
O panóptico estadunidense
Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por JEAN MARC VON DER WEID: A esquerda, paralisada pelo seu telhado de vidro, defende instituições suspeitas e perde a chance histórica de desmascarar a corrupção que consagra o poder do dinheiro

Por RENATO DAGNINO: A universidade não será o lugar que questiona a IA enquanto for refém da elite científica que, em nome da neutralidade, há muito capitulou ao capitalismo cognitivo

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por PAULO VITOR GROSSI: A vida cotidiana tornou-se um palco permanente onde a encenação do eu, estimulada pelas redes sociais, suplanta a autenticidade, transformando a existência em uma performance editável e ansiosa

Por TALES AB’SABER: O cinema blockbuster é a expressão suprema do tecno-mundismo: uma ocupação total do espaço visual que espelha e naturaliza a lógica do controle global, onde até a destruição vira entretenimento inofensivo

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por MARCIO POCHMANN: A desigualdade informacional nasce quando os dados granulares do século XXI residem em oligopólios privados, enquanto o Estado luta para manter a legitimidade e comparabilidade das estatísticas oficiais

Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Considerações sobre o uso da inteligência artificial por matérias esportivas no Brasil para prever o desempenho dos times de futebol

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ, ARLEI OLAVO EVARISTO, ESTER DIAS DA SILVA BATISTA, LUCAS GONÇALVES DA GAMA & IZABELA VICTÓRIA PEREIRA: A plataformização da vida em dados, controlada pelas Big Techs, pasteuriza o trabalho vivo, esvazia a educação crítica e naturaliza

Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços

Por VIEGAS FERNANDES DA COSTA: O embate entre a liberdade de expressão e a regulação das redes revela uma disputa pelo controle do “arquivo confessional” da humanidade, onde a exposição voluntária dos sujeitos alimenta sofisticadas estratégias de disciplina e controle

Por LUIS EUSTÁQUIO SOARES: A única resposta ao panóptico integrado estadunidense é uma política igualmente cosmológica e molecular, que dispute tanto o cosmos quanto o microchip na luta pela liberação

Por PAULO GHIRALDELLI:
O erro de Vorcaro foi confundir cinismo com realismo: acreditou no Brasil caricato dos derrotistas, não no país sério que o julga e condena

Por JEAN MARC VON DER WEID: A esquerda, paralisada pelo seu telhado de vidro, defende instituições suspeitas e perde a chance histórica de desmascarar a corrupção que consagra o poder do dinheiro

Por RENATO DAGNINO: A universidade não será o lugar que questiona a IA enquanto for refém da elite científica que, em nome da neutralidade, há muito capitulou ao capitalismo cognitivo

Por LEONARDO SACRAMENTO: Patologizar Trump é uma operação ideológica que absolve o imperialismo estadunidense, transformando sua violência estrutural em mera sintomatologia individual

Por PAULO VITOR GROSSI: A vida cotidiana tornou-se um palco permanente onde a encenação do eu, estimulada pelas redes sociais, suplanta a autenticidade, transformando a existência em uma performance editável e ansiosa

Por TALES AB’SABER: O cinema blockbuster é a expressão suprema do tecno-mundismo: uma ocupação total do espaço visual que espelha e naturaliza a lógica do controle global, onde até a destruição vira entretenimento inofensivo

Por PAULO GHIRALDELLI: O interesse de Trump pela Groenlândia não é geopolítica, mas um presente pessoal às Big Techs: um ato performático de um líder sem projeto nacional, que troca recursos por lealdade em sua frágil trajetória política

Por MARCIO POCHMANN: A desigualdade informacional nasce quando os dados granulares do século XXI residem em oligopólios privados, enquanto o Estado luta para manter a legitimidade e comparabilidade das estatísticas oficiais

Por RENAN BERNARDI KALIL: Reduzir a jornada é reconhecer que o desenvolvimento só se legitima quando garante tempo para existir além do trabalho, uma lição que o Brasil não pode mais adiar

Por MANOEL VITOR BARBOSA NETO: Considerações sobre o uso da inteligência artificial por matérias esportivas no Brasil para prever o desempenho dos times de futebol

Por EDUARDO S. VASCONCELOS: A premiação cultural, em vez de unir, vira campo de guerra ideológica onde a memória é atacada e a arte, transformada em inimiga da democracia

Por ARACY P. S. BALBANI: A eleição de 2026 apresenta uma dicotomia clara: de um lado, os fantasmas do retrocesso; de outro, a força humana de quem constrói um futuro. A escolha é óbvia

Por LUIS FELIPE MIGUEL: A lucidez política exige rejeitar as fábulas maniqueístas: é possível condenar a agressão imperial sem endeusar regimes autoritários, pois a história real raramente oferece heróis

Por ROSÂNGELA RIBEIRO GIL: Na TV, a palavra “ditador” é arma ideológica: serve ao poder que a paga, encobre as tiranias reais e sequestra a soberania das narrativas

Por IVANA BENTES: A imagem de Nicolás Maduro em Nike Tech Fleece simboliza o capitalismo mafioso, onde a pilhagem geopolítica se converte em mercadoria viral e a guerra vira entretenimento consumível

Por VINÍCIO CARRILHO MARTINEZ, ARLEI OLAVO EVARISTO, ESTER DIAS DA SILVA BATISTA, LUCAS GONÇALVES DA GAMA & IZABELA VICTÓRIA PEREIRA: A plataformização da vida em dados, controlada pelas Big Techs, pasteuriza o trabalho vivo, esvazia a educação crítica e naturaliza

Por PAULO GHIRALDELLI: Contra a aceleração capitalista que desmancha tudo no ar, a lição de Safo ecoa: só a arte – um conhecimento que amadurece no tempo – pode dar forma a uma vida em um mundo que multiplica espaços

Por VIEGAS FERNANDES DA COSTA: O embate entre a liberdade de expressão e a regulação das redes revela uma disputa pelo controle do “arquivo confessional” da humanidade, onde a exposição voluntária dos sujeitos alimenta sofisticadas estratégias de disciplina e controle