
A desumanidade dos escravocratas
Por LEONARDO BOFF: A escravidão brasileira não foi branda, mas um projeto de desumanização metódica, onde a crueldade era pedagógica e a fé cristã serviu para legitimar o horror

Por LEONARDO BOFF: A escravidão brasileira não foi branda, mas um projeto de desumanização metódica, onde a crueldade era pedagógica e a fé cristã serviu para legitimar o horror

Por LEONARDO BOFF: Diante do avanço do Antropoceno e da degradação climática, a humanidade defronta-se com o risco real de extinção, exigindo uma transição urgente da agressividade predatória para uma ética de cuidado e cooperação

Por LEONARDO BOFF & FERNANDO ALTEMEYER JÚNIOR: Em solidariedade ao Padre Júlio Lancellotti, cuja voz foi silenciada na mídia, reiteram-se suas palavras de apoio aos vulneráveis, destacando que sua obra de misericórdia com os “cristos sofredores de rua” é maior

Por LEONARDO BOFF: O que é o tempo senão o hiato onde o finito toca o infinito, e cada instante se revela como participação no eterno?

Por LEONARDO BOFF: Gaia já ultrapassou seu limite de suportabilidade. Precisamos de mais de uma Terra e meia para atender o consumo humano e o consumismo doentio das classes opulentas

Por LEONARDO BOFF: Enquanto as COPs fracassam, a utopia concreta de Chico Mendes segue viva: a Amazônia como bem comum, não como santuário ou commodity

Por LEONARDO BOFF: A sensação de que o tempo acelera pode ser o sintoma mais íntimo de que o próprio coração da Terra disparou – e nosso ritmo vital já não sintoniza com o planeta

Por LEONARDO BOFF: Combater o terror apenas com armas é alimentar seu caldo cultural de ressentimento, ignorando que sua raiz está na percepção de opressão e marginalização

Por LEONARDO BOFF: A resposta à desumanização não está na teologia ou na filosofia, mas na práxis ininterrupta de quem se levanta para semear vida onde o poder só produz morte

Por LEONARDO BOFF: O futuro viável não brotará do sistema que gerou a crise, mas do mergulho nas raízes humanas mais profundas, onde jorram o amor, o cuidado e a esperança como alicerces de um novo paradigma civilizatório

Por LEONARDO BOFF: O colapso planetário nasce da decepção que virou depressão: as grandes narrativas morreram, e só o reencontro com nossa capacidade criativa pode reescrever o futuro

Por LEONARDO BOFF: A vida não é um acidente, mas a expressão máxima de um universo que se auto-organiza, onde o caos se metaboliza em ordem e a Terra se revela um superorganismo sagrado que nos inclui e nos transcende

Por LEONARDO BOFF: O fundamentalismo, seja político ou religioso, é o solo onde floresce o fascismo: a crença de ser o único dono da verdade que justifica apagar a dos outros

Por LEONARDO BOFF: O veredito não é vingança, mas a afirmação solene de que a democracia é um limite intransponível. A sentença sela a rejeição de um projeto de poder que quis normalizar a exceção e a barbárie

Por LEONARDO BOFF: A hybris do Ocidente não é força, mas sintoma de declínio. Só a justa medida, e não o poder desmesurado, pode evitar o abismo e refazer o mundo

Por LEONARDO BOFF: O maior desafio contemporâneo é superar a consciência nacionalista do Tratado de Westfália e ascender à consciência planetária. Só ao nos entendermos como parte integrante e cuidadora da Terra, nossa única Pátria, poderemos enfrentar os desafios globais

Por LEONARDO BOFF: A humanidade enfrenta uma encruzilhada existencial, obrigada a escolher entre a perpetuação de um paradigma de acumulação anti-vida, que nos conduz à tragédia, e a adoção urgente de uma ética global baseada no cuidado, na fraternidade universal

Por LEONARDO BOFF: Diante da geopolítica belicista de Trump, que busca a capitulação pelo poderio militar e econômico, a resposta não é outra guerra, mas a resistência da “paz desarmada” – uma estratégia política, diplomática e popular que desarma e

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por LEONARDO BOFF: O futuro não será unipolar: a América Latina pode liderar a transição para um mundo multipolar, baseado na harmonia, não na dominação. Brasil, com sua biodiversidade e sincretismo, tem a missão histórica de mostrar que outra globalização

Por LEONARDO BOFF: A escravidão brasileira não foi branda, mas um projeto de desumanização metódica, onde a crueldade era pedagógica e a fé cristã serviu para legitimar o horror

Por LEONARDO BOFF: Diante do avanço do Antropoceno e da degradação climática, a humanidade defronta-se com o risco real de extinção, exigindo uma transição urgente da agressividade predatória para uma ética de cuidado e cooperação

Por LEONARDO BOFF & FERNANDO ALTEMEYER JÚNIOR: Em solidariedade ao Padre Júlio Lancellotti, cuja voz foi silenciada na mídia, reiteram-se suas palavras de apoio aos vulneráveis, destacando que sua obra de misericórdia com os “cristos sofredores de rua” é maior

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Por LEONARDO BOFF: O colapso planetário nasce da decepção que virou depressão: as grandes narrativas morreram, e só o reencontro com nossa capacidade criativa pode reescrever o futuro

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Por LEONARDO BOFF: O fundamentalismo, seja político ou religioso, é o solo onde floresce o fascismo: a crença de ser o único dono da verdade que justifica apagar a dos outros

Por LEONARDO BOFF: O veredito não é vingança, mas a afirmação solene de que a democracia é um limite intransponível. A sentença sela a rejeição de um projeto de poder que quis normalizar a exceção e a barbárie

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Por LEONARDO BOFF: O maior desafio contemporâneo é superar a consciência nacionalista do Tratado de Westfália e ascender à consciência planetária. Só ao nos entendermos como parte integrante e cuidadora da Terra, nossa única Pátria, poderemos enfrentar os desafios globais

Por LEONARDO BOFF: A humanidade enfrenta uma encruzilhada existencial, obrigada a escolher entre a perpetuação de um paradigma de acumulação anti-vida, que nos conduz à tragédia, e a adoção urgente de uma ética global baseada no cuidado, na fraternidade universal

Por LEONARDO BOFF: Diante da geopolítica belicista de Trump, que busca a capitulação pelo poderio militar e econômico, a resposta não é outra guerra, mas a resistência da “paz desarmada” – uma estratégia política, diplomática e popular que desarma e

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