
O que Daniel Vorcaro falou na polícia?
Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro

Por RENATO FRANCISCO DOS SANTOS PAULA: Quando o Parlamento governa por chantagem e captura o orçamento público

Por SANDRA BITENCOURT: Entre o boicote ideológico a um anúncio de chinelos e a fragilidade ética do jornalismo de denúncia, o cenário comunicacional revela como o manejo de antagonismos e a ausência de métodos rigorosos ameaçam a democracia

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: Mais do que o ápice de uma carreira, a cadeira no STF é uma encruzilhada de poder e desgaste, onde o prestígio da última palavra convive com a solidão decisória e a vida sob os holofotes

Por JEAN MARC VON DER WEID: O caso da Dosimetria evidencia a lógica do acordão, com o STF, Congresso e Executivo barganhando interesses para anistiar golpistas, transformando o axioma de Jucá na regra que rege as instituições

Por THIAGO GAMA: Enquanto a solução punitiva celebra a barbárie como espetáculo, a única ordem duradoura se constrói ao desarmar as causas da violência: a fome, a desigualdade e o abandono do Estado Social

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A gramática da guerra, os rótulos que transformam pessoas em “lixo humano” e uma fé que abençoa a bala consagram a necropolítica, corroendo a democracia a partir da hierarquização de quais vidas merecem luto

Por PAULO CAPEL NARVAI:
Em 37 anos de SUS, conselhos e conferências de saúde foram decisivos para moldar no Brasil um sistema universal de saúde sui generis

Por CARLOS BAUER: A criação de uma terceira instância política para reverter autuações consolidadas, como nos casos Apaeb, JBS e Santa Colomba, esvazia a “Lista Suja”, intimida auditores e abre um perigoso canal de impunidade, ameaçando décadas de avanços em

Por SANDRA BITENCOURT: A cada 90 minutos um feminicídio, mas a operação policial é contra o aborto. A violência real não é a que ameaça a ordem, mas a que mantém a dominação

Por VITOR LEMOS REIS & DANICHI HAUSEN MIZOGUCHI: A violência macroscópica nas favelas revela o funcionamento da necropolítica: um soberano que decide quem deve morrer e uma massa que deseja o extermínio

Por ANDRÉ COSTA: Há uma construção histórica desde a década de 90 que favorece as relações de trabalho precarizadas, começando pela terceirização em atividades-fins, chancelada pelo STF no Tema 725 de repercussão geral

Por ELISEU RAPHAEL VENTURI: A democracia não perece quando falha a forma, mas quando desiste de escutar o sujeito por trás do espelho embaçado do “povo”

Por LAERCIO EURICH: Se a culpa é sempre do indivíduo, por que os padrões do crime espelham tão fielmente as fraturas da economia? Uma investigação urgente sobre responsabilidades coletivas

Por ARI MARCELO SOLON & ALAN BRAGANÇA WINTHER: Os fundamentos da ciência da computação e da filosofia do direito mostram que a Inteligência Artificial é estruturalmente incapaz de realizar justiça, pois esta exige historicidade, interpretação contextual e uma “variável caótica”

Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por VÁRIOS AUTORES: A regulação do VOD precisa transcender medidas isoladas para se tornar um projeto político estruturante, que garanta soberania cultural, transparência e diversidade no audiovisual brasileiro

Por RENATO FRANCISCO DOS SANTOS PAULA: Quando o Parlamento governa por chantagem e captura o orçamento público

Por SANDRA BITENCOURT: Entre o boicote ideológico a um anúncio de chinelos e a fragilidade ética do jornalismo de denúncia, o cenário comunicacional revela como o manejo de antagonismos e a ausência de métodos rigorosos ameaçam a democracia

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A liberdade de expressão, hoje sitiada por censuras identitárias, hipocrisias da direita e assédio judicial, segue sendo pilar de uma democracia que exige suportar o discurso alheio para existir

Por ANTONIO BARSCH GIMENEZ: Substituir o jurista pela máquina é ignorar que o direito é uma arte viva, um tecido de fatos e valores em eterno movimento, cuja aplicação requer uma centelha criativa que nenhuma inteligência artificial pode replicar

Por MAURO JUNIOR GRIGGI: O massacre no Rio de Janeiro é a expressão brutal da necropolítica neoliberal, onde a retórica do Estado transforma o extermínio em rotina e a vida dos subalternos em mera estatística de um projeto colonial inacabado

Por GUSTAVO ROBERTO JANUÁRIO: Mais do que o ápice de uma carreira, a cadeira no STF é uma encruzilhada de poder e desgaste, onde o prestígio da última palavra convive com a solidão decisória e a vida sob os holofotes

Por JEAN MARC VON DER WEID: O caso da Dosimetria evidencia a lógica do acordão, com o STF, Congresso e Executivo barganhando interesses para anistiar golpistas, transformando o axioma de Jucá na regra que rege as instituições

Por THIAGO GAMA: Enquanto a solução punitiva celebra a barbárie como espetáculo, a única ordem duradoura se constrói ao desarmar as causas da violência: a fome, a desigualdade e o abandono do Estado Social

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A gramática da guerra, os rótulos que transformam pessoas em “lixo humano” e uma fé que abençoa a bala consagram a necropolítica, corroendo a democracia a partir da hierarquização de quais vidas merecem luto

Por PAULO CAPEL NARVAI:
Em 37 anos de SUS, conselhos e conferências de saúde foram decisivos para moldar no Brasil um sistema universal de saúde sui generis

Por CARLOS BAUER: A criação de uma terceira instância política para reverter autuações consolidadas, como nos casos Apaeb, JBS e Santa Colomba, esvazia a “Lista Suja”, intimida auditores e abre um perigoso canal de impunidade, ameaçando décadas de avanços em

Por SANDRA BITENCOURT: A cada 90 minutos um feminicídio, mas a operação policial é contra o aborto. A violência real não é a que ameaça a ordem, mas a que mantém a dominação

Por VITOR LEMOS REIS & DANICHI HAUSEN MIZOGUCHI: A violência macroscópica nas favelas revela o funcionamento da necropolítica: um soberano que decide quem deve morrer e uma massa que deseja o extermínio

Por ANDRÉ COSTA: Há uma construção histórica desde a década de 90 que favorece as relações de trabalho precarizadas, começando pela terceirização em atividades-fins, chancelada pelo STF no Tema 725 de repercussão geral

Por ELISEU RAPHAEL VENTURI: A democracia não perece quando falha a forma, mas quando desiste de escutar o sujeito por trás do espelho embaçado do “povo”

Por LAERCIO EURICH: Se a culpa é sempre do indivíduo, por que os padrões do crime espelham tão fielmente as fraturas da economia? Uma investigação urgente sobre responsabilidades coletivas

Por ARI MARCELO SOLON & ALAN BRAGANÇA WINTHER: Os fundamentos da ciência da computação e da filosofia do direito mostram que a Inteligência Artificial é estruturalmente incapaz de realizar justiça, pois esta exige historicidade, interpretação contextual e uma “variável caótica”