
Piedade
Por ÉRICO ANDRADE: Comentário sobre o último filme de Claudio Assis

Por OSVALDO COGGIOLA: Quando em 1914 teve início a guerra, os principais partidos filiados à Segunda Internacional apoiaram seus respectivos governos e seus esforços de guerra com argumentos nacionalistas

Por MANCHETÔMETRO Os pesquisadores Natasha Bachini e Eduardo Barbabela analisam os relatórios recentes do projeto M Facebook, no qual a equipe do Manchetômetro monitora o debate político promovido pelas páginas brasileiras na rede. Apresentação: André Madruga. Ouça clicando no player

Por IZABELLA SABATINI E MARIA CLARA MAIA: A necropolítica do bolsonarismo em relação à pandemia do Covid-19 é a de usufruir-se do direito de deixar morrer

Por GABRIEL COHN: A atualidade do conceito criado por Theodor Adorno & Max Horkheimer

Por JORGE ALMEIDA: O Brasil vive uma tutela militar civil burguesa, na qual os militares, o grande capital, o Congresso e o STF também atuam na tutela

Por JEAN PAUL D’ANTONY: Um novo tipo de chicote resvala, dia após dia, no pós colonialismo, nos corpos dos novos sujeitos pós coloniais

Por Eliziário Andrade: A única coisa que se encontra na agenda do capital financeiro é restaurar, de forma aceitável, suas margens de valores, o que requer instaurar relações sociais de trabalho que retrocedam a condições violentas e profundamente desumanas

Por ARMANDO BOITO JR.: No momento atual é a conciliação que parece prevalecer.

Por DAVID HARVEY: Leia a “Introdução” do livro recém traduzido do teórico marxista

Por MAYRA LAUDANNA: As memórias que os monumentos portam fazem falta. Ao menos eles nos recordam o que já fomos, o que já passamos e o que deveríamos tentar não sermos

Por ANDRÉ RODRIGUES & ANDRÉS DEL RÍO: O governo encontrou na pandemia mais uma oportunidade de aumentar a morte seletiva, racial e territorial

Por FRANCISCO DE AMBROSIS PINHEIRO MACHADO: Comentário sobre o romance de Alfred Döblin

Por LUIZ ROBERTO ALVES: O senhor Decotelli já se ombreia ao que sentou na cadeira do MEC até há pouco, porque tenta dar “jeitinhos” ao seu currículo, quer pela fome de poder, quer porque deve imaginar que vive em tempo

Por OSVALDO COGGIOLA: Quando em 1914 teve início a guerra, os principais partidos filiados à Segunda Internacional apoiaram seus respectivos governos e seus esforços de guerra com argumentos nacionalistas

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