
Malba Tahan e Braguinha
Por MARCOS PALACIOS: Do matemático que se fez árabe ao compositor que virou João de Barro: como dois pioneiros transformaram histórias em tesouros sonoros, legando ao Brasil um patrimônio afetivo e pedagógico

Por MARCOS PALACIOS: Do matemático que se fez árabe ao compositor que virou João de Barro: como dois pioneiros transformaram histórias em tesouros sonoros, legando ao Brasil um patrimônio afetivo e pedagógico

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre livro recém-lançado de Mario Baggio

Por CELSO FREDERICO: Radek e Zdanov personificaram a tragédia do stalinismo: intelectuais brilhantes que trocaram a crítica pela servidão, transformando a arte em instrumento de poder. Seus nomes hoje ecoam como alerta – quando a revolução vira dogma, a cultura

Por EDGARD PEREIRA: A gramática não dita os versos, mas a poesia também não é terra sem lei: entre o ‘eu’ e o ‘nós’, entre regras e rebeldias, pulsa a linguagem que Mário quis domar — e os poetas desobedeceram

Por ADELTO GONÇALVES: Comentário sobre o livro recém-lançado de Flávio R. Kothe

Por ANA AGUIAR COTRIM: O sionismo, desde suas origens, é um projeto colonial e racista que nega a humanidade tanto dos palestinos – tratados como ‘não-povo’ – quanto dos próprios judeus, ao reduzi-los a uma identidade étnica supremacista, justificando apartheid

Por JANETHE FONTES: A compreensão do “pobre de direita” como produto de uma cultura autoritária e hierárquica nos desafia a repensar as bases de nossa sociedade, buscando construir um futuro onde a solidariedade e a justiça social prevaleçam sobre a

Por LEANDRO ANTOGNOLI CALEFFI: As narrativas da escritora, em maior ou menor grau e por procedimentos estéticos vários, subvertem o senso comum, ao trazer à tona sua insólita contraface

Por CILAINE ALVES CUNHA: Apresentação da autora ao livro recém-lançado

Por MÁRCIO ALESSANDRO DE OLIVEIRA: A literatura, ao provocar estranhamento, tira o leitor da zona de conforto e o faz encarar o texto como se fosse a primeira vez, revelando a literaturidade e o uso especial do idioma

Por LUÍS AUGUSTO FISCHER: Prefácio da nova edição – revista e ampliada –, recém-lançada, do livro de Homero Vizeu Araújo

Por CELSO FREDERICO: O Primeiro Congresso dos Escritores Soviéticos ecoou como um paradoxo: um canto de liberdade artística sob a sombra do realismo socialista. Bukhárin, com sua defesa da pluralidade, e Górki, com seu romantismo revolucionário, simbolizaram a tensão entre

Por AFRÂNIO CATANI: Comentário sobre o livro de Jean-Philippe Toussaint

Por SALEM NASSER: Israel se nomeia ‘leão’, mas age como vento: forte na destruição, fugaz na permanência. Enquanto isso, a Palestina é o chão que não se deixa arrancar – e o Irã, a rocha que não se dissolve na

Por CELSO FREDERICO: Sob Stalin, a literatura soviética passou por uma metamorfose, onde a criação artística foi direcionada para servir à construção do socialismo, resultando em uma produção literária marcada pela monotonia e pela propaganda política

Por FLAVIO AGUIAR: Restaram os livros esquecidos em bibliotecas andinas, as palavras sussurradas contra o vento da história e o fulgor nos olhos de um morto que a ditadura não apagou. Oscar Ferreira voou, enfim — não como o pardal

Por MARCOS PALACIOS: Do matemático que se fez árabe ao compositor que virou João de Barro: como dois pioneiros transformaram histórias em tesouros sonoros, legando ao Brasil um patrimônio afetivo e pedagógico

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre livro recém-lançado de Mario Baggio

Por CELSO FREDERICO: Radek e Zdanov personificaram a tragédia do stalinismo: intelectuais brilhantes que trocaram a crítica pela servidão, transformando a arte em instrumento de poder. Seus nomes hoje ecoam como alerta – quando a revolução vira dogma, a cultura

Por EDGARD PEREIRA: A gramática não dita os versos, mas a poesia também não é terra sem lei: entre o ‘eu’ e o ‘nós’, entre regras e rebeldias, pulsa a linguagem que Mário quis domar — e os poetas desobedeceram

Por ADELTO GONÇALVES: Comentário sobre o livro recém-lançado de Flávio R. Kothe

Por ANA AGUIAR COTRIM: O sionismo, desde suas origens, é um projeto colonial e racista que nega a humanidade tanto dos palestinos – tratados como ‘não-povo’ – quanto dos próprios judeus, ao reduzi-los a uma identidade étnica supremacista, justificando apartheid

Por JANETHE FONTES: A compreensão do “pobre de direita” como produto de uma cultura autoritária e hierárquica nos desafia a repensar as bases de nossa sociedade, buscando construir um futuro onde a solidariedade e a justiça social prevaleçam sobre a

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Por AFRÂNIO CATANI: Comentário sobre o livro de Jean-Philippe Toussaint

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Por FLAVIO AGUIAR: Restaram os livros esquecidos em bibliotecas andinas, as palavras sussurradas contra o vento da história e o fulgor nos olhos de um morto que a ditadura não apagou. Oscar Ferreira voou, enfim — não como o pardal