
Doravante, só pago com pix
Por JOSÉ RICARDO FIGUEIREDO: Vê-se que o pix veio incomodar um negócio altamente lucrativo para o sistema financeiro norte-americano. A própria investida de Donald Trump contra ele demonstra a relevância de sua criação

Por JOSÉ RICARDO FIGUEIREDO: Vê-se que o pix veio incomodar um negócio altamente lucrativo para o sistema financeiro norte-americano. A própria investida de Donald Trump contra ele demonstra a relevância de sua criação

Por ANTÔNIO DAVID: A nota da CONIB é um ataque desonesto à política externa brasileira, pois nega o genocídio palestino, omite o extremismo do governo Netanyahu e tenta silenciar quem denuncia a violência da extrema direita israelense, repetindo a lógica

Por JOSÉ CELSO CARDOSO JR., REGINA COELI MOREIRA CAMARGOS, ALEXANDRE GOMIDE & DOUGLAS ANDRADE SILVA: Remuneração variável no setor público: uma análise crítica das suas disfuncionalidades e impactos na gestão de desempenho

Por JEAN MARC VON DER WEID: O tarifaço de Trump não é sobre etanol ou café – é sobre poder. É a tentativa de um líder em decadência de reafirmar o imperialismo do dólar e punir quem ousa desafiar a

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A entrada da UnionPay no Brasil simboliza mais do que concorrência à Visa e Mastercard: é um passo na desdolarização silenciosa do sistema financeiro. Enquanto Trump ataca o Pix por medo de um Estado eficiente,

Por DAVID F. L. GOMES: O que resta no Brasil é uma democracia de fachada: liberdades formais intactas, mas soberania estrangulada, onde o Banco Central dita a política, o Congresso sequestra o orçamento, e o governo, refém, repete o script

Por FREDERICO JORGE FERREIRA COSTA & EMMANOEL LIMA FERREIRA: A ideologia neoliberal, ao se consolidar como a única verdade econômica, aprofundou desigualdades sociais e econômicas, resultando em crises sociais e políticas que ameaçam a democracia e a estabilidade global

Por LEONARDO GRANATO & DANIEL EMMANUEL: A postura agressiva dos EUA sob Trump reflete a tentativa de resguardar sua primazia no sistema internacional diante do avanço chinês, além de representar um claro ataque à soberania nacional

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Para a direita, questão é o que fazer com o bolsonarismo delirante. Para a esquerda, aproveitar para avançar em vez de se render de novo

Por JAIME TROIANO: Os dados do censo revelam surpresas e inquietações sobre a fé no Brasil, destacando o crescimento evangélico e a subnotificação de religiões de matriz africana

Por GABRIEL SANTOS: Em um mundo em transformação, o Brasil deve escolher entre submeter-se ao imperialismo decadente ou buscar um caminho de soberania e desenvolvimento sustentável

Por DANIEL COSTA: Ao se refletir sobre o legado dos governos Lula, é imperativo reconhecer que as conquistas sociais e econômicas alcançadas não são meros números, mas transformações concretas que redefiniram a trajetória de milhões de brasileiros

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JÚNIOR: A carta destemperada de Trump é um sintoma da decadência que ele mesmo nega. Enquanto isso, os BRICS avançam na construção de instituições paralelas – não por revanchismo, mas pela simples constatação de que um

Por VALERIO ARCARY: A resposta do Brasil à ofensiva de Trump deve ser firme e pública, conscientizando o povo sobre os perigos crescentes no cenário internacional

Por TARSO GENRO: Enquanto o Agente Laranja do passado ainda envenena rios e memórias, o novo fascismo alastra-se como um câncer político, corroendo democracias. Mas na resistência de Lula, ecoa Drummond: mesmo na esquina sombria do tempo, há quem insista

Por RODRIGO SIQUEIRA RODRIGUEZ: A mercantilização dos jogos de azar no Brasil não apenas reflete uma falha regulatória, mas também evidencia uma crise social e econômica que afeta diretamente os mais vulneráveis

Por MARCIO POCHMANN: Da Paz de Westfália ao SINGED (Sistema Nacional de Geociências, Estatísticas e Dados), a história mostra que dados são poder. Se outrora os censos moldaram Estados nacionais, hoje a soberania estatística se vê ameaçada pelas big techs

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Avanços, limites estruturais e contradições políticas no governo Lula 3

Por THIAGO TURIBIO: O PT enfrenta um dilema entre a estratégia populista e uma verdadeira transformação estrutural

Por BRUNO RESCK: O lulismo, enquanto fenômeno político-social, consolidou-se no Brasil como uma síntese entre a conciliação de classes e a expansão do consumo popular, mas revelou-se incapaz de eliminar os antagonismos de classe; transformando-se em um híbrido paralisado, incapaz

Por JOSÉ RICARDO FIGUEIREDO: Vê-se que o pix veio incomodar um negócio altamente lucrativo para o sistema financeiro norte-americano. A própria investida de Donald Trump contra ele demonstra a relevância de sua criação

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Por JOSÉ CELSO CARDOSO JR., REGINA COELI MOREIRA CAMARGOS, ALEXANDRE GOMIDE & DOUGLAS ANDRADE SILVA: Remuneração variável no setor público: uma análise crítica das suas disfuncionalidades e impactos na gestão de desempenho

Por JEAN MARC VON DER WEID: O tarifaço de Trump não é sobre etanol ou café – é sobre poder. É a tentativa de um líder em decadência de reafirmar o imperialismo do dólar e punir quem ousa desafiar a

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A entrada da UnionPay no Brasil simboliza mais do que concorrência à Visa e Mastercard: é um passo na desdolarização silenciosa do sistema financeiro. Enquanto Trump ataca o Pix por medo de um Estado eficiente,

Por DAVID F. L. GOMES: O que resta no Brasil é uma democracia de fachada: liberdades formais intactas, mas soberania estrangulada, onde o Banco Central dita a política, o Congresso sequestra o orçamento, e o governo, refém, repete o script

Por FREDERICO JORGE FERREIRA COSTA & EMMANOEL LIMA FERREIRA: A ideologia neoliberal, ao se consolidar como a única verdade econômica, aprofundou desigualdades sociais e econômicas, resultando em crises sociais e políticas que ameaçam a democracia e a estabilidade global

Por LEONARDO GRANATO & DANIEL EMMANUEL: A postura agressiva dos EUA sob Trump reflete a tentativa de resguardar sua primazia no sistema internacional diante do avanço chinês, além de representar um claro ataque à soberania nacional

Por LUIS FELIPE MIGUEL: Para a direita, questão é o que fazer com o bolsonarismo delirante. Para a esquerda, aproveitar para avançar em vez de se render de novo

Por JAIME TROIANO: Os dados do censo revelam surpresas e inquietações sobre a fé no Brasil, destacando o crescimento evangélico e a subnotificação de religiões de matriz africana

Por GABRIEL SANTOS: Em um mundo em transformação, o Brasil deve escolher entre submeter-se ao imperialismo decadente ou buscar um caminho de soberania e desenvolvimento sustentável

Por DANIEL COSTA: Ao se refletir sobre o legado dos governos Lula, é imperativo reconhecer que as conquistas sociais e econômicas alcançadas não são meros números, mas transformações concretas que redefiniram a trajetória de milhões de brasileiros

Por PAULO NOGUEIRA BATISTA JÚNIOR: A carta destemperada de Trump é um sintoma da decadência que ele mesmo nega. Enquanto isso, os BRICS avançam na construção de instituições paralelas – não por revanchismo, mas pela simples constatação de que um

Por VALERIO ARCARY: A resposta do Brasil à ofensiva de Trump deve ser firme e pública, conscientizando o povo sobre os perigos crescentes no cenário internacional

Por TARSO GENRO: Enquanto o Agente Laranja do passado ainda envenena rios e memórias, o novo fascismo alastra-se como um câncer político, corroendo democracias. Mas na resistência de Lula, ecoa Drummond: mesmo na esquina sombria do tempo, há quem insista

Por RODRIGO SIQUEIRA RODRIGUEZ: A mercantilização dos jogos de azar no Brasil não apenas reflete uma falha regulatória, mas também evidencia uma crise social e econômica que afeta diretamente os mais vulneráveis

Por MARCIO POCHMANN: Da Paz de Westfália ao SINGED (Sistema Nacional de Geociências, Estatísticas e Dados), a história mostra que dados são poder. Se outrora os censos moldaram Estados nacionais, hoje a soberania estatística se vê ameaçada pelas big techs

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Avanços, limites estruturais e contradições políticas no governo Lula 3

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Por BRUNO RESCK: O lulismo, enquanto fenômeno político-social, consolidou-se no Brasil como uma síntese entre a conciliação de classes e a expansão do consumo popular, mas revelou-se incapaz de eliminar os antagonismos de classe; transformando-se em um híbrido paralisado, incapaz