
Espectros do Brasil: teoria crítica e pensamento político-social
Por LUIZ EDUARDO MOTTA: Posfácio do livro recém-lançado de Ricardo Ramos Shiota

Por LUIZ EDUARDO MOTTA: Posfácio do livro recém-lançado de Ricardo Ramos Shiota

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A análise da fragmentação social brasileira revela um país de identidades múltiplas, onde o voto deixa de ser meramente ideológico para se tornar um reflexo de valores religiosos, econômicos e geracionais em constante disputa

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Combater a estupidez exige mais que informação; requer uma reorganização política do tempo social, pois um sujeito exausto e hiperconectado não pensa — apenas reage, compartilha e obedece

Por JANETHE FONTES: Como o diminutivo infantiliza, erotiza e apaga a potência feminina

Por DANILO JORGE VIEIRA: A meta ousada de investir 2% do PIB em P&D depende de um pacto federativo sólido, hoje ameaçado por um programa de refinanciamento que pode converter o fomento à ciência em mera moeda de troca para

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

Por MARCELO GUIMARÃES LIMA: A “Série Trágica” de Flávio de Carvalho como um ponto limite do desenho, onde a arte registra a agonia e a morte com uma abordagem simultaneamente próxima e distanciada

Por AARON BENANAV: Em um mundo de recursos finitos, a verdadeira inovação não está em encontrar uma métrica universal, mas em construir procedimentos que permitam à sociedade descobrir, na prática e por meio do conflito democrático, o que verdadeiramente valoriza

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Sob a máscara da racionalidade técnica e do realismo fiscal, o Estado brasileiro administra a sobrevivência mínima das massas, transformando o trabalho sem direitos e a miséria estrutural em ferramentas de controle e resignação

Por JOSÉ BENTO CAMASSA: O ressurgimento de traumas históricos e o peso de massacres mal resolvidos colocam à prova a democracia colombiana, em um cenário onde a memória política é tão conflagrada quanto o próprio território

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: O dilema brasileiro permanece: como construir soberania tecnológica quando o mercado de trabalho ainda reflete a lógica colonial do emprego precário e da informalidade estrutural?

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre a antologia recém-lançada organizada por Camilla Cattarulla e Giorgio de Marchis

Por PAULO GHIRALDELLI: Quando o pensamento se torna dogma pelo aplauso dos seguidores, a maior loucura é acreditar que ainda se está filosofando

Por MARCIA GOBBI: Envelhecer é também um ato político, marcado pela desigualdade que dita quantos anos se vive e como se lembra de cada um deles

Por RENATO NUCCI JR.: O silêncio estratégico diante da ameaça imperialista revela um cálculo político que troca a solidariedade continental por uma frágil moeda de barganha

Por SAMUEL PENTEADO URBAN: O genocídio é a face mais brutal de um imperialismo em crise, que vê no extermínio de um povo a última cartada para retardar seu próprio ocaso

Por LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA: O desenvolvimento é uma construção que exige mais que generosidade: demanda investimento soberano e a coragem de desafiar as amarras do imperialismo

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: Comentário sobre o documentário dirigido por Thierry Frémaux, em exibição nos cinemas

Por EDUARDO SINKEVISQUE: Comentário sobre o livro recém-lançado de Ana Lúcia Machado de Oliveira

Por LUIZ EDUARDO MOTTA: Posfácio do livro recém-lançado de Ricardo Ramos Shiota

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: A análise da fragmentação social brasileira revela um país de identidades múltiplas, onde o voto deixa de ser meramente ideológico para se tornar um reflexo de valores religiosos, econômicos e geracionais em constante disputa

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Combater a estupidez exige mais que informação; requer uma reorganização política do tempo social, pois um sujeito exausto e hiperconectado não pensa — apenas reage, compartilha e obedece

Por JANETHE FONTES: Como o diminutivo infantiliza, erotiza e apaga a potência feminina

Por DANILO JORGE VIEIRA: A meta ousada de investir 2% do PIB em P&D depende de um pacto federativo sólido, hoje ameaçado por um programa de refinanciamento que pode converter o fomento à ciência em mera moeda de troca para

Por EMILIANO JOSÉ: A conquista do poder revela-se menos como um evento eleitoral e mais como um projeto metódico de longo prazo, onde a guerra ideológica, financiada e disfarçada em jornalismo, pavimenta o caminho para a hegemonia

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Por AARON BENANAV: Em um mundo de recursos finitos, a verdadeira inovação não está em encontrar uma métrica universal, mas em construir procedimentos que permitam à sociedade descobrir, na prática e por meio do conflito democrático, o que verdadeiramente valoriza

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Sob a máscara da racionalidade técnica e do realismo fiscal, o Estado brasileiro administra a sobrevivência mínima das massas, transformando o trabalho sem direitos e a miséria estrutural em ferramentas de controle e resignação

Por JOSÉ BENTO CAMASSA: O ressurgimento de traumas históricos e o peso de massacres mal resolvidos colocam à prova a democracia colombiana, em um cenário onde a memória política é tão conflagrada quanto o próprio território

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por JOSÉ RAIMUNDO TRINDADE: O dilema brasileiro permanece: como construir soberania tecnológica quando o mercado de trabalho ainda reflete a lógica colonial do emprego precário e da informalidade estrutural?

Por DANIEL BRAZIL: Comentário sobre a antologia recém-lançada organizada por Camilla Cattarulla e Giorgio de Marchis

Por PAULO GHIRALDELLI: Quando o pensamento se torna dogma pelo aplauso dos seguidores, a maior loucura é acreditar que ainda se está filosofando

Por MARCIA GOBBI: Envelhecer é também um ato político, marcado pela desigualdade que dita quantos anos se vive e como se lembra de cada um deles

Por RENATO NUCCI JR.: O silêncio estratégico diante da ameaça imperialista revela um cálculo político que troca a solidariedade continental por uma frágil moeda de barganha

Por SAMUEL PENTEADO URBAN: O genocídio é a face mais brutal de um imperialismo em crise, que vê no extermínio de um povo a última cartada para retardar seu próprio ocaso

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