
O lume e a lâmina
Por VINÍCIUS DE FIGUEIREDO: Reflexões sobre a obra de Rubens Rodrigues Torres Filho

Por VINÍCIUS DE FIGUEIREDO: Reflexões sobre a obra de Rubens Rodrigues Torres Filho

Por HOMERO SANTIAGO: George Orwell sabia que o totalitarismo depende da mentira, das fake news, da ideia de que as narrativas e os saberes se equivalem, de que história e estória são a mesma coisa

Por FLÁVIO VALENTIM DE OLIVEIRA: A narrativa de Kafka ressoa hoje como uma alegoria invertida: o imperador se transformou em bárbaro açougueiro

Por RICARDO FABBRINI: Trecho selecionado pelo autor do livro recém-lançado “Arte contemporânea em três tempos”

Por WERNER BONEFELD: Introdução do autor ao livro recém-publicado

Por ANTONINO INFRANCA: O objetivo da análise de Lukács é demonstrar que a concepção nazista do mundo é um produto da evolução ideológica da burguesia alemã

Por ANTÔNIO DAVID: Avesso às filosofias saturadas, desidentificado do poder, o horizonte crítico de Arantes tem o mérito de buscar lastro em um chão histórico pleno de seres de carne e osso e de experiências de subalternidade

Por RICARDO FABBRINI: Discurso a ser proferido na cerimônia de outorga do título de Professor Emérito ao filósofo, educador e crítico de artes

Por FRANCO “BIFO” BERARDI: Prefácio do autor ao livro recém-publicado

Por PAULO FERNANDES SILVEIRA: Discurso a ser proferido na cerimônia de outorga do título de Professor Emérito ao filósofo, educador e crítico de artes

Em nossa conversa com VLADIMIR SAFATLE, inspirados pelo seu novo livro Alfabeto das colisões, tratamos dos desafios e das crises do mundo contemporâneo e das tarefas de uma filosofia prática à sua altura

Por LUIZ MARQUES: Considerações sobre o livro de Byung-Chul Han

Por LUCAS FIASCHETTI ESTEVEZ: Considerações sobre o livro recém-lançado de Ricardo Fabbrini

Por CELSO FREDERICO: Estética é obra da maturidade, referência segura para se avaliar retrospectivamente os passos dados na trajetória de Lukács

Por BOJANA MLADENOVIC: Trecho da “Introdução” da organizadora do livro póstumo, recém-editado, do autor de “A estrutura das revoluções científicas”

Por AMADOR FERNÁNDEZ-SAVATER: O declínio do interesse por Marcuse é paralelo ao declínio da capacidade utópica das sociedades

Por LEONARDO BOFF: Não precisamos mais que Deus intervenha para pôr fim à sua criação; coube a nossa geração assistir à possibilidade de sua própria destruição

Por ANTÔNIO DAVID: É preciso discernimento para saber em que sentido o Holocausto não pode ser comparado a outros eventos, em que sentido pode ser comparado, e em que sentido deve ser comparado

Por WESLEY SOUZA: O “totalitarismo”, no sentido em emergiu, significa muito menos do que se supõe, pois tenta abarcar fenômenos gerais que o conceito particular não dá conta de lidar por si

Por CELSO FREDERICO: A compreensão da arte como uma das atividades humanas se faz dentro de um registro ontológico, pois “trata do estético como momento do ser, do ser social”

Por VINÍCIUS DE FIGUEIREDO: Reflexões sobre a obra de Rubens Rodrigues Torres Filho

Por HOMERO SANTIAGO: George Orwell sabia que o totalitarismo depende da mentira, das fake news, da ideia de que as narrativas e os saberes se equivalem, de que história e estória são a mesma coisa

Por FLÁVIO VALENTIM DE OLIVEIRA: A narrativa de Kafka ressoa hoje como uma alegoria invertida: o imperador se transformou em bárbaro açougueiro

Por RICARDO FABBRINI: Trecho selecionado pelo autor do livro recém-lançado “Arte contemporânea em três tempos”

Por WERNER BONEFELD: Introdução do autor ao livro recém-publicado

Por ANTONINO INFRANCA: O objetivo da análise de Lukács é demonstrar que a concepção nazista do mundo é um produto da evolução ideológica da burguesia alemã

Por ANTÔNIO DAVID: Avesso às filosofias saturadas, desidentificado do poder, o horizonte crítico de Arantes tem o mérito de buscar lastro em um chão histórico pleno de seres de carne e osso e de experiências de subalternidade

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Em nossa conversa com VLADIMIR SAFATLE, inspirados pelo seu novo livro Alfabeto das colisões, tratamos dos desafios e das crises do mundo contemporâneo e das tarefas de uma filosofia prática à sua altura

Por LUIZ MARQUES: Considerações sobre o livro de Byung-Chul Han

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Por ANTÔNIO DAVID: É preciso discernimento para saber em que sentido o Holocausto não pode ser comparado a outros eventos, em que sentido pode ser comparado, e em que sentido deve ser comparado

Por WESLEY SOUZA: O “totalitarismo”, no sentido em emergiu, significa muito menos do que se supõe, pois tenta abarcar fenômenos gerais que o conceito particular não dá conta de lidar por si

Por CELSO FREDERICO: A compreensão da arte como uma das atividades humanas se faz dentro de um registro ontológico, pois “trata do estético como momento do ser, do ser social”