
Doutrinação em série
Por FLÁVIO R. KOTHE:
Aos colonizados cabe aplaudir a quem os domina. Parecem não sentir cadeias e correntes

Por FLÁVIO R. KOTHE:
Aos colonizados cabe aplaudir a quem os domina. Parecem não sentir cadeias e correntes

Por ANSELMO PESSOA NETO:
Guerra e política de austeridade derrubam o primeiro ministro italiano

Por EDSON TELES:
No Brasil, o estado de exceção é a norma nos territórios precarizados e contra os corpos descartáveis da democracia

Por LEONARDO SACRAMENTO:
A meritocracia não existe para o próprio liberalismo

Por JUAREZ GUIMARÃES:
A passagem da história intelectual do neoliberalismo à construção de seu poder mundial pode ser pensada a partir de três vetores

Por DENILSON CORDEIRO:
Comentário sobre o livro de Chico Buarque de Holanda

Por PETRO KOTZÉ:
A situação das águas irá se agravar antes que qualquer inversão da tendência seja observada

Por FRANCISCO FERNANDES LADEIRA:
Com a rede mundial de computadores, a competitividade social foi elevada a patamares inimagináveis

Por CELSO FAVARETTO:
Comentário sobre os livros “Colosso” e “O homem que vive”

Por JOSÉ GERALDO COUTO:
Comentário sobre o filme de David Cronenberg, em exibição nos cinemas

Por LUIZ MARQUES:
É preciso evitar os desvios que transformam os partidos em seitas ou em agentes de um asséptico reformismo de fachada

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES:
O mundo nunca esteve tão dividido apesar do processo de mundialização capitalista

Por ANNATERESA FABRIS:
Os estudos de gênero tendem a perder de vista as tensões que agitam o campo artístico

Por AFRÂNIO CATANI:
Comentário sobre o livro “Uma temporada com Montaigne”, de Antoine Compagnon

Por JOSÉ LUÍS FIORI:
A guerra na Ucrânia aponta para um mundo que está passando de um “unilateralismo quase absoluto” para um “multilateralismo oligárquico agressivo”

Por ANTÔNIO SALES RIOS NETO:
A crise civilizatória atual é apenas o reflexo de uma longa crise que contém elementos que podem sugerir que está chegando tanto ao seu ápice quanto ao seu esgotamento neste século XXI

Por JULIAN RODRIGUES:
Neofascismo é disruptivo e o fechamento do regime, processo em andamento; jamais se deve subestimar a extrema direita

Por MANUEL DOMINGOS NETO:
A longa história de golpes dos militares brasileiros

Por SANDRA BITENCOURT:
A mídia está mais afeita aos seus interesses mercantis e de classe do que sua missão de promover a democracia

Por LUIZ FELIPE F. C. DE FARIAS:
O bolsonarismo é a expressão de transformações mais profundas na estrutura da sociedade de classes no Brasil

Por FLÁVIO R. KOTHE:
Aos colonizados cabe aplaudir a quem os domina. Parecem não sentir cadeias e correntes

Por ANSELMO PESSOA NETO:
Guerra e política de austeridade derrubam o primeiro ministro italiano

Por EDSON TELES:
No Brasil, o estado de exceção é a norma nos territórios precarizados e contra os corpos descartáveis da democracia

Por LEONARDO SACRAMENTO:
A meritocracia não existe para o próprio liberalismo

Por JUAREZ GUIMARÃES:
A passagem da história intelectual do neoliberalismo à construção de seu poder mundial pode ser pensada a partir de três vetores

Por DENILSON CORDEIRO:
Comentário sobre o livro de Chico Buarque de Holanda

Por PETRO KOTZÉ:
A situação das águas irá se agravar antes que qualquer inversão da tendência seja observada

Por FRANCISCO FERNANDES LADEIRA:
Com a rede mundial de computadores, a competitividade social foi elevada a patamares inimagináveis

Por CELSO FAVARETTO:
Comentário sobre os livros “Colosso” e “O homem que vive”

Por JOSÉ GERALDO COUTO:
Comentário sobre o filme de David Cronenberg, em exibição nos cinemas

Por LUIZ MARQUES:
É preciso evitar os desvios que transformam os partidos em seitas ou em agentes de um asséptico reformismo de fachada

Por ANDRÉ MÁRCIO NEVES SOARES:
O mundo nunca esteve tão dividido apesar do processo de mundialização capitalista

Por ANNATERESA FABRIS:
Os estudos de gênero tendem a perder de vista as tensões que agitam o campo artístico

Por AFRÂNIO CATANI:
Comentário sobre o livro “Uma temporada com Montaigne”, de Antoine Compagnon

Por JOSÉ LUÍS FIORI:
A guerra na Ucrânia aponta para um mundo que está passando de um “unilateralismo quase absoluto” para um “multilateralismo oligárquico agressivo”

Por ANTÔNIO SALES RIOS NETO:
A crise civilizatória atual é apenas o reflexo de uma longa crise que contém elementos que podem sugerir que está chegando tanto ao seu ápice quanto ao seu esgotamento neste século XXI

Por JULIAN RODRIGUES:
Neofascismo é disruptivo e o fechamento do regime, processo em andamento; jamais se deve subestimar a extrema direita

Por MANUEL DOMINGOS NETO:
A longa história de golpes dos militares brasileiros

Por SANDRA BITENCOURT:
A mídia está mais afeita aos seus interesses mercantis e de classe do que sua missão de promover a democracia

Por LUIZ FELIPE F. C. DE FARIAS:
O bolsonarismo é a expressão de transformações mais profundas na estrutura da sociedade de classes no Brasil