
Violência e greve na Unicamp
Por FREDERICO DE ALMEIDA: A reitoria da Unicamp cria uma equivalência falsa e perigosa para esconder sua própria intolerância em relação a movimentos legítimos de estudantes e servidores

Por FREDERICO DE ALMEIDA: A reitoria da Unicamp cria uma equivalência falsa e perigosa para esconder sua própria intolerância em relação a movimentos legítimos de estudantes e servidores

Por SAMUEL KILSZTAJN: Quanto menor a classe de rendimento, menor é a participação de moradores em domicílios alugados

Por JORGE LUIZ SOUTO MAIOR: Quem faz a história? Os que fazem greve ou aqueles que se mantêm alheios, vivendo sua vida “normal” em paralelo às mobilizações sociais?

Por LINCOLN SECCO: Um histórico das greves na Universidade de São Paulo de 2002 a 2023

Por ANTONIO MARTINS: O envolvimento com a atual eleição não é motivado apenas pela temática da infância, mas também da democracia

Por ARI MARCELO SOLON: Ela é revolucionária por ser infinita: quer mais professores, mas pode derrubar a estrutura da força

Por FREDERICO DE ALMEIDA: Desta greve podem surgir fraturas mais fundas numa “comunidade universitária” esgarçada pela precarização, pelo produtivismo e pela desigualdade

Por LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA: Prefácio do livro recém-lançado de Camilo Vannuchi sobre Diogo de Sant’Ana

Por THIAGO BARISON & ANDRÉIA GALVÃO: Apresentação da edição brasileira, recém-lançada, do livro de Richard Hyman

Por BENICIO VIERO SCHMIDT: Os dilemas se apresentavam dentro da AP e duraram até 1968, quando uma parte grande, razoável, da Ação Popular se radicalizou e foi para a luta armada

Por MATHEUS ATALIBA DA SILVA: Comentário sobre a nova edição do livro de Luiz Bernardo Pericás

Por PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO JÚNIOR: A derrota da revolução chilena conjuga-se com transformações de grande envergadura provocadas pela crise estrutural do capital

Por LUIZ MARQUES: Comentário sobre o livro recém-lançado de Juliane Furno e Pedro Rossi

Por GABRIEL TELES: A experiência dos trabalhadores chilenos com os cordões industriais, apesar de suas contradições e limites, deve ser tomada como uma autêntica experiência revolucionária

Por MICHEL GOULART DA SILVA: Uma organização britânica lançou campanha com o mote “Você é comunista?” em pouco tempo ela ganhou as ruas. Isso mostra a importância da difusão das ideias comunistas e de revolução

Por ILYA BUDRAITSKIS: A guerra com a Ucrânia confirmou a divisão entre os nostálgicos da era do poder estatal da URSS e aqueles para quem estar à esquerda significa um compromisso com um projeto democrático

Por VALERIO ARCARY: Há pelo menos meio século se abriu um debate, nas organizações da tradição trotskista, sobre a vigência do programa de transição. Devemos defender a letra do texto ou o método com que ele foi elaborado?

Por LEONARDO GONÇALVES DA SILVA: A produção audiovisual camponesa no Brasil cruza com a história da luta pela terra

Por LUIZ MARQUES: As ideologias servem à dominação e à emancipação. Interpelam a subjetividade da cidadania e são interpeladas pela posição objetiva das classes na sociedade

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