
Nota de repúdio de intelectuais e acadêmicas negras e negros
Por RONALDO TADEU DE SOUZA E OUTROS(AS): A chacina é a política de um Estado genocida, que transforma corpos negros em moeda eleitoral e a dor de mães em espetáculo público

Por RONALDO TADEU DE SOUZA E OUTROS(AS): A chacina é a política de um Estado genocida, que transforma corpos negros em moeda eleitoral e a dor de mães em espetáculo público

Por PAULO VITOR GROSSI: A cura para o isolamento que nos adoece está no ato primordial de lidar com o outro, um exercício diário que nos reconecta com nossa humanidade e forja resiliência na psique

Por SURREALISMO E NATUREZA: A verdadeira revolução será a que, ao acionar os freios de emergência do trem suicida do progresso, permitir que o jardim encantado da natureza devore as locomotivas da civilização industrial

Por RENATO DAGNINO: A reinvenção da universidade passa por trocar o foco estéril na empresa capitalista pelo desafio de atender às demandas cognitivas complexas embutidas nas necessidades materiais da economia solidária

Por MAURICIO VÁZQUEZ CORREA: Um progressismo que pactua com o autoritarismo externo e a ortodoxia econômica interna trai a esperança de quem viu nele uma alternativa real

Por PEDRO HENRIQUE CAMPELLO TORRES: O futuro não é uma abstração, mas um presente que se desfaz: negar a crise climática é recusar a realidade daqueles que já são devorados por ela

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: A busca pela isenção absoluta pode se tornar o artifício mais eficaz para perpetuar a exclusão e negar o talento sob pretextos frágeis

Por MICHEL AIRES DE SOUZA DIAS: Mais que um modelo econômico, o neoliberalismo é uma engenharia social que, ao produzir indivíduos isolados e psicologicamente fragilizados, cria o terreno fértil para o florescimento de tendências autoritárias e fascistas

Por CARLOS MARINA FREDERICO: Quando o Estado elege a pobreza como inimigo e a execução como política, a Constituição Cidadã é reduzida a um mero epitáfio para os que morrem em sua suposta proteção

Por ARLENE CLEMESHA, ADMA MUHANA & VLADIMIR SAFATLE: Romper com as estruturas que normalizam o extermínio é um ato de rigor acadêmico e uma responsabilidade humana inalienável

Por PAULO GHIRALDELLI: A aprovação popular da violência expõe menos a vontade da democracia e mais a falência da República, onde a sede por ações espetaculosas supera a demanda por instituições que funcionem

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A violência estatal letal não é um fracasso da ordem, mas a trágica realização de uma ordem que hierarquiza vidas e transforma a morte do “outro” em espetáculo e capital político

Por MARIA ACSELRAD: Carlos Sandroni nos ensinou que a música é um laço: tocar junto, na mesma pisada, vale mais do que qualquer nota perfeita. Seguiremos pulsando no ritmo que ele ajudou a compor

Por COMISSÃO DE PORTUGUÊS: Considerações sobre a proposta de reforma curricular em debate no âmbito do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade de São Paulo (USP)

Por DYLAN RILEY: Reduzir a ação política a um cálculo de interesses fixos é esvaziar a luta de classes de seu conteúdo histórico, que é justamente a batalha pela definição de quais futuros se tornam realizáveis e, portanto, de quais

Por CARLOS R. S. MILANI: O massacre no Rio não foi um mero desvio de segurança, mas um cálculo político da extrema-direita para romper a ordem democrática e interromper a projeção global de um Brasil que se reconectava com o

Por GABRIEL FREITAS: Como a língua constrói realidades materiais sem cair no idealismo ou no relativismo

Por CAROL PRONER & LARISSA RAMINA: Do Rio de Janeiro ao Caribe, a guerra ao “narcoterrorismo” revela-se um projeto duplo de dominação: internamente, consolida a necropolítica sobre as periferias; globalmente, recicla o imperialismo sob um novo jargão jurídico-militar

Por JOÃO DOS REIS DA SILVA JÚNIOR: Sob o véu da eficiência, a reforma administrativa consolida a financeirização do Estado, convertendo o fundo público em ativo e o cidadão em cliente, num gesto que atualiza uma secular colonialidade do poder

Por DANIEL CUNHA: Longe de uma aberração, o trumpismo é o sintoma mais agudo de uma crise orgânica do capital, gestada por meio século de financeirização, declínio hegemônico e o abandono da esquerda por um projeto socialista

Por RONALDO TADEU DE SOUZA E OUTROS(AS): A chacina é a política de um Estado genocida, que transforma corpos negros em moeda eleitoral e a dor de mães em espetáculo público

Por PAULO VITOR GROSSI: A cura para o isolamento que nos adoece está no ato primordial de lidar com o outro, um exercício diário que nos reconecta com nossa humanidade e forja resiliência na psique

Por SURREALISMO E NATUREZA: A verdadeira revolução será a que, ao acionar os freios de emergência do trem suicida do progresso, permitir que o jardim encantado da natureza devore as locomotivas da civilização industrial

Por RENATO DAGNINO: A reinvenção da universidade passa por trocar o foco estéril na empresa capitalista pelo desafio de atender às demandas cognitivas complexas embutidas nas necessidades materiais da economia solidária

Por MAURICIO VÁZQUEZ CORREA: Um progressismo que pactua com o autoritarismo externo e a ortodoxia econômica interna trai a esperança de quem viu nele uma alternativa real

Por PEDRO HENRIQUE CAMPELLO TORRES: O futuro não é uma abstração, mas um presente que se desfaz: negar a crise climática é recusar a realidade daqueles que já são devorados por ela

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: A busca pela isenção absoluta pode se tornar o artifício mais eficaz para perpetuar a exclusão e negar o talento sob pretextos frágeis

Por MICHEL AIRES DE SOUZA DIAS: Mais que um modelo econômico, o neoliberalismo é uma engenharia social que, ao produzir indivíduos isolados e psicologicamente fragilizados, cria o terreno fértil para o florescimento de tendências autoritárias e fascistas

Por CARLOS MARINA FREDERICO: Quando o Estado elege a pobreza como inimigo e a execução como política, a Constituição Cidadã é reduzida a um mero epitáfio para os que morrem em sua suposta proteção

Por ARLENE CLEMESHA, ADMA MUHANA & VLADIMIR SAFATLE: Romper com as estruturas que normalizam o extermínio é um ato de rigor acadêmico e uma responsabilidade humana inalienável

Por PAULO GHIRALDELLI: A aprovação popular da violência expõe menos a vontade da democracia e mais a falência da República, onde a sede por ações espetaculosas supera a demanda por instituições que funcionem

Por CIDOVAL MORAIS DE SOUSA: A violência estatal letal não é um fracasso da ordem, mas a trágica realização de uma ordem que hierarquiza vidas e transforma a morte do “outro” em espetáculo e capital político

Por MARIA ACSELRAD: Carlos Sandroni nos ensinou que a música é um laço: tocar junto, na mesma pisada, vale mais do que qualquer nota perfeita. Seguiremos pulsando no ritmo que ele ajudou a compor

Por COMISSÃO DE PORTUGUÊS: Considerações sobre a proposta de reforma curricular em debate no âmbito do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade de São Paulo (USP)

Por DYLAN RILEY: Reduzir a ação política a um cálculo de interesses fixos é esvaziar a luta de classes de seu conteúdo histórico, que é justamente a batalha pela definição de quais futuros se tornam realizáveis e, portanto, de quais

Por CARLOS R. S. MILANI: O massacre no Rio não foi um mero desvio de segurança, mas um cálculo político da extrema-direita para romper a ordem democrática e interromper a projeção global de um Brasil que se reconectava com o

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Por CAROL PRONER & LARISSA RAMINA: Do Rio de Janeiro ao Caribe, a guerra ao “narcoterrorismo” revela-se um projeto duplo de dominação: internamente, consolida a necropolítica sobre as periferias; globalmente, recicla o imperialismo sob um novo jargão jurídico-militar

Por JOÃO DOS REIS DA SILVA JÚNIOR: Sob o véu da eficiência, a reforma administrativa consolida a financeirização do Estado, convertendo o fundo público em ativo e o cidadão em cliente, num gesto que atualiza uma secular colonialidade do poder

Por DANIEL CUNHA: Longe de uma aberração, o trumpismo é o sintoma mais agudo de uma crise orgânica do capital, gestada por meio século de financeirização, declínio hegemônico e o abandono da esquerda por um projeto socialista