
Entradas: fotografias — Um ensaio de antropologia visual
Por ANNATERESA FABRIS: Comentários sobre o livro de Carlos Fadon Vicente

Por ANNATERESA FABRIS: Comentários sobre o livro de Carlos Fadon Vicente

Por PAULO VITOR GROSSI: A vida cotidiana tornou-se um palco permanente onde a encenação do eu, estimulada pelas redes sociais, suplanta a autenticidade, transformando a existência em uma performance editável e ansiosa

Por LÁZARO VASCONCELOS OLIVEIRA: O corpo negro queer é a figura do ‘outro absoluto’: expulso da economia libidinal do mundo, ele encarna a castração ontológica que estrutura a morte social

Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional

Por FRANCISCO TEIXEIRA: O debate entre a valorização cultural de Gilberto Freyre e o materialismo de Caio Prado Júnior revela o abismo epistemológico que molda as interpretações sobre a contribuição negra e a herança escravista no Brasil

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por ALEXANDRE JULIETE ROSA: Considerações sobre o livro de Cheikh Anta Diop recentemente traduzido para o português

Por JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE: Victor Leonardi viveu como o pólen: viajante incansável, suas ideias e paixões fecundaram terras distantes, da Amazônia ao Himalaia

Por SUELLEN TOBLER: Enquanto milionários sonham com a presidência, a verdadeira liderança indígena enfrenta um novo extrativismo: o colonialismo digital que rouba dados, histórias e futuros

Por Marcel Alentejo da Boa Morte: Em uma sociedade onde a humanidade é medida pela lembrança, o esquecimento torna-se a sentença final — e o ritual de expiação, a única colheita possível

Por MATHEUS CASTELO BRANCO DIAS: Enquanto o aceleracionismo prega a aceleração uniforme, as cosmovisões amazônicas lembram que cada modo de existência tem seu ritmo, e a floresta não obedece o mesmo tempo que o do capital

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Da entidade temível das matas à figura pedagógica e ecológica, o Curupira espelha a própria transformação das crenças e dos valores das sociedades que o reinventaram

Por RENATO ORTIZ: O encontro com o judeu negro revela como a tradição e a identidade são paisagens subjetivas, desafiando as fronteiras rígidas da história, da raça e da própria crença

Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por SOLENI BISCOUTO FRESSATO: Por trás da proibição feminina às flautas sagradas, esconde-se uma história de resistência e usurpação, onde a imposição colonial reforçou hierarquias de gênero que hoje se manifestam em alarmantes estatísticas de violência

Por BÁRBARA PINHEIRO BAPTISTA: Ao desafiar a crononormatividade ocidental, os saberes de terreiro oferecem um antídoto epistemológico. Eles revelam que o tempo espiralar não é uma mera abstração, mas uma ferramenta vital de cura e existência para futuros ancestrais

Por SOLENI BISCOUTO FRESSATO: O mito das icamiabas transcende a lenda para se tornar um símbolo perene de autonomia. Ele ecoa no presente como uma narrativa fundadora da resistência contra o patriarcado e a celebração do sagrado feminino

Por LEONARDO ROCHA: Na luta por reconhecimento e reparação, os descendentes de indígenas, muitas vezes invisibilizados, também merecem reparação histórica e inclusão nas políticas de equidade

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por OTAVIO ALMEIDA FILHO: Perguntar o que fazer continua impondo sua atualidade e essa pergunta é a mesma que muitos, ainda hoje, continuam fazendo. Que fazer? Como mudar esse animal canalha, mentiroso, perverso, doente que chega aos mais altos cargos

Por ANNATERESA FABRIS: Comentários sobre o livro de Carlos Fadon Vicente

Por PAULO VITOR GROSSI: A vida cotidiana tornou-se um palco permanente onde a encenação do eu, estimulada pelas redes sociais, suplanta a autenticidade, transformando a existência em uma performance editável e ansiosa

Por LÁZARO VASCONCELOS OLIVEIRA: O corpo negro queer é a figura do ‘outro absoluto’: expulso da economia libidinal do mundo, ele encarna a castração ontológica que estrutura a morte social

Por ISABEL SANT’ANNA ANDRADE: A censura silenciosa de uma bandeira afro-indígena em nome da “ordem” expõe como a liberdade institucional se detém exatamente onde a branquitude deixa de ser o centro da narrativa nacional

Por FRANCISCO TEIXEIRA: O debate entre a valorização cultural de Gilberto Freyre e o materialismo de Caio Prado Júnior revela o abismo epistemológico que molda as interpretações sobre a contribuição negra e a herança escravista no Brasil

Por CARLOS A. P. VASQUES: Consumir a dor espetacularizada como notícia é ratificar, em silêncio, o pacto social que naturaliza a violência e anestesia o olhar

Por ALEXANDRE JULIETE ROSA: Considerações sobre o livro de Cheikh Anta Diop recentemente traduzido para o português

Por JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE: Victor Leonardi viveu como o pólen: viajante incansável, suas ideias e paixões fecundaram terras distantes, da Amazônia ao Himalaia

Por SUELLEN TOBLER: Enquanto milionários sonham com a presidência, a verdadeira liderança indígena enfrenta um novo extrativismo: o colonialismo digital que rouba dados, histórias e futuros

Por Marcel Alentejo da Boa Morte: Em uma sociedade onde a humanidade é medida pela lembrança, o esquecimento torna-se a sentença final — e o ritual de expiação, a única colheita possível

Por MATHEUS CASTELO BRANCO DIAS: Enquanto o aceleracionismo prega a aceleração uniforme, as cosmovisões amazônicas lembram que cada modo de existência tem seu ritmo, e a floresta não obedece o mesmo tempo que o do capital

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Da entidade temível das matas à figura pedagógica e ecológica, o Curupira espelha a própria transformação das crenças e dos valores das sociedades que o reinventaram

Por RENATO ORTIZ: O encontro com o judeu negro revela como a tradição e a identidade são paisagens subjetivas, desafiando as fronteiras rígidas da história, da raça e da própria crença

Por MARCELO BARBOZA DUARTE: O “malandro” é uma invenção das elites, um rótulo classista e racista que criminaliza a pobreza para ocultar as verdadeiras artimanhas do poder

Por SOLENI BISCOUTO FRESSATO: Por trás da proibição feminina às flautas sagradas, esconde-se uma história de resistência e usurpação, onde a imposição colonial reforçou hierarquias de gênero que hoje se manifestam em alarmantes estatísticas de violência

Por BÁRBARA PINHEIRO BAPTISTA: Ao desafiar a crononormatividade ocidental, os saberes de terreiro oferecem um antídoto epistemológico. Eles revelam que o tempo espiralar não é uma mera abstração, mas uma ferramenta vital de cura e existência para futuros ancestrais

Por SOLENI BISCOUTO FRESSATO: O mito das icamiabas transcende a lenda para se tornar um símbolo perene de autonomia. Ele ecoa no presente como uma narrativa fundadora da resistência contra o patriarcado e a celebração do sagrado feminino

Por LEONARDO ROCHA: Na luta por reconhecimento e reparação, os descendentes de indígenas, muitas vezes invisibilizados, também merecem reparação histórica e inclusão nas políticas de equidade

Por LEONARDO BOFF: Enquanto em Gaza se morre de fome, o mundo assiste à negação brutal do gesto mais antigo da humanidade: comer juntos. Sem comensalidade, não há civilização – só sofrimento e a perversão do que nos define como

Por OTAVIO ALMEIDA FILHO: Perguntar o que fazer continua impondo sua atualidade e essa pergunta é a mesma que muitos, ainda hoje, continuam fazendo. Que fazer? Como mudar esse animal canalha, mentiroso, perverso, doente que chega aos mais altos cargos