperial de redesenhar à força a geopolítica hemisférica

EUA, o herói vilão

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Império sequestra e barbariza

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

O atual cenário na Venezuela

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

O sequestro de Maduro e a terceira onda colonial

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Doutrina Monroe do imperador Donald

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

EUA – o novo corsário do Caribe

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

O governo constitucional venezuelano continua de pé

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

O sequestro de Maduro e a ofensiva imperial

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

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Airton Paschoa Walnice Nogueira Galvão Jean Pierre Chauvin Tales Ab'Sáber José Luís Fiori Ricardo Abramovay Liszt Vieira Osvaldo Coggiola Juarez Guimarães Paulo Sérgio Pinheiro Ricardo Musse Gerson Almeida José Micaelson Lacerda Morais Ronaldo Tadeu de Souza Mário Maestri Tadeu Valadares Luís Fernando Vitagliano Manuel Domingos Neto Afrânio Catani Michael Roberts Daniel Afonso da Silva João dos Reis Silva Júnior Vladimir Safatle André Singer Fernão Pessoa Ramos Manchetômetro Leonardo Sacramento José Dirceu Boaventura de Sousa Santos João Quartim de Moraes Tarso Genro Luiz Marques Gilberto Maringoni Celso Frederico Jorge Luiz Souto Maior Henri Acselrad Julian Rodrigues Flávio Aguiar José Geraldo Couto Valerio Arcary José Raimundo Trindade Luiz Werneck Vianna Luiz Carlos Bresser-Pereira Leonardo Boff Rafael R. Ioris Paulo Capel Narvai Alexandre Aragão de Albuquerque Eleutério F. S. Prado Mariarosaria Fabris Francisco Fernandes Ladeira Ari Marcelo Solon Rubens Pinto Lyra Andrew Korybko Eugênio Bucci Samuel Kilsztajn Michael Löwy Fernando Nogueira da Costa Leonardo Avritzer Luiz Renato Martins Annateresa Fabris Gilberto Lopes João Lanari Bo Slavoj Žižek Michel Goulart da Silva Flávio R. Kothe André Márcio Neves Soares Benicio Viero Schmidt Vinício Carrilho Martinez Lincoln Secco Daniel Brazil Luiz Roberto Alves Claudio Katz Paulo Nogueira Batista Jr Emilio Cafassi Luis Felipe Miguel Bruno Machado Marcelo Guimarães Lima Jean Marc Von Der Weid Renato Dagnino Sandra Bitencourt

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Doutrina Monroe do imperador Donald

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