
Surrealismo, revolução, relatividade e mecânica quântica
Por EDILSON CREMA: Uma retrospectiva por ocasião do centenário do Primeiro Manifesto do Surrealismo

Por EDILSON CREMA: Uma retrospectiva por ocasião do centenário do Primeiro Manifesto do Surrealismo

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: Apresentação da antologia bilíngue recém-lançada

Por EDUARDO SINKEVISQUE: “O que havia no Grande Mar onde Guedes navegou a baleia? Feras da crueldade dos homens e tipos inéditos de vida e bufonaria, da laia de seu chefe”

Por SALETE DE ALMEIDA CARA: Considerações sobre o livro de contos de Chico Buarque

Por SERAPHIM PIETROFORTE: Porquanto a literatura se faz mediante a língua, revela-se indispensável conhecer gramática, linguística, semiótica, enfim, a metalinguagem

Por FLÁVIO R. KOTHE: Só se chega a entender uma grande obra refazendo as conexões de seus relacionamentos sígnicos e suas significações: uma leitura complexa de algo denso

Por RENATO ORTIZ: Marx falava de uma situação restrita a parte de um país denominado Inglaterra, do norte da França, e talvez, de uma região que integraria uma futura Alemanha

Por HOMERO VIZEU ARAÚJO: Considerações sobre o romance de Vladimir Nobokov

Por MARIAROSARIA FABRIS:
Mais do que um romance, Petrolio deveria ser uma mistura de elementos gráficos, figurativos, fotográficos etc., embora apenas a parte narrativa tenha chegado até o público

Por HOMERO SANTIAGO: Comentário sobre o livro de Georges Orwell, Dias na Birmânia

Por MARCELO FERRAZ, NELSON MARTINELLI FILHO & WILBERTH SALGUEIRO: Trecho selecionado pelos organizadores da “Apresentação” do livro recém-publicado

Por LUIZ RENATO MARTINS: A noção de forma objetiva apresentou-se diretamente ligada ao juízo histórico reflexivo, integrando o conjunto de respostas críticas ao novo ciclo de modernização capitalista no Brasil

Por FLÁVIO AGUIAR: Um romance sobre a liberdade das paixões, e sobre a paixão pela liberdade

Por SERAPHIM PIETROFORTE: Cuidar das dimensões prosódicas e fonológicas da linguagem, pelo menos no discurso poético, longe do beletrismo e das veleidades literárias, significa cuidar da expressão linguística

Por VINÍCIUS MADUREIRA MAIA: Comentários sobre os mais de setenta cadernos de notas feitos por Antonio Candido

Por EDILSON CREMA: Uma retrospectiva por ocasião do centenário do Primeiro Manifesto do Surrealismo

Por FRANCISCO FOOT HARDMAN: Apresentação da antologia bilíngue recém-lançada

Por EDUARDO SINKEVISQUE: “O que havia no Grande Mar onde Guedes navegou a baleia? Feras da crueldade dos homens e tipos inéditos de vida e bufonaria, da laia de seu chefe”

Por SALETE DE ALMEIDA CARA: Considerações sobre o livro de contos de Chico Buarque

Por SERAPHIM PIETROFORTE: Porquanto a literatura se faz mediante a língua, revela-se indispensável conhecer gramática, linguística, semiótica, enfim, a metalinguagem

Por FLÁVIO R. KOTHE: Só se chega a entender uma grande obra refazendo as conexões de seus relacionamentos sígnicos e suas significações: uma leitura complexa de algo denso

Por RENATO ORTIZ: Marx falava de uma situação restrita a parte de um país denominado Inglaterra, do norte da França, e talvez, de uma região que integraria uma futura Alemanha

Por HOMERO VIZEU ARAÚJO: Considerações sobre o romance de Vladimir Nobokov

Por MARIAROSARIA FABRIS:
Mais do que um romance, Petrolio deveria ser uma mistura de elementos gráficos, figurativos, fotográficos etc., embora apenas a parte narrativa tenha chegado até o público

Por HOMERO SANTIAGO: Comentário sobre o livro de Georges Orwell, Dias na Birmânia

Por MARCELO FERRAZ, NELSON MARTINELLI FILHO & WILBERTH SALGUEIRO: Trecho selecionado pelos organizadores da “Apresentação” do livro recém-publicado

Por LUIZ RENATO MARTINS: A noção de forma objetiva apresentou-se diretamente ligada ao juízo histórico reflexivo, integrando o conjunto de respostas críticas ao novo ciclo de modernização capitalista no Brasil

Por FLÁVIO AGUIAR: Um romance sobre a liberdade das paixões, e sobre a paixão pela liberdade

Por SERAPHIM PIETROFORTE: Cuidar das dimensões prosódicas e fonológicas da linguagem, pelo menos no discurso poético, longe do beletrismo e das veleidades literárias, significa cuidar da expressão linguística

Por VINÍCIUS MADUREIRA MAIA: Comentários sobre os mais de setenta cadernos de notas feitos por Antonio Candido