
O fetiche da atenção
Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O valor não reside na atenção, mas a atenção tornou-se o mecanismo pelo qual o capital captura o tempo de vida, prolongando o roubo da existência até o último suspiro de consciência

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O valor não reside na atenção, mas a atenção tornou-se o mecanismo pelo qual o capital captura o tempo de vida, prolongando o roubo da existência até o último suspiro de consciência

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Entre a farsa da conciliação e o silêncio da resistência, o Brasil repete o ritual de trocar justiça por estabilidade — um ciclo onde cada “paz” consolida a pedagogia da submissão

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A pedagogia da escassez naturaliza a ausência de recursos para saúde e educação, omitindo que esses fundos existem, mas foram previamente comprometidos com a valorização do capital fictício.

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A rejeição da PEC da Blindagem foi um sinal: o pacto de 1988 se esgotou. Agora, a energia horizontal das ruas navega o dilema histórico entre ser absorvida pela conciliação ou forjar uma ruptura

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A justiça que pune um é ofuscada pela estrutura que protege todos. Enquanto o país celebra vitórias simbólicas, a velha coreografia da conciliação oligárquica segue seu curso, adiando direitos e blindando privilégios

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A sentença histórica é um divisor de águas que questiona se o Brasil, enfim, aprendeu que democracia não se concilia com golpismo. O futuro dirá se esta foi a virada definitiva ou apenas mais

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O espelho da República não reflete uma mera disputa de poder, mas o colapso do pacto fundacional de 1988 ante a ressurgência de um arranjo oligárquico que sempre soube instrumentalizar o povo como massa

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O capital fictício hipoteca o futuro e esgota o presente, convertendo vidas em variáveis de ajuste. As mortes por desespero são a expressão última de uma sociabilidade que, ao confiscar o amanhã, deixa o

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Entre a promessa de libertação e a herança da dependência, a universidade pública resiste: espelho das contradições e campo de batalha pelo futuro do Brasil

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Entre a tragédia e a utopia, a universidade inacabada revela-se como espelho de um país fraturado – mas também como campo de batalha onde a dependência pode ser contestada e reinventada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O dilema está posto: aceitar a universidade como ativo financeiro ou reconquistá-la como bem comum. Entre a precarização que disciplina e a insurgência que liberta, só uma escolha coletiva poderá reescrever seu futuro –

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A inteligência artificial, quando submetida à lógica do capital fictício e da dependência estrutural, não democratiza – classifica. Seu uso crítico exige mais que adaptação: demanda ruptura. A universidade, espaço de pensamento lento e

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: No interior da universidade pública brasileira, a excelência e a precarização não apenas coexistem, mas engendram dinâmicas relacionais de corrosão ética, disputa por migalhas de prestígio e sobrevivência subjetiva

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O desafio, hoje, é reconstruir sentidos para o trabalho docente e para a linguagem universitária. É preciso recusar a naturalização do cansaço e da perda do tempo partilhado. É necessário desobedecer ao mandato da

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dual da dependência – a universidade pública entre modernização subordinada e exclusão racionalizada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A universidade pública, neste novo regime, abandona sua função originária de mediação entre saber e sociedade. Passa a ser mediadora entre o capital e a imagem

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR & EVERTON FARGONI: Mais que denúncia, “Universidade Inacabada” é um manifesto pela desobediência epistêmica. O livro desmonta a farsa da modernização conservadora e revela a universidade como instrumento do capital dependente

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Compreender o papel das métricas e da financeirização não é um exercício teórico qualquer. É um ato de sobrevivência. É a chave para entender por que estamos doentes, por que estamos tristes, por que

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Por trás dos códigos legais e instituições republicanas brasileiras ainda bate um “coração autoritário” que palpita sempre que a cidadania se atreve a falar

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Quando a dúvida paralisa: a crise silenciosa do ANDES-SN e a urgência de uma insurgência docente que volte a arder

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O valor não reside na atenção, mas a atenção tornou-se o mecanismo pelo qual o capital captura o tempo de vida, prolongando o roubo da existência até o último suspiro de consciência

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Entre a farsa da conciliação e o silêncio da resistência, o Brasil repete o ritual de trocar justiça por estabilidade — um ciclo onde cada “paz” consolida a pedagogia da submissão

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A pedagogia da escassez naturaliza a ausência de recursos para saúde e educação, omitindo que esses fundos existem, mas foram previamente comprometidos com a valorização do capital fictício.

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A rejeição da PEC da Blindagem foi um sinal: o pacto de 1988 se esgotou. Agora, a energia horizontal das ruas navega o dilema histórico entre ser absorvida pela conciliação ou forjar uma ruptura

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A justiça que pune um é ofuscada pela estrutura que protege todos. Enquanto o país celebra vitórias simbólicas, a velha coreografia da conciliação oligárquica segue seu curso, adiando direitos e blindando privilégios

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A sentença histórica é um divisor de águas que questiona se o Brasil, enfim, aprendeu que democracia não se concilia com golpismo. O futuro dirá se esta foi a virada definitiva ou apenas mais

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O espelho da República não reflete uma mera disputa de poder, mas o colapso do pacto fundacional de 1988 ante a ressurgência de um arranjo oligárquico que sempre soube instrumentalizar o povo como massa

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O capital fictício hipoteca o futuro e esgota o presente, convertendo vidas em variáveis de ajuste. As mortes por desespero são a expressão última de uma sociabilidade que, ao confiscar o amanhã, deixa o

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Entre a promessa de libertação e a herança da dependência, a universidade pública resiste: espelho das contradições e campo de batalha pelo futuro do Brasil

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Entre a tragédia e a utopia, a universidade inacabada revela-se como espelho de um país fraturado – mas também como campo de batalha onde a dependência pode ser contestada e reinventada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O dilema está posto: aceitar a universidade como ativo financeiro ou reconquistá-la como bem comum. Entre a precarização que disciplina e a insurgência que liberta, só uma escolha coletiva poderá reescrever seu futuro –

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A inteligência artificial, quando submetida à lógica do capital fictício e da dependência estrutural, não democratiza – classifica. Seu uso crítico exige mais que adaptação: demanda ruptura. A universidade, espaço de pensamento lento e

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: No interior da universidade pública brasileira, a excelência e a precarização não apenas coexistem, mas engendram dinâmicas relacionais de corrosão ética, disputa por migalhas de prestígio e sobrevivência subjetiva

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: O desafio, hoje, é reconstruir sentidos para o trabalho docente e para a linguagem universitária. É preciso recusar a naturalização do cansaço e da perda do tempo partilhado. É necessário desobedecer ao mandato da

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A razão dual da dependência – a universidade pública entre modernização subordinada e exclusão racionalizada

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: A universidade pública, neste novo regime, abandona sua função originária de mediação entre saber e sociedade. Passa a ser mediadora entre o capital e a imagem

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR & EVERTON FARGONI: Mais que denúncia, “Universidade Inacabada” é um manifesto pela desobediência epistêmica. O livro desmonta a farsa da modernização conservadora e revela a universidade como instrumento do capital dependente

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Compreender o papel das métricas e da financeirização não é um exercício teórico qualquer. É um ato de sobrevivência. É a chave para entender por que estamos doentes, por que estamos tristes, por que

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Por trás dos códigos legais e instituições republicanas brasileiras ainda bate um “coração autoritário” que palpita sempre que a cidadania se atreve a falar

Por JOÃO DOS REIS SILVA JÚNIOR: Quando a dúvida paralisa: a crise silenciosa do ANDES-SN e a urgência de uma insurgência docente que volte a arder