
Niilismo negro
Por LÁZARO VASCONCELOS OLIVEIRA: A peça Otelo, de Shakespeare, é uma ótima ilustração que pode ser utilizada para entender a supressão do corpo negro em uma economia libidinal

Por LÁZARO VASCONCELOS OLIVEIRA: A peça Otelo, de Shakespeare, é uma ótima ilustração que pode ser utilizada para entender a supressão do corpo negro em uma economia libidinal

Por JALDES MENESES: Realinhamento político e bloco histórico na “questão setentrional” brasileira

Por MARIANA EL KHOURY OLIVEIRA & ANDRÉ KAYSEL: A dualidade entre o legado literário e político-intelectual de Vargas Llosa – a interseção entre suas obras e suas escolhas políticas

Por LUIZ MARQUES: Os “nacional-identitários” sentem-se substituídos na globalização e veem o liberalismo, o socialismo e o multiculturalismo como responsáveis por sua tragédia mais imaginária do que real

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: As operações de extermínio dos palestinos de Gaza horrorizam sem chegar a surpreender: elas se inscrevem na lógica do ódio e do desprezo do colonizador pelo povo que ele subjuga

Por WANDERSON CHAVES: Buscar novos posicionamentos de conflito aberto e produtivo, e ruptura com as tradições de ação do pensamento social brasileiro, coloca-se como uma condição de liberdade e alianças antirracistas de esquerda

Por JOÃO VICTOR UZER: Falar em “woke” não necessariamente diz respeito às teorias da conspiração. O termo pode ser empregado em seu sentido original de “manter-se atento às desigualdades sociais”

Por ANDRÉ LEMOS: É importante reconhecer que as comunidades tradicionais de matrizes afro-brasileiras, incorporadas de suas religiões, possuem componentes que as legitimam como espaços sociais de cuidado e saúde

Por SAMUEL KILSZTAJN: O Estado Judeu, em total desacordo com todos os princípios judaicos da diáspora, além de massacrar o povo nativo da Palestina, exporta armas e treina carrascos para controlar e reprimir povos insurgentes em outros países

Por ITAMAR MANN & LIHI YONA: A posição única dos judeus progressistas oferece uma maneira de resistir à ascensão da extrema direita nos EUA, tanto em relação a Israel-Palestina, como também de forma mais ampla

Por DENNIS OLIVEIRA: Verbete do “Dicionário marxismo na América”

Por PATRICIA HILL COLLINS: Marielle Franco havia emergido como uma líder da base popular durante um período em que o Brasil continuava a lutar com seus legados históricos de colonialismo e escravismo e com a sua história política de ditadura

Por PEDRO PENNYCOOK: “Folhas se espalham por todos os cantos da mesa, enquanto uma barricada de livros se roça à parede ao fundo. Trata-se de uma imagem claustrofóbica”

Por JOSÉ CORREIA LEITE & RENATO JARDIM MOREIRA: No momento em que o negro começa a tomar consciência de sua situação social aparece um negro, Antônio Carlos, com a ideia de formar uma biblioteca exclusivamente para negros

Por MÁRCIO MORETTO RIBEIRO: Sem provas definitivas, o caso Almeida se tornou um marco na disputa entre o fortalecimento das denúncias e as acusações de uso político dessas alegações

Por CHRISTIAN RIBEIRO: A constituição de uma discursiva contra a práxis de cunho eugenista e ideário racista, em prol de um elitismo urbanístico é mais que necessária

Por VINÍCIUS MADUREIRA MAIA: Típico de manifestações leigas, o texto de Maria Rita Kehl é sofrível, e o trecho viral da entrevista em questão, apenas mais do mesmo

Por IVONALDO NERES LEITE: O tempo presente não é um receptáculo de uma narrativa única, homogênea, para a questão judaica. Não é um vazio de discrepâncias quanto à instrumentalização política

Por PAULO CAPEL NARVAI: Todos os avôs de quem nasceu no século XX eram eugenistas, incluindo os avôs dos acusadores do avô de Maria Rita Kehl, pois todos eram eugenistas há 100 anos atrás, incluindo os russos os alemães e

Por RENATO ORTIZ: O sujeito sociológico pode “falar” de temas os mais diversos, mas sem esquecer que ele não possui o monopólio da interpretação do social

Por LÁZARO VASCONCELOS OLIVEIRA: A peça Otelo, de Shakespeare, é uma ótima ilustração que pode ser utilizada para entender a supressão do corpo negro em uma economia libidinal

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Por MARIANA EL KHOURY OLIVEIRA & ANDRÉ KAYSEL: A dualidade entre o legado literário e político-intelectual de Vargas Llosa – a interseção entre suas obras e suas escolhas políticas

Por LUIZ MARQUES: Os “nacional-identitários” sentem-se substituídos na globalização e veem o liberalismo, o socialismo e o multiculturalismo como responsáveis por sua tragédia mais imaginária do que real

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: As operações de extermínio dos palestinos de Gaza horrorizam sem chegar a surpreender: elas se inscrevem na lógica do ódio e do desprezo do colonizador pelo povo que ele subjuga

Por WANDERSON CHAVES: Buscar novos posicionamentos de conflito aberto e produtivo, e ruptura com as tradições de ação do pensamento social brasileiro, coloca-se como uma condição de liberdade e alianças antirracistas de esquerda

Por JOÃO VICTOR UZER: Falar em “woke” não necessariamente diz respeito às teorias da conspiração. O termo pode ser empregado em seu sentido original de “manter-se atento às desigualdades sociais”

Por ANDRÉ LEMOS: É importante reconhecer que as comunidades tradicionais de matrizes afro-brasileiras, incorporadas de suas religiões, possuem componentes que as legitimam como espaços sociais de cuidado e saúde

Por SAMUEL KILSZTAJN: O Estado Judeu, em total desacordo com todos os princípios judaicos da diáspora, além de massacrar o povo nativo da Palestina, exporta armas e treina carrascos para controlar e reprimir povos insurgentes em outros países

Por ITAMAR MANN & LIHI YONA: A posição única dos judeus progressistas oferece uma maneira de resistir à ascensão da extrema direita nos EUA, tanto em relação a Israel-Palestina, como também de forma mais ampla

Por DENNIS OLIVEIRA: Verbete do “Dicionário marxismo na América”

Por PATRICIA HILL COLLINS: Marielle Franco havia emergido como uma líder da base popular durante um período em que o Brasil continuava a lutar com seus legados históricos de colonialismo e escravismo e com a sua história política de ditadura

Por PEDRO PENNYCOOK: “Folhas se espalham por todos os cantos da mesa, enquanto uma barricada de livros se roça à parede ao fundo. Trata-se de uma imagem claustrofóbica”

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Por CHRISTIAN RIBEIRO: A constituição de uma discursiva contra a práxis de cunho eugenista e ideário racista, em prol de um elitismo urbanístico é mais que necessária

Por VINÍCIUS MADUREIRA MAIA: Típico de manifestações leigas, o texto de Maria Rita Kehl é sofrível, e o trecho viral da entrevista em questão, apenas mais do mesmo

Por IVONALDO NERES LEITE: O tempo presente não é um receptáculo de uma narrativa única, homogênea, para a questão judaica. Não é um vazio de discrepâncias quanto à instrumentalização política

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Por RENATO ORTIZ: O sujeito sociológico pode “falar” de temas os mais diversos, mas sem esquecer que ele não possui o monopólio da interpretação do social