
O mundo caminha para a esquerda
Por EMIR SADER: O declínio da hegemonia dos Estados Unidos e a ascensão da Ásia e dos BRICS delineiam um século XXI em que o centro de gravidade global retorna ao Oriente, fortalecendo as forças progressistas

Por EMIR SADER: O declínio da hegemonia dos Estados Unidos e a ascensão da Ásia e dos BRICS delineiam um século XXI em que o centro de gravidade global retorna ao Oriente, fortalecendo as forças progressistas

Por EMILIANO JOSÉ: Documentos do Instituto Hoover revelam como a Atlas Network, financiada por corporações como Pfizer e Koch, orquestrou a difusão neoliberal e eventos como os protestos de 2013, que pavimentaram o impeachment de Dilma e a eleição de

Por MARKUS SOKOL: Com foco no hemisfério ocidental, a estratégia substitui a prioridade à OTAN por controle de migração, recursos e combate a “narcoterrorismo”, prometendo recompensas a aliados, enquanto enfrenta oposição interna dos EUA e de governos latino-americanos

Por EMILIO CAFASSI: Entre o autoritarismo interno e a ameaça de intervenção externa, a Venezuela simboliza a luta pela autodeterminação, desafiando a América Latina a defender coletivamente o princípio inegociável da não intervenção

Por VICTOR RIBEIRO DA SILVA:
A escolha política por um neoliberalismo de “rosto humano”, visível no Arcabouço Fiscal, no leilão do petróleo equatorial e na hesitação com a Venezuela e a Palestina, expõe uma soberania apenas discursiva, que evita

Por ELEUTÉRIO F. S. PRADO: Berman e Milanovic descobrem um fenômeno estatístico: a fusão de altas rendas do trabalho e do capital no topo. Seria isso o fim das classes ou apenas a financeirização da burguesia?

Por RICK LANDGRAF: A prioridade máxima desloca-se para as próprias fronteiras, reordenando o poder global a partir de um nacionalismo que é, ao mesmo tempo, econômico, espiritual e hemisférico

Por ANDREW KORYBKO: Quando os gasodutos se tornam veias geopolíticas, a ruptura da dependência energética pode transformar aliados pragmáticos em rivais perigosos

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: A bolha que ameaça o mundo: por que a concentração nas “sete magníficas” da IA pode ter um custo global catastrófico

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A “ideologia da desideologização” foi uma estratégia central do imperialismo estadunidense nas duas Guerras Frias. Esse discurso – que nega classes, verdades históricas e projetos coletivos – preparou o terreno para o identitarismo despolitizado e a

Por EMILIANO JOSÉ: Quando os fatos derrotam a arrogância: a estratégia que forçou os EUA a baixar a taxação e elevou o Brasil no xadrez global

Por EMIR SADER: Enquanto o Ocidente se fecha, a China tece uma nova rota para o futuro. A mudança histórica que devolve o centro do mundo à Ásia

Por ANDREW KORYBKO: Análise de todos os 28 pontos do modelo de acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia

Por JOSÉ LUÍS FIORI: A pergunta que persegue a Argentina não é se pagará sua dívida, mas até quando aceitará trocar sua soberania pelo eterno papel de vassalo financeiro

Por VERÔNICA TOSTE DAFLON, LUIS FELIPE MIGUEL & LOLITA GUIMARÃES GUERRA: A torre de marfim transformou-se em trincheira, onde o cerco duplo – do Estado e dos pares – ameaça o alicerce de toda ciência: a liberdade de investigar sem

Por LEONARDO BOFF: Combater o terror apenas com armas é alimentar seu caldo cultural de ressentimento, ignorando que sua raiz está na percepção de opressão e marginalização

Por PAULO GHIRALDELLI: A vitória de Zohan Mamdani em Nova York revive a esperança de Richard Rorty em uma “Nova Velha Esquerda”, que une as lutas de minorias e trabalhadores na tradição socialista e democrática de Eugene Debbs e Luther

Por MANUELA D’ÁVILA & ORLANDO SILVA: No coração do império, a política do cuidado e do dissenso vital devolve uma palavra proscrita ao vocabulário do possível: o comum

Por BEN NORTON: A trégua forçada dos EUA é o reconhecimento tácito de um mundo redesenhado, onde o poder já não se negocia com ameaças, mas com terras raras e autossuficiência tecnológica

Por HEATHER COX RICHARDSON: A eleição de Mamdani pode ser antídoto para a tirania do dinheiro e das ideias pequenas, uma esperança teimosa, cultivada porta a porta, que ergue um governo do povo, para o povo

Por EMIR SADER: O declínio da hegemonia dos Estados Unidos e a ascensão da Ásia e dos BRICS delineiam um século XXI em que o centro de gravidade global retorna ao Oriente, fortalecendo as forças progressistas

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Por VICTOR RIBEIRO DA SILVA:
A escolha política por um neoliberalismo de “rosto humano”, visível no Arcabouço Fiscal, no leilão do petróleo equatorial e na hesitação com a Venezuela e a Palestina, expõe uma soberania apenas discursiva, que evita

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Por RICK LANDGRAF: A prioridade máxima desloca-se para as próprias fronteiras, reordenando o poder global a partir de um nacionalismo que é, ao mesmo tempo, econômico, espiritual e hemisférico

Por ANDREW KORYBKO: Quando os gasodutos se tornam veias geopolíticas, a ruptura da dependência energética pode transformar aliados pragmáticos em rivais perigosos

Por MARCOS DE QUEIROZ GRILLO: A bolha que ameaça o mundo: por que a concentração nas “sete magníficas” da IA pode ter um custo global catastrófico

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A “ideologia da desideologização” foi uma estratégia central do imperialismo estadunidense nas duas Guerras Frias. Esse discurso – que nega classes, verdades históricas e projetos coletivos – preparou o terreno para o identitarismo despolitizado e a

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