
O pintor e o monge
Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível

Por FLÁVIO R. KOTHE: O que resta de uma existência: fumaça que se forma no ar, um jogo de estratégia cruel e os olhos curiosos de um pássaro que não compreende o luto

Por FLÁVIO R. KOTHE: A vida insiste em seu ciclo impessoal, onde a queda de uma folha e a fuga de um pássaro são apenas notas de uma transformação que ignora o drama humano da finitude

Por FLÁVIO R. KOTHE: A verdadeira busca estética e filosófica exige ir além do moralmente “correto” imposto por qualquer grupo. A obra autêntica, como um ente autônomo, liberta-se dos paradigmas prefixados para desvelar, na sombra e na contradição, lampejos de

Por FLÁVIO R. KOTHE: A criação artística não vem do nada, mas da ruptura com o já dito. O problema é que continuamos presos às mesmas metáforas – corpo e alma, forma e matéria – como se fossem respostas, e

Por FLÁVIO R. KOTHE: Nem propaganda, nem conceito, nem devoção: a arte pura é um salto no vazio que só se completa quando alguém ousa cair junto

Por FLÁVIO R. KOTHE: Se o Qualis mede qualidade por métricas que ignoram a originalidade do pensamento, então estamos diante de um sistema que canoniza a mediocridade. Enquanto Spinoza, Marx e Nietzsche são lembrados por terem sido rejeitados por seus

Por FLÁVIO R. KOTHE: Considerações sobre o filme dirigido por Edward Berger

Por FLÁVIO R. KOTHE: Se a literatura serve até para manter vivas pessoas talentosas, é preciso que elas se voltem contra aquilo que leva ao silêncio, para evitar, assim, assumir a omissão como saída

Por FLÁVIO R. KOTHE: Fico deitado aos pés do meu dono, um velho andarilho que cansou de andar. Parou onde não deveria ter parado. Tinha raízes aqui, as terras da família foram tomadas pelos israelitas

Por FLÁVIO R. KOTHE: Só se chega a entender uma grande obra refazendo as conexões de seus relacionamentos sígnicos e suas significações: uma leitura complexa de algo denso

Por FLÁVIO R. KOTHE: O Antigo Testamento doutrinado nas escolas e igrejas é uma fábrica de sádicos, que inventam belos nomes para as suas violências

Por FLÁVIO R. KOTHE: A grande obra se constrói a partir de horizontes mais amplos do que a dominação presente: permite ao leitor que voe sobre abismos

Por FLÁVIO R. KOTHE: Não há propriamente um fim da metafísica, já porque para a maioria, mesmo dos acadêmicos, ela nem começo teve, nunca se tornou problema

Por FLÁVIO R. KOTHE: As antigas potências coloniais europeias se tornaram, desde 1945, colônias de uma ex-colônia britânica e, atualmente, estão sendo superadas pelo mundo multipolar

Por FLÁVIO R. KOTHE: A literatura seria um espaço para repensar o que é o homem e sua história

Por FLÁVIO R. KOTHE: No mosteiro, o pintor não fugiu da vida, mas encontrou na arte seu único ritual – onde o passado trágico se transfigura em busca de um sossego que só a tela, e não a fama, pode

Por FLÁVIO R. KOTHE: A busca por voz própria e liberdade intelectual num mundo marcado pela autoridade violenta da família, da religião e do Estado – e os lampejos de beleza e saber que tornam essa busca possível

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Por FLÁVIO R. KOTHE: A verdadeira busca estética e filosófica exige ir além do moralmente “correto” imposto por qualquer grupo. A obra autêntica, como um ente autônomo, liberta-se dos paradigmas prefixados para desvelar, na sombra e na contradição, lampejos de

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Por FLÁVIO R. KOTHE: A grande obra se constrói a partir de horizontes mais amplos do que a dominação presente: permite ao leitor que voe sobre abismos

Por FLÁVIO R. KOTHE: Não há propriamente um fim da metafísica, já porque para a maioria, mesmo dos acadêmicos, ela nem começo teve, nunca se tornou problema

Por FLÁVIO R. KOTHE: As antigas potências coloniais europeias se tornaram, desde 1945, colônias de uma ex-colônia britânica e, atualmente, estão sendo superadas pelo mundo multipolar

Por FLÁVIO R. KOTHE: A literatura seria um espaço para repensar o que é o homem e sua história