
Thanos-Bolsonaro I: e o trabalho da morte
Por FERNÃO PESSOA RAMOS: Imagens da morte no cinema moderno e no cinema contemporâneo

Por FERNÃO PESSOA RAMOS: Imagens da morte no cinema moderno e no cinema contemporâneo

Por FERNÃO PESSOA RAMOS* Os ensaios de um discípulo do crítico André Bazin Jean-Louis Comolli foi uma das figuras-chave do pensamento francês sobre cinema na década de 1960. Escreveu longos textos teóricos nos Cahiers du Cinéma, que ocuparam vários números

Por Fernão Pessoa Ramos:
A brutalidade da direita protofascista enuncia a elegia da morte e afirma figuras do horror na morte para o trabalho ou na afirmação crua da tortura.

Por Fernão Pessoa Ramos
A brutalidade da imagem na destruição exercida pela civilização ocidental e pelo capitalismo consumista (este artigo está sendo republicado por falha na edição) .

Por Fernão Pessoa Ramos
Bacurau, não dá espaço para a degustação, pela classe média, da culpa e da compaixão. Propõe a deglutição Tropicalista

Por FERNÃO PESSOA RAMOS: Imagens da morte no cinema moderno e no cinema contemporâneo

Por FERNÃO PESSOA RAMOS* Os ensaios de um discípulo do crítico André Bazin Jean-Louis Comolli foi uma das figuras-chave do pensamento francês sobre cinema na década de 1960. Escreveu longos textos teóricos nos Cahiers du Cinéma, que ocuparam vários números

Por Fernão Pessoa Ramos:
A brutalidade da direita protofascista enuncia a elegia da morte e afirma figuras do horror na morte para o trabalho ou na afirmação crua da tortura.

Por Fernão Pessoa Ramos
A brutalidade da imagem na destruição exercida pela civilização ocidental e pelo capitalismo consumista (este artigo está sendo republicado por falha na edição) .

Por Fernão Pessoa Ramos
Bacurau, não dá espaço para a degustação, pela classe média, da culpa e da compaixão. Propõe a deglutição Tropicalista