
Educados a consumir
Por BRUNO BONCOMPAGNO: O império nos vende espelhos; caberia a nós decidir se queremos refletir ou quebrá-los, no entanto somos filhos de uma colonização invisível: consumimos o mundo antes de aprender a habitá-lo

Por BRUNO BONCOMPAGNO: O império nos vende espelhos; caberia a nós decidir se queremos refletir ou quebrá-los, no entanto somos filhos de uma colonização invisível: consumimos o mundo antes de aprender a habitá-lo

Por JOSÉ DIRCEU: O Brasil enfrenta uma encruzilhada: ceder à pressão externa ou defender sua soberania. A escolha não é só política, mas existencial – definir se seremos nação ou colônia

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A análise crítica das atrocidades contemporâneas revela um mundo onde a violência e a desigualdade são perpetuadas por interesses econômicos e políticos, destacando a necessidade urgente de uma reflexão ética e moral

Por BERNIE SANDERS: O Partido Republicano não é um partido que acredita na democracia. Eles acreditam no oposto – e têm trabalhado constantemente para dificultar o voto e a expressão de opiniões políticas das pessoas

Por JOSEPH E. STIGLITZ: Enquanto Trump despedaça as bases da democracia americana, o Brasil, sob Lula, ergue-se como farol de resistência – provando que a soberania e o Estado de Direito não se curvam nem mesmo à sombra de um

Por LISZT VIEIRA: Os ventos que sopram do Norte são frios e violentos, segundo a mitologia grega. No Brasil, sabemos que os ventos do Norte não movem moinhos, mas hoje, além disso, trazem a mensagem da tirania e da supressão

Por MARCIO POCHMANN: Conhecimento da realidade e a independência técnica estatística como pilares da democracia.

Por EBERVAL GADELHA FIGUEIREDO JÚNIOR: O debate sobre ius solis e ius sanguinis revela as contradições do projeto colonial nas Américas: enquanto a direita romantiza um cosmopolitismo seletivo, a esquerda instrumentaliza a reparação histórica sem efetividade

Por EUGÊNIO BUCCI: A máquina do mundo não desliga: depois de esburacar a terra, perfurar o pré-sal e sangrar montanhas, agora miramos o céu. O próximo ciclo do ouro será interplanetário — e tão predatório quanto os outros

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: A ‘Catedral’ está em chamas: a direita tecnocrática quer substituir a democracia por um ‘sistema operacional’ autoritário — onde o governo é uma startup, o povo são acionistas e o poder, um app

Por ANDREW KORYBKO: Arrendar Zangezur aos EUA não é só sobre um corredor: é sobre trocar Moscou por Washington, transformar soldados russos em alvos e reescrever o futuro do Cáucaso — um jogo onde a Armênia pode pagar o preço

Por ARMANDO BOITO: O bolsonarismo não é mero capricho do clã: é um movimento neofascista que prioriza seu projeto autoritário sobre os interesses econômicos da burguesia. Enquanto empresários pedem negociação com os EUA, sua base exige submissão a Trump —

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Documentário de Bob Fernandes desvela que através de uma rede de institutos e fundações, os EUA exportaram ideologias neoliberais para o Brasil, utilizando estratégias de hegemonia cultural e guerra ideológica, reestruturando o cenário político do país

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O MAGA é um grito de pânico de um império em decadência, tentando congelar o tempo e restaurar um mundo não mais existente. O complexo industrial americano hoje não compete com os carros elétricos chineses,

Por SÉRGIO BRAGA: Gaza é um conflito cuja assimetria militar é acompanhada de uma assimetria epistemológica e midiática, uma guerra marcada pela intensificação de tecnologias militares e por uma mutação mais profunda: a automação da letalidade

Por ROBERTO HUGO BIELSCHOWSKY: Mesmo diante de sanções e desafios impostos por potências estrangeiras, a estratégia inteligente e a união dos setores produtivos podem garantir a resistência e o crescimento sustentável de uma nação

Por JORGE LUIZ SOUTO MAIOR: A soberania nacional é uma ilusão e ela só se tem efetivado para legitimar o rebaixamento da rede de proteção jurídica e das condições de vida da classe trabalhadora que atua em território nacional.

Por RENATO FRANCISCO DOS SANTOS PAULA: A globalização da informação trouxe à tona uma nova arquitetura de dominação. O Estado burguês histórico e clássico era simultaneamente instrumento e campo da luta de classes. Mas essa função vem sendo tensionada por

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Assim como Guernica permanece um símbolo eterno da barbárie fascista, Gaza hoje sangra sob as mesmas sombras. Que a memória dos mártires bascos e palestinos nos lembre: o silêncio diante da crueldade é cumplicidade

Por PEDRO DOIN: 2026 já começou, com o ingresso de Donald Trump na função de cabo-eleitoral, e com Lula carregando em seus ombros a responsabilidade por garantir um futuro de paz e prosperidade, não apenas para o povo brasileiro, mas

Por BRUNO BONCOMPAGNO: O império nos vende espelhos; caberia a nós decidir se queremos refletir ou quebrá-los, no entanto somos filhos de uma colonização invisível: consumimos o mundo antes de aprender a habitá-lo

Por JOSÉ DIRCEU: O Brasil enfrenta uma encruzilhada: ceder à pressão externa ou defender sua soberania. A escolha não é só política, mas existencial – definir se seremos nação ou colônia

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES: A análise crítica das atrocidades contemporâneas revela um mundo onde a violência e a desigualdade são perpetuadas por interesses econômicos e políticos, destacando a necessidade urgente de uma reflexão ética e moral

Por BERNIE SANDERS: O Partido Republicano não é um partido que acredita na democracia. Eles acreditam no oposto – e têm trabalhado constantemente para dificultar o voto e a expressão de opiniões políticas das pessoas

Por JOSEPH E. STIGLITZ: Enquanto Trump despedaça as bases da democracia americana, o Brasil, sob Lula, ergue-se como farol de resistência – provando que a soberania e o Estado de Direito não se curvam nem mesmo à sombra de um

Por LISZT VIEIRA: Os ventos que sopram do Norte são frios e violentos, segundo a mitologia grega. No Brasil, sabemos que os ventos do Norte não movem moinhos, mas hoje, além disso, trazem a mensagem da tirania e da supressão

Por MARCIO POCHMANN: Conhecimento da realidade e a independência técnica estatística como pilares da democracia.

Por EBERVAL GADELHA FIGUEIREDO JÚNIOR: O debate sobre ius solis e ius sanguinis revela as contradições do projeto colonial nas Américas: enquanto a direita romantiza um cosmopolitismo seletivo, a esquerda instrumentaliza a reparação histórica sem efetividade

Por EUGÊNIO BUCCI: A máquina do mundo não desliga: depois de esburacar a terra, perfurar o pré-sal e sangrar montanhas, agora miramos o céu. O próximo ciclo do ouro será interplanetário — e tão predatório quanto os outros

Por MANFRED BACK & LUIZ GONZAGA BELLUZZO: A ‘Catedral’ está em chamas: a direita tecnocrática quer substituir a democracia por um ‘sistema operacional’ autoritário — onde o governo é uma startup, o povo são acionistas e o poder, um app

Por ANDREW KORYBKO: Arrendar Zangezur aos EUA não é só sobre um corredor: é sobre trocar Moscou por Washington, transformar soldados russos em alvos e reescrever o futuro do Cáucaso — um jogo onde a Armênia pode pagar o preço

Por ARMANDO BOITO: O bolsonarismo não é mero capricho do clã: é um movimento neofascista que prioriza seu projeto autoritário sobre os interesses econômicos da burguesia. Enquanto empresários pedem negociação com os EUA, sua base exige submissão a Trump —

Por SÉRGIO BOTTON BARCELLOS: Documentário de Bob Fernandes desvela que através de uma rede de institutos e fundações, os EUA exportaram ideologias neoliberais para o Brasil, utilizando estratégias de hegemonia cultural e guerra ideológica, reestruturando o cenário político do país

Por FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA: O MAGA é um grito de pânico de um império em decadência, tentando congelar o tempo e restaurar um mundo não mais existente. O complexo industrial americano hoje não compete com os carros elétricos chineses,

Por SÉRGIO BRAGA: Gaza é um conflito cuja assimetria militar é acompanhada de uma assimetria epistemológica e midiática, uma guerra marcada pela intensificação de tecnologias militares e por uma mutação mais profunda: a automação da letalidade

Por ROBERTO HUGO BIELSCHOWSKY: Mesmo diante de sanções e desafios impostos por potências estrangeiras, a estratégia inteligente e a união dos setores produtivos podem garantir a resistência e o crescimento sustentável de uma nação

Por JORGE LUIZ SOUTO MAIOR: A soberania nacional é uma ilusão e ela só se tem efetivado para legitimar o rebaixamento da rede de proteção jurídica e das condições de vida da classe trabalhadora que atua em território nacional.

Por RENATO FRANCISCO DOS SANTOS PAULA: A globalização da informação trouxe à tona uma nova arquitetura de dominação. O Estado burguês histórico e clássico era simultaneamente instrumento e campo da luta de classes. Mas essa função vem sendo tensionada por

Por JOÃO QUARTIM DE MORAES: Assim como Guernica permanece um símbolo eterno da barbárie fascista, Gaza hoje sangra sob as mesmas sombras. Que a memória dos mártires bascos e palestinos nos lembre: o silêncio diante da crueldade é cumplicidade

Por PEDRO DOIN: 2026 já começou, com o ingresso de Donald Trump na função de cabo-eleitoral, e com Lula carregando em seus ombros a responsabilidade por garantir um futuro de paz e prosperidade, não apenas para o povo brasileiro, mas