
Desembaçando a Venezuela
Por FABIO LUIS BARBOSA DOS SANTOS: O ataque à Venezuela expõe o colapso do liberalismo no abraço à direita radical, revelando um novo imperialismo que substitui a política pelo “embaçamento” entre mentira e força

Por FABIO LUIS BARBOSA DOS SANTOS: O ataque à Venezuela expõe o colapso do liberalismo no abraço à direita radical, revelando um novo imperialismo que substitui a política pelo “embaçamento” entre mentira e força

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

Por BERNHARD HORSTMANN: A “Cidade na Colina” apagou sua própria luz: ao abandonar até a justificação hipócrita, os EUA trocaram seu mito civilizatório por uma ganância sem freios, interna e externamente

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Por VÁRIOS AUTORES: O silêncio diante da violência nunca é neutralidade; é cumplicidade. A história, quando se pronuncia, raramente perdoa aqueles que desviaram o olhar – e desta vez, o olhar deve estar fixo na defesa de que a América

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Por LISZT VIEIRA: A ação na Venezuela expõe a transição do capitalismo liberal para o predatório, onde a força bruta suplanta o direito internacional para confiscar recursos estratégicos

Por ROSA MARIA MARQUES & JORGE MARCHINI: A declaração continental ergue-se contra a ingerência imperial, defendendo a autodeterminação dos povos e a soberania como antídotos ao autoritarismo que ameaça a democracia nas Américas

Por VALERIO ARCARY: A agressão dos EUA à Venezuela, sob a doutrina Monroe+Trump, marca um giro neocolonial no continente, onde a extração de um presidente soberano revela a disposição imperial de redesenhar à força a geopolítica hemisférica

Por VÁRIAS ENTIDADES: Solidariedade ao povo venezuelano em seu legítimo direito de defesa e luta por sua soberania e liberdade

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: O avanço de uma estratégia transacional e coercitiva dos Estados Unidos sobre a América Latina marca o fim da retórica liberal e coloca em xeque a soberania nacional frente à disputa por recursos estratégicos

Por FABIO LUIS BARBOSA DOS SANTOS: O ataque à Venezuela expõe o colapso do liberalismo no abraço à direita radical, revelando um novo imperialismo que substitui a política pelo “embaçamento” entre mentira e força

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

Por BERNHARD HORSTMANN: A “Cidade na Colina” apagou sua própria luz: ao abandonar até a justificação hipócrita, os EUA trocaram seu mito civilizatório por uma ganância sem freios, interna e externamente

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Por VÁRIOS AUTORES: O silêncio diante da violência nunca é neutralidade; é cumplicidade. A história, quando se pronuncia, raramente perdoa aqueles que desviaram o olhar – e desta vez, o olhar deve estar fixo na defesa de que a América

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Por LISZT VIEIRA: A ação na Venezuela expõe a transição do capitalismo liberal para o predatório, onde a força bruta suplanta o direito internacional para confiscar recursos estratégicos

Por ROSA MARIA MARQUES & JORGE MARCHINI: A declaração continental ergue-se contra a ingerência imperial, defendendo a autodeterminação dos povos e a soberania como antídotos ao autoritarismo que ameaça a democracia nas Américas

Por VALERIO ARCARY: A agressão dos EUA à Venezuela, sob a doutrina Monroe+Trump, marca um giro neocolonial no continente, onde a extração de um presidente soberano revela a disposição imperial de redesenhar à força a geopolítica hemisférica

Por VÁRIAS ENTIDADES: Solidariedade ao povo venezuelano em seu legítimo direito de defesa e luta por sua soberania e liberdade

Por LUIZ MARQUES: Ao trocar a hegemonia moral pela força bruta, os EUA não revelam poder, mas desespero: seu ato de pilhagem é a confissão cínica de que já não conseguem liderar, só podem saquear

Por GILBERTO MARINGONI: O verdadeiro alvo não era Maduro, mas o próprio conceito de soberania. O ataque à Venezuela é o laboratório de uma nova barbárie, na qual a lei do mais forte se disfarça de aplicação da justiça

Por GABRIEL TELES: O petróleo é apenas a cortina de fumaça; o verdadeiro drama é a normalização de uma tutela imperial que, sob verniz técnico e jurídico, esvazia soberanias sem precisar destruí-las

Por MATHEUS COLARES DO NASCIMENTO: A captura de Maduro não é o fim do conflito, mas o início tardio de uma resistência que, diferentemente de Allende ou Noriega, possui um povo armado e uma cadeia de comando intacta. A história

Por VLADIMIR SAFATLE: O colonialismo 3.0 não disfarça mais: suas razões são a pilhagem, e sua lógica, a força bruta. Resta-nos responder com a clareza de quem sabe que a próxima fronteira do império é nosso próprio quintal

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A Doutrina Monroe evoluiu de escudo anticolonial a instrumento de hegemonia financeira: um imperialismo que prefere controlar fluxos a anexar territórios, mantendo soberanias formais para melhor subjugá-las na prática

Por LUIS BONILLA-MOLINA & OSVALDO COGGIOLA: O ataque não é o sinal de um império no auge, mas o estertor de quem troca a diplomacia pela força bruta – um ato de corsário que, ao rasgar o direito internacional, acelera

Por CARLA FERREIRA: A resistência constitucional e a unidade cívico-militar na Venezuela demonstram que o ataque imperial, longe de alcançar seu objetivo, revelou a solidez interna da Revolução Bolivariana e a fragilidade de quem só governa pela força bruta

Por TIAGO NOGARA: O ataque à Venezuela é o ato desesperado de um império em declínio, que vê na resistência bolivariana o símbolo maior de um hemisfério que lhe escapa. Mas a história, movida por milhões, não retrocede: o sequestro

Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS: O avanço de uma estratégia transacional e coercitiva dos Estados Unidos sobre a América Latina marca o fim da retórica liberal e coloca em xeque a soberania nacional frente à disputa por recursos estratégicos