
Transgressões de Caró
Por FELIPE MARCONDES VATAVUK DA COSTA: A intervenção de Caró transformou o abandono institucional em ato político-poético: onde a universidade viu ruína, ele cultivou um refúgio de vida que desautorizou a negligência

Por FELIPE MARCONDES VATAVUK DA COSTA: A intervenção de Caró transformou o abandono institucional em ato político-poético: onde a universidade viu ruína, ele cultivou um refúgio de vida que desautorizou a negligência

Por MARCELO GUIMARÃES LIMA: A “Série Trágica” de Flávio de Carvalho como um ponto limite do desenho, onde a arte registra a agonia e a morte com uma abordagem simultaneamente próxima e distanciada

Por LUIZ RENATO MARTINS: Em resposta ao golpe de 1964, Hélio Oiticica e seus pares forjaram a Nova Objetividade Brasileira, uma síntese que fundia vanguarda construtiva, cultura popular e uma consciência política radical do subdesenvolvimento

Por ARI MARCELO SOLON & EBERVAL GADELHA FIGUEIREDO JR.: A leitura da obra de Hieronymus Bosch à luz da sincronicidade jungiana revela, não uma conexão histórica com a Mesoamérica, mas uma ressonância arquetípica entre o Cristo Solar e o deus

Por GUILHERME COLOMBARA ROSSATTO: Reflexões acerca da exposição do fotógrafo no IMS paulista

Por LUIZ RENATO MARTINS: A violência formal da Nova Figuração sequestrou o ícone pop para devorá-lo, transformando o fetiche do consumo em um espelho cortante das contradições de uma modernização periférica e autoritária

Por SURREALISMO E NATUREZA: A verdadeira revolução será a que, ao acionar os freios de emergência do trem suicida do progresso, permitir que o jardim encantado da natureza devore as locomotivas da civilização industrial

Por LUIZ RENATO MARTINS: Do otimismo desenvolvimentista ao trauma do golpe, a arte brasileira reinventou-se através de Antonio Dias e Hélio Oiticica, substituindo a pureza geométrica pela síntese dialética que incorporava o samba, a rua e a resistência popular

Por ANNATERESA FABRIS: Considerações sobre a instalação de Daniel Jablonski, em cartaz na cidade de São Paulo

Por FELIPE SANTOS DEVEZA & MARINA MAINHARD: Verbete do “Dicionário marxismo na América”

Por MATHEUS DRUMOND: A exportação da arte brasileira, sob a égide de uma “natureza” estereotipada, revela menos uma conquista cultural e mais uma submissão a um mercado global voraz

Por LUIZ RENATO MARTINS: A passagem da abstração à Nova Figuração não foi mera ruptura, mas uma negação dialética que cristalizou o sistema visual brasileiro. Destaca-se o papel de Antonio Dias e Hélio Oiticica nesse processo, mostrando como a arte

Por AFRÂNIO CATANI: Comentário sobre o livro de Jean-Philippe Toussaint

Por LUCYANE DE MORAES: Comentário sobre o artigo de Edmilson Barros

Por ANNATERESA FABRIS & MARIAROSARIA FABRIS: Considerações sobre Anna Bella Geiger como videoartista, por ocasião de sua exposição retrospectiva em São Paulo, que apresenta essa faceta menos conhecida de sua obra

Por ANNATERESA FABRIS: Considerações sobre a exposição de fotografias de Helena Martins-Costa, em cartaz na cidade de São Paulo

Por RICARDO IANNACE & OSCAR NESTAREZ: A análise do conto “O lodo”, de Murilo Rubião, recupera o relato de um paranoico (“O caso Schreber”), investigado por Sigmund Freud, bem como a produção cinematográfica de Helvécio Ratton e a pintura de

Por CELSO FREDERICO: Vanguardas russas: quando a revolução quis forjar novas linguagens, a própria arte virou campo de batalha

Por MARCO BUTI: A maior antropofagia é a capitalista, quantificada, pragmática, eficiente, sem se importar com consequências, sem ritual nem poética

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